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O pânico Deepseek revela um mundo de IA pronto para soprar | James Vincent
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2 anos atrásem
James Vincent
TA chegada do Deepseek R1, um modelo de idioma de IA construído pelo laboratório de AI chinês Deepseek, tem sido nada menos que sísmico. O sistema foi lançado apenas na semana passada, mas o aplicativo já atirou no Top of Download Chartsdesencadeou a $ 1TN (£ 800 bilhões) venda de ações de tecnologia e provocou comentários apocalípticos no Vale do Silício. A abordagem mais simples do R1 está correta: é um sistema de IA igual em capacidade para os modelos americanos de última geração que foram construídos com um orçamento apertado, demonstrando assim proezas tecnológicas chinesas. Mas a grande lição talvez não seja o que o Deepseek R1 revela sobre a China, mas sobre neuroses ocidentais em torno da IA.
Para os obsessivos da IA, a chegada de R1 não foi um choque total. A Deepseek foi fundada em 2023 como uma subsidiária do fundo de hedge chinês High-Flyer, que se concentra na análise financeira pesada de dados-um campo que exige habilidades semelhantes à pesquisa de IA de ponta. Seu laboratório subsidiário começou rapidamente a produzir artigos inovadores, e o CEO Liang Wenfeng disse aos entrevistadores Em novembro passado que o trabalho foi motivado não pelo lucro, mas “paixão e curiosidade”.
Esta abordagem valeu a pena e Em dezembro passado A empresa lançou a Deepseek-V3, um antecessor de R1 com as mesmas qualidades atraentes de alto desempenho e baixo custo. Como ChatGPT, V3 e R1 são grandes modelos de idiomas (LLMS): chatbots que podem ser colocados em uma enorme variedade de usos, desde redação até codificação. O principal pesquisador de IA Andrej Karpathy avistou o potencial da empresa no ano passado, Comentando sobre o lançamento do V3: “Deepseek (AI Chinese Co), fazendo com que pareça fácil hoje com um lançamento de pesos abertos de um LLM de grau de fronteira treinado em uma piada de um orçamento”. (Esse orçamento citado foi de US $ 6 milhões – dificilmente muda de bolso, mas ordens de magnitude menores que as US $ 100 milhões necessários Para treinar o GPT-4 do OpenAi em 2023.)
O impacto do R1 tem sido muito maior por alguns motivos diferentes.
Primeiro, é o que é conhecido como modelo de “cadeia de pensamento”, o que significa que, quando você dá uma consulta, ela se fala através da resposta: um truque simples que melhora enormemente a qualidade da resposta. Isso não apenas tornou o R1 diretamente comparável ao modelo O1 da OpenAI (outra cadeia de sistema de pensamento cujo desempenho R1 rivais), mas também aumentou sua capacidade de responder a matemática e consultas de codificação – problemas que os especialistas da IA valorizam muito. Além disso, o R1 é muito mais acessível. Não é apenas gratuito usar através do aplicativo (em oposição ao US $ 20 por mês Você precisa pagar o OpenAI para conversar com O1), mas é totalmente gratuito para os desenvolvedores baixarem e implementarem seus negócios. Tudo isso significou que o desempenho do R1 foi mais fácil de apreciar, assim como a interface de bate -papo do ChatGPT tornou acessíveis a IA Smarts existentes pela primeira vez em 2022.
Segundo, o método da criação de R1 mina a abordagem atual do Vale do Silício à IA. O paradigma dominante nos EUA é ampliar os modelos existentes, simplesmente adicionando mais dados e mais poder de computação para obter maior desempenho. É essa abordagem que levou a Grandes aumentos nas demandas de energia Para o setor e as empresas de tecnologia vinculadas aos políticos. O projeto de lei para o desenvolvimento da IA é tão grande que os técnicos agora desejam alavancar o financiamento e a infraestrutura do estado, enquanto os políticos desejam comprar sua lealdade e ser vistos apoiando empresas em crescimento. (Veja, por exemplo, Trump de US $ 500 bilhões Anúncio “Stargate” no início deste mês.) R1 derruba a sabedoria aceita de que a escala é o caminho a seguir. Pensa -se que o sistema seja 95% mais barato do que OpenAi’s O1 e usa um décimo Do poder de computação de outro LLM comparável, o modelo LLAMA 3.1 da Meta. Para alcançar um desempenho equivalente em uma fração do orçamento, é o que é realmente chocante em R1, e é isso que tornou seu lançamento tão impactante. Isso sugere que as empresas americanas estão jogando dinheiro fora e podem ser espancadas por concorrentes mais ágeis.
Mas após essas observações basais, é complicado dizer exatamente o que R1 “significa” para a IA. Alguns estão argumentando que o lançamento do R1 mostra que estamos supervalorizando empresas como a Nvidia, o que torna os chips integrantes ao paradigma de escala. Mas também é possível que o oposto seja verdadeiro: que o R1 mostra que os serviços de IA cairão de preço e demanda, portanto, aumentará (um efeito econômico conhecido como Jevons Paradox, que o CEO da Microsoft, Satya Nadella, compartilhou com assistência útil Um link para na segunda -feira). Da mesma forma, você pode argumentar que o lançamento do R1 mostra a falha da política dos EUA em limitar o desenvolvimento de tecnologia chinesa por meio de controles de exportação em chips. Mas, como o pesquisador de políticas de IA Lennart Heim discutiuos controles de exportação levam tempo para trabalhar e afetam não apenas o treinamento de IA, mas também a implantação em toda a economia. Portanto, mesmo que os controles de exportação não parem os lançamentos de sistemas de carro -chefe como o R1, eles ainda podem ajudar os EUA a manter seu líder tecnológico (se esse for o resultado que você deseja).
Tudo isso é dizer que os efeitos exatos do lançamento do R1 são impossíveis de prever. Existem muitos fatores complicadores e muitas incógnitas para dizer o que o futuro reserva. No entanto, isso não interrompeu o mundo da tecnologia e os mercados reagindo em um frenesi, com os CEOs em pânico, os preços das ações e os analistas lutando para revisar previsões para o setor. E o que isso realmente mostra é que o mundo da IA é febril, imprevisível e excessivamente reativo. Esta é uma combinação perigosa e, se o R1 não causar um colapso destrutivo desse sistema, é provável que algum lançamento futuro o fará.
James Vincent era anteriormente editor sênior no The Verge, onde se especializou em IA. Seu primeiro livro, Beyond Meased: the Ocult History of Medions, foi publicado em 2022
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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