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O número de mortos aumenta para 28 anos em uma semana de incêndios na Coréia do Sul | Notícias do ambiente
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Cinco dos 11 grandes incêndios foram contidos após a chuva melhorar as condições de combate a incêndios.
Os incêndios florestais que variam a Coréia do Sul desde a sexta -feira passada mataram pelo menos 28 pessoas, feriram mais dezenas e carbonaram cerca de 48.000 hectares (118.000 acres) de floresta, de acordo com a agência de notícias local Yonhap.
Mas uma melhor visibilidade e temperaturas mais baixas após as chuvas durante a noite na quinta -feira levaram a melhores condições de combate a incêndios contra as chamas que foram impulsionadas por ventos fortes do condado de Uiseong Central para as regiões costeiras.
Jack Barton, da Al Jazeera, relatando de Uiseong, disse: “É muito cedo para chamá -lo de virada, mas dos 11 grandes incêndios que estavam furiosos, cinco foram completamente contidos da noite para o dia.
“E enquanto alguns ainda estão queimando intensamente, estamos vendo bons resultados em lugares como Uiseong. Os incêndios caíram para 5 % do que eram”, disse ele.
Ainda assim, cerca de 38.000 moradores tiveram que fugir das áreas afetadas, disse a agência de resposta a desastres do governo.
“Planejamos mobilizar todos os recursos disponíveis para extinguir as principais chamas até o final do dia”, disse Lim Sang-seop, chefe do Serviço Florestal da Coréia ao Yonhap.
Os incêndios foram alimentados por ventos secos e uma seca prolongada, segundo as autoridades. Os incêndios florestais não são incomuns na Coréia do Sul durante feitiços secos.
Nos últimos anos, as temperaturas médias e os eventos climáticos extremos aumentaram no país, aumentando significativamente o risco e a gravidade dos incêndios.
Os especialistas veem o aumento dos incêndios florestais como um sinal dos efeitos contínuos das mudanças climáticas.
Barton, da Al Jazeera, relatou que “muitas casas e fazendas em toda a área (em torno de Uiseong) foram destruídas. Muitas pessoas, dezenas de milhares, foram evacuadas e permanecem deslocadas.
“O presidente interino da Coréia do Sul, Han Duck-Soo, disse que ‘todos os esforços serão feitos’ para ajudar as pessoas a acessar recursos financeiros para reconstruir suas casas. Ele disse que o dinheiro deve ser ilimitado”, disse Barton.
“Os governos locais estão dizendo que tentarão afastar -os dos campos de evacuação da barraca o mais rápido possível em processo temporário. Mas será um processo longo”, acrescentou.
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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.
A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.
“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”
Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”
Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre
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24 de setembro de 2026X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC
A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano
Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026
Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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