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O Panamá aprova a passagem do ex-presidente Martinelli para a Nicarágua | Notícias do governo

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O Panamá aprova a passagem do ex-presidente Martinelli para a Nicarágua | Notícias do governo

Ricardo Martinelli foi condenado por lavagem de dinheiro em sua terra natal, Panamá, e sentenciado a 10 anos de prisão.

O governo do Panamá aprovou uma passagem segura para o ex -presidente Ricardo Martinelli em apuros para deixar o país para a Nicarágua, depois enfrentando a prisão para lavagem de dinheiro.

O ministro de Relações Exteriores, Javier Martinez-Acha Vasquez, anunciou na quinta-feira que Martinelli poderia sair, citando preocupações com a saúde do ex-presidente.

Martinelli já havia recebido asilo pela Nicarágua, e ele tem evitado a prisão abrindo -se na embaixada do país na Cidade do Panamá.

O ministro das Relações Exteriores do Panamá se recusou a mencionar detalhes sobre os problemas de saúde que Martinelli enfrenta.

“Dado que a linha do tempo da justiça nem sempre coincide com a linha do tempo da saúde, o Ministério das Relações Exteriores decidiu reconhecer o asilo concedido a Martinelli Berrocal pelo governo da Nicarágua”, disse Martinez-Acha Vasquez.

“Este asilo é reconhecido e a conduta segura é concedida por razões estritamente humanitárias”.

O ex -presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, as ondas para apoiadores durante uma manifestação de campanha na Cidade do Panamá em fevereiro de 2024 (Agustin Herrera/AP Photo)

Martinelli, 73 anos, esgotou todos os apelos em seu caso, depois de ser condenado em 2023 a 10 anos de prisão por lavagem de dinheiro. Ele também recebeu uma multa de US $ 19 milhões no caso.

A condenação levou ao fim da carreira política de Martinelli. No ano passado, o tribunal eleitoral do Panamá decidiu que ele não foi possível correr Na corrida presidencial daquele ano

A Constituição do Panamá impede qualquer pessoa com uma sentença criminosa de cinco anos ou mais de ter cargo eleito. Antes da decisão, no entanto, Martinelli era considerado um pioneiro na corrida.

Martinelli sempre manteve sua inocência. Mas os promotores argumentaram com sucesso que ele usou sua influência como presidente, de 2009 a 2014, para conceder contratos governamentais a empresas que então canalizaram dinheiro para uma organização chamada “Novos Negócios”.

Essa empresa era uma frente, alegaram os promotores. E eles disseram que Martinelli o alavancou para comprar um negócio editorial que controlava jornais nacionais.

O escândalo de “novos negócios” foi uma das várias controvérsias que Martinelli enfrentou depois de deixar o cargo.

Ele e seus dois filhos – Luis Enrique Martinelli Linares e Ricardo Martinelli Linares – também foram acusados ​​de envolvimento no escândalo de Odebrecht, um caso de corrupção internacional que prendeu líderes de vários países da América Latina.

Um ex-empresário de supermercados e uma figura popular de direita, Martinelli permanece na embaixada da Nicarágua desde fevereiro de 2024, onde usou as mídias sociais para se comunicar com seus apoiadores.

O Panamá até quinta -feira recusou seu pedido de deixar o país. Mas, antes do anúncio do ministro das Relações Exteriores do Panamenho de que ele agora poderá sair, Martinelli expressou preocupação de que ele possa ser interceptado pela polícia do país.

“Eles devem estar planejando contra mim por ter unidades alfa da polícia nacional do lado de fora da embaixada da Nicarágua”, escreveu ele na plataforma de mídia social X na quinta -feira.

Martinelli tem até meia -noite do dia 31 de março para sair.



Leia Mais: Aljazeera

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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