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O orçamento da Índia oferece alívio tributário à classe média para aumentar os gastos, crescimento | Notícias de negócios e economia

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As taxas de imposto de renda diminuíram à medida que a quinta maior economia do mundo se concentra em estimular a demanda doméstica e o crescimento econômico.

O governo do primeiro -ministro indiano Narendra Modi revelou um orçamento anual focado em atrair a classe média do país e estimular o crescimento econômico, aumentando a agricultura e a manufatura.

Anunciando o orçamento anual No Parlamento, no sábado, o ministro das Finanças, Nirmala Sitharaman, disse que as pessoas que ganham até 1,28 milhão de rúpias indianas (US $ 14.800) por ano não terão que pagar impostos, aumentando o limiar de 700.000 rúpias.

O governo também reduziu as taxas de impostos para as pessoas que ganham acima do novo limiar, pois a quinta maior economia do mundo visa aumentar a demanda doméstica em meio à incerteza sobre as perspectivas econômicas globais devido a novas novas barreiras tarifárias.

“A nova estrutura reduzirá os impostos sobre a classe média e deixará mais dinheiro em suas mãos, aumentando o consumo, a economia e o investimento das famílias”, disse Sitharaman.

A medida resultará em uma rupia indiana anual de 1 trilhão (US $ 11,6 bilhões) atingida pelas receitas do Tesouro, informou a agência de notícias da Reuters.

O país mais populoso do mundo deve postar seu crescimento mais lento Em quatro anos, no próximo ano, em meio à demanda urbana frágil e ao investimento privado fraco, enquanto a inflação de alimentos teimosamente alta prejudicou a renda disponível, disse a agência.

Medidas para ajudar os pobres, jovens, agricultores e mulheres também foram incluídos no orçamento para 2025-26, disse Sitharaman.

A renda per capita é de cerca de US $ 2.700 para a população da Índia de 1,4 bilhão, com cerca de um terço considerado classe média.

O corte de impostos “provavelmente estimulará a demanda e a economia do consumidor pela classe média que enfrentou desafios de inflação elevada e menor crescimento de renda”, disse Sakshi Gupta, economista do HDFC Bank.

Para equilibrar a receita perdida, o governo orçou um aumento modesto nos gastos de capital este ano, o que aumentará para 11,21 trilhões de rupias em 2025-26 em comparação com 10,18 trilhões no ano atual.

Modi, no dele terceiro termo Como o primeiro -ministro do país, enfrentou pressão para atrair a classe média do país e gerar mais empregos para ajudar a sustentar o crescimento.

O governo também aumentará a produtividade em todo o setor agrícola, lançando um programa nacional para impulsionar as culturas de alto rendimento, concentrando-se no cultivo de pulsos e produção de algodão.

Sitharaman disse que o programa terá como alvo pelo menos 17 milhões de agricultores e aumentará o limite para o crédito subsidiado oferecido a eles de US $ 3.460 a US $ 5.767.

O governo também planeja registrar formalmente os trabalhadores do show da Índia e facilitar seu acesso aos cuidados de saúde. Sitharaman disse que o governo emitirá cartões de identidade e os ajudará a acessar iniciativas de bem -estar.

A economia do show da Índia poderia empregar mais de 23 milhões de pessoas até 2030, de acordo com estimativas do think tank do governo, Niti Aayog.

Sitharaman também anunciou um novo fundo para startups e disse que o governo fornecerá mais dinheiro para promover a inovação em parceria com o setor privado.

Ela também anunciou a missão de energia nuclear para impulsionar a transição da Índia para a energia limpa, com o objetivo de desenvolver pelo menos 100 GW de energia nuclear até 2047.



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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).

A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.

Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.

Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável. 

Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas.  No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.

 



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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.

A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.

O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.

Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.

Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.

 



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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