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O mistério de Mudryk se aprofunda à medida que um teste de drogas reprovado ameaça arruinar a carreira | Chelsea
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2 anos atrásem
Jacob Steinberg
Pas pessoas que encontram Mykhailo Mudryk muitas vezes sentem distância. Intencionalmente ou não, o mistério se prende ao jovem tímido que causou tanta emoção quando apareceu em Stamford Bridge em janeiro de 2023. Nenhum dos dirigentes do extremo no Chelsea foi capaz de decifrar o código e a sensação é de que a guarda de Mudryk irá mais alto depois do Associação de Futebol suspendeu-o provisoriamente após um teste de drogas positivo.
Esta é uma história sem vencedores. Uma carreira que tanto prometia corre o risco de desmoronar, e um dos aspectos mais tristes da situação de Mudryk é que é improvável que sua ausência atrapalhe a crescente disputa pelo título do Chelsea. Enzo Maresca conseguirá lidar perfeitamente bem sem o jovem de 23 anos. O treinador do Chelsea não tem falta de opções no ataque. Mudryk, que nunca pareceu resolvido desde que se mudou para a Inglaterra, é uma mera reflexão tardia atualmente.
Não foi como se o Chelsea sentisse falta do ex-jogador do Shakhtar Donetsk quando derrotou o Brentford no último domingo. Mudryk, assinou por um pacote geral de £ 89 milhõesnão é titular em um jogo do campeonato desde que foi expulso no intervalo da vitória por 6 a 2 sobre o Wolves, em agosto. A triste verdade é que ele foi uma grande decepção. Embora tenha talento bruto, Mudryk raramente demonstrou muita inteligência de jogo e muitas vezes deixou seus treinadores exasperados. “Queremos o melhor para Misha”, disse Maresca em outubro. “Ele é um dos caras cujo processo de aprendizagem é mais lento comparado aos demais.”
Houve um estranho lampejo de qualidade: uma dança maravilhosa gol solo contra o Newcastle última temporada; um finalização instintiva contra o Nottingham Forest em maio; um sucesso impressionante contra Noah na Europa Conference League mês passado. Às vezes, porém, Mudryk tem mais probabilidade de acertar a bandeira do escanteio do que o canto superior. Ter uma velocidade alucinante é uma coisa, saber o que fazer com ela é outra bem diferente. Mudryk, que é errático e imaturo, não pode reclamar dos outros alas do Chelsea que o ultrapassaram em alta velocidade.
No entanto, não era para ser assim. O clima foi triunfante quando o Chelsea, apoiado pelos bilhões de Clearlake Capital e Todd Boehly, derrotou o Arsenal na contratação de Mudryk. Behdad Eghbali, cofundador do Clearlake, teve destaque nas negociações com o Shakhtar – ele voou para o campo de treinamento do time ucraniano na Turquia para selar o acordo – e houve muito alarde quando Mudryk, vestindo jeans branco, envolto na bandeira de seu país e olhando mais do que um pouco assustado, foi revelado antes do Chelsea conquistar uma vitória lenta em casa contra o Crystal Palace.
Tudo aconteceu num borrão. Mudryk parecia pronto para o Arsenal, onde teria se aliado ao seu compatriota ucraniano Oleksandr Zinchenko, mas em vez disso foi para um clube no início de uma transição dolorosa. Transportado para um país novo e estranho, longe de sua família e amigos, Mudryk lutou. Ele falava pouco inglês e relutava em sair da concha. Um retorno de cinco gols e quatro assistências em 53 jogos no campeonato diz muito. Ninguém pode argumentar que Mudryk proporcionou ao Chelsea uma boa relação custo-benefício.
Em retrospectiva, ele estava no ambiente errado. Não se deve esquecer que Mudryk é um jovem cujo país continua em guerra com a Rússia. Viver com esse conhecimento é indescritivelmente difícil. Mesmo assim, Mudryk tinha um preço caro e as expectativas eram altas. O Chelsea viu o potencial. Mudryk estrelou pelo Shakhtar na eliminatória da Liga dos Campeões contra o Real Madrid, no Bernabéu. Parecia que ele estava destinado à grandeza.
No entanto, sua forma nunca decolou. O Chelsea demitiu Graham Potter, contratou Frank Lampard como técnico interino e contratou Mauricio Pochettino no verão de 2023. Eles tiveram que reagir quando a inexperiência de Mudryk o levou a alguns incidentes bobos fora do campo. Pochettino parecia perplexo. A certa altura, ele tentou aumentar a confiança de Mudryk desafiando-o para um desafio na trave durante o treinamento.
Porém, nada parecia ter um efeito duradouro, e agora Mudryk deve lidar com as consequências da substância proibida, supostamente meldonium, ter sido encontrada em seu sistema. Ele está ausente há cinco jogos – Maresca alegou que o jogador estava doente – e corre o risco de ser suspenso por um longo período. Muito dependerá de a amostra “B” de Mudryk apoiar as descobertas iniciais.
após a promoção do boletim informativo
Ele protestou sua inocência, insistindo que não mudou nada em sua rotina desde um teste limpo em agosto, e que lutará para limpar seu nome. Houve até sugestões de que ele foi vítima de sabotagem. Os representantes de Mudryk e a FA não comentaram.
O Chelsea está apoiando seu jogador. Mudryk ainda tem sete anos de contrato, mas ninguém sabe quando ele voltará a pisar em campo. O mistério se aprofunda. Aqueles que não fazem parte do círculo íntimo de Mudryk nunca chegam perto dele. Os associados que o conhecem o descrevem como cauteloso, um homem de poucas palavras, com pouco a dizer sobre futebol. Uma fonte lembra-se de um encontro com Mudryk que só foi animado quando a conversa passou a ser sobre tênis de mesa.
Parecia que essa era sua verdadeira paixão e descobriu-se que ele era um demônio quando tinha um taco na mão. Após as últimas revelações, porém, Mudryk pode ter muito tempo para aprimorar suas habilidades no pingue-pongue.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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