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o “não” à adesão do país à UE na liderança, Presidente Sandu denuncia “um ataque sem precedentes à democracia”

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O Presidente da Moldávia, Maia Sandu, denunciou “um ataque sem precedentes à democracia”enquanto o “não” ao referendo sobre a adesão à União Europeia (UE) está na liderança, num contexto de suspeitas de interferência russa.

“Grupos criminosos, agindo em concertação com forças estrangeiras hostis aos nossos interesses nacionais, atacaram o nosso país com dezenas de milhões de euros, mentiras e propaganda” derramar “Aprisionar o nosso país na incerteza e na instabilidade”disse, com uma cara séria, Mmeu Sandu, perante a imprensa, em Chisinau.

Os eleitores moldavos foram chamados no domingo, 20 de Outubro, a votar em duas eleições cruciais: a primeira volta das eleições presidenciais e um referendo para adoptar na Constituição o princípio da futura adesão à UE. A Moldávia já tem uma posição firme neste país com a abertura oficial, em Junho, das negociações de adesão.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Moldávia vota para confirmar ou não a sua trajetória europeia

Enfrentando um candidato apoiado por socialistas pró-Rússia

Mas, depois de contabilizados cerca de 90% dos votos, 53% dos votos rejeitam a reaproximação europeia. É uma surpresa e, se confirmada, um revés para o presidente Maia Sandu. A tendência poderá inverter-se, uma vez que ainda restam muitos votos por contar no estrangeiro, onde vive uma grande diáspora.

Ao mesmo tempo, a Chefe de Estado cessante, que virou resolutamente o seu pequeno país, vizinho da Ucrânia em guerra, mas também da Roménia, membro da UE e da NATO, para a UE, ficou em primeiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais com 36% dos votos. No dia 3 de novembro, ela enfrentará Alexandr Stoianoglo, 57 anos, apoiado pelos socialistas pró-russos, que se saíram melhor do que o esperado com quase 29% dos votos.

Maia Sandu, que deu as costas a Moscovo após a invasão da Ucrânia e que levou a candidatura do seu país a Bruxelas, convocou o referendo para validar a sua estratégia e determinar o destino desta antiga república soviética de 2,6 milhões de habitantes.

Comprando votos

Corrupção, desinformação: nos últimos meses, a polícia realizou 350 buscas e prendeu centenas de suspeitos acusados ​​de querer perturbar o processo eleitoral em nome de Moscovo. Um sistema “sem precedentes” foi revelada a compra de votos, visando até um quarto dos eleitores esperados nas urnas no país de 2,6 milhões de pessoas.

De acordo com o think tank WatchDog, a Rússia gastou cerca de cem milhões de dólares para influenciar a votação. Com, na manobra, o oligarca Ilan Shor, refugiado em Moscou após condenação por fraude. Nas redes sociais, ele brincou sobre “a derrota” por Maia Sandu e ela “fracasso terrível”. O Kremlin tem “categoricamente” rejeitou acusações de interferência.

“Esta votação determinará o nosso destino por muitas décadas”declarou a presidente, Maia Sandu, durante a sua votação, convidando todos os cidadãos, incluindo a grande diáspora, a viajar. “Esta é a vontade do povo moldavo” que deve se expressar, “não de outras pessoas, não de dinheiro sujo”insistiu o candidato.

Primeira mulher a ocupar, em 2020, os cargos mais altos deste Estado situado entre a NATO e a zona de influência russa, esta economista de 52 anos com reputação de incorruptível tornou-se uma importante personalidade europeia. Enfrentando-a no primeiro turno, não um peso pesado, mas uma série de dez candidatos, a maioria deles considerados mais ou menos ligados a Moscou por trás de discursos de “neutralidade”. Alguns falam russo, além do idioma oficial, o romeno.

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Depois deste revés, uma vitória para Mmeu Sandu no segundo turno está longe de estar garantido. Stoianoglo pode contar com as reservas de voto de muitos candidatos pequenos. Durante a campanha, este homem de aparência severa pediu “restaurar a justiça” diante de um poder pronto, segundo a oposição, a violar direitos. Dizendo que é a favor de uma política externa “equilibrado” ao reconectar-se com a Rússia, ele se absteve no referendo.

O mundo com AFP

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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