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O Paquistão sofre a maior perda de T20, enquanto a Nova Zelândia assume a liderança da série 3-1 | Notícias de críquete
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2 anos atrásem
A Nova Zelândia recorde uma vitória de 115 corridas no quarto T20, já que todos, exceto dois, o Paquistão marcam em duplos em perseguição de 221.
O ataque implacável da Nova Zelândia esculpiu a formação de rebatidas paquistanesas para oferecer uma vitória esmagadora de 115 corridas no quarto Twenty20 e conquistar a série de cinco partidas por 3-1.
O time da casa postou 220-6 no Monte Maunganui e depois descartou um Paquistão irregular por apenas 105 no dia 17.
Jacob Duffy reivindicou 4-20 e o colega Zak Foulkes por 3-25, enquanto o Paquistão sofreu sua maior derrota no T20 por corridas contra todas as nações, eclipsando uma derrota de 95 corridas contra a Nova Zelândia em Wellington há nove anos.
Os turistas foram reduzidos para 9-3 depois de dois overs com Duffy ensacando dois escalpos no primeiro, ambos pegos pelo wicketkeeper Mitch Hay.
A primeira vítima de Duffy foi Hasan Nawaz por um, dois dias após o jogo explodiu Um século de inauguração no jogo três em Auckland para manter a série viva.
Aos 56-8, o Paquistão correu o risco de ficar aquém da sua pontuação mais baixa nos internacionais T20-74 contra a Austrália em 2012. Mas Abdul Samad fez um invicto 44 para orientar sua equipe após o total e, aos 91 anos, além do total mais baixo contra a Nova Zelândia.
O único outro batedor a marcar em dois dígitos foi Irfan Khan com 24.
Foi a segunda maior vitória do T20 da Nova Zelândia por corridas, quase ultrapassando seu dubbing de 119 corridas das Índias Ocidentais em 2018, no mesmo local Oval Bay.
Anteriormente, Finn Allen correu para 50 de apenas 20 bolas, colocando 59 para o posto de abertura da Nova Zelândia com Tim Seifert, cujos 44 fizeram 22 entregas.
Seifert foi o primeiro de três batedores demitido por Seamer Haris Rauf, que reivindicou 3-27.
Allen atingiu seis quatros e três seis, enquanto o capitão Michael Bracewell foi quase tão eficaz na morte, explodindo 46 e não fora de 26 bolas.
“Com Tim (Seifert) cantando, torna difícil conseguir algum ritmo às vezes”, disse Allen, que foi jogador da partida.
“É bom para mim sentar do outro lado e vê -lo ir e depois tentar assumir o controle quando ele for.”
Os Pacers da Nova Zelândia foram capazes de mover a bola em condições sob holofotes que anteriormente pareciam relativamente benignos. Até o spinner de perna Ish Sodhi achou a compra para girar a bola acentuadamente.
“Temos que dar crédito a eles, eles jogaram muito bem e eles nos superaram”, disse o capitão do Paquistão, Ali Agha.
“Estava balançando e girando também. Fez muito nas segundas entradas, mas somos uma equipe internacional e temos que fazer melhor”.
O jogo cinco está em Wellington na quarta -feira.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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