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O passado traumático de JD Vance não explica seu bullying da Ucrânia: sua doutrina ‘pode estar certa’ faz | Karolina Wigura e Jarosław Kuisz
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Karolina Wigura and Jarosław Kuisz
Even antes do tratamento chocante de Volodymyr Zelenskyy no Salão Oval, os EUA votaram com a Rússia na ONU. Sinos de alarme sobre a ameaça à segurança agora que a Europa já estava tocando durante O discurso de JD Vance em Munique Em fevereiro, quando ele questionou o objetivo de defender as democracias liberais da Europa da Rússia.
Para os países que cercam a Rússia, isso não se trata apenas de impertinência ou diplomacia, mas de potencialmente ser eliminada do mapa.
Mas eles também estão percebendo que, em vez de um “oeste”, o ideal que há tanto mitologizamos antes mesmo do colapso do comunismo, estamos – em uma das mudanças geopolíticas mais importantes em décadas – vendo o nascimento de dois.
Muitas pessoas em todo o mundo ficaram encantadas com Elegy de Vance’s Hillbilly. Suas memórias mais vendidas mostraram que o desejo de reconstruir uma vida normal após uma infância patológica pode ser um terreno fértil para o populismo.
Mas Vance age como se um pano de fundo de dificuldades e luta no cinturão de ferrugem americano justifique sua desastrosa trajetória política. Por fim, ele não é completamente convincente. E não apenas porque, independentemente de onde ele nasceu, ele acabou na escola de direito de Yale e agora é vice-presidente dos EUA.
As conseqüências políticas do trauma não devem ser subestimadas. No entanto, como indivíduos e sociedades, temos escolhas na maneira como lidamos com experiências negativas: podemos decidir promover a polarização e ressentimento ou cultivar solidariedade e compaixão.
Todo o ex -bloco oriental já foi uma grande “elegia de Hillbilly”. Foi preciso imenso esforço para elevar as nações devastadas pela falência comunista do colapso político, econômico e muitas vezes moral e transformá -las em membros da União Europeia e da OTAN. Certamente, a modernização bem -sucedida após 1989 não estava livre de erros e sofrimentos políticos.
Mas a divisão do continente em 1945 foi imposta pelos grandes poderes do Reino Unido, EUA e URSS. Nossos países não foram consultados. O legado em décadas de estagnação política e econômica-imposta internacionalmente de cima-para nós significava pobreza, infraestrutura em ruínas, instituições estatais fracas e milhões de dificuldades com profunda incerteza sobre sua própria autoestima. Eles eram frequentemente viciados em álcool, também como resultado da engenharia social da era soviética. Ser prejudicado com esse legado não atendido não nos impediu de ser retardados de marca ou considerado menos civilizado do que nossos vizinhos ocidentais enquanto lutávamos para recuperar o atraso.
A meta permaneceu clara para nós, no entanto: tivemos que restabelecer nossos estados da nação democrática e depois partir em uma ótima corrida para combinar com os padrões ocidentais. Nossa ocidentalização foi de entusiasmo, mas também de ingenuidade. Em certo sentido, éramos como Enéias, o herói da mitologia greco-romana, forçada a deixar para trás o mundo que conhecíamos para construir algo novo.
Mais de três décadas após 1989, a transformação da Europa Central e Oriental é surpreendente. Embora o medo de perder nossa soberania nunca tenha desaparecido, em Tallinn, Vilnius ou Bratislava, a modernidade confiante e brilhante agora se mistura com os remanescentes de um passado comunista. Ruas limpas, novos bondes elegantes e um desejo de febril para renovar tudo que reflete não apenas o crescimento econômico, mas uma ambição mais profunda de pertencer – para provar que éramos dignos disso, principalmente imaginados, oeste.
Esse caminho coincidiu com a nossa maioridade como democracias. Mas a experiência de ver a regra populista em muitos países-Brexiters vencendo no Reino Unido, o ataque russo em larga escala em Ucrânia – trouxe uma nova clareza.
É como se a história tivesse revertido. Nós ocidentalizamos para alcançar a maturidade democrática. Agora é a Europa Ocidental que precisa “leste” para alcançar a maturidade em segurança e defesa.
Mas o Ocidente global que nós aspiramos a ingressar está bifurcando; Dividindo -se em campos democráticos e populistas liberais, entre ressentimento e solidariedade. Os que estão no poder em Washington parecem apoiar o desmantelamento dos princípios e ideais orientadores democráticos que nos ajudaram a superar nossa miséria passada. Os mesmos princípios e ideais permitiram Ucrânia resistir à agressão russa brutal e manter a esperança de ingressar nas instituições ocidentais.
Um dos dois novos Wests pertence a Vance, Donald Trump e seus seguidores europeus na Hungria, Eslováquia e outros lugares.
Após a promoção do boletim informativo
O outro Ocidente ainda se importa com o constitucionalismo e os direitos humanos universais. E este oeste democrático, pela primeira vez, começou a compartilhar as preocupações da Europa pós-comunista sobre soberania. As pessoas em nossa região vivem com medo existencial há muito tempo. É por isso que a Polônia e os países bálticos gastam quantidades recordes de seu PIB em seus militares, às custas de outras necessidades.
Agora, finalmente, Emmanuel Macron, Keir Starmer e o candeador alemão Friedrich Merz estão dispostos a ver as coisas da perspectiva da Ucrânia. A cúpula em Londres No domingo, confirmou isso. Lembre -se, a ansiedade não foi igualmente compartilhada antes de fevereiro de 2022, quando os avisos da Ucrânia eram frequentemente demitidos como “russofobia” ou “hawkish”.
Desde então, muito foi escrito sobre o centro de gravidade da UE mudando da França e Alemanha para os países bálticos e Polônia. Se isso é verdade, é porque os vizinhos diretos da Rússia estavam dispostos a assumir uma parcela desproporcional do ônus de se opor à Rússia e depois começar a trabalhar na genuína defesa da Europa.
Mas Eleição da Alemanhaem que a alternativa de extrema direita, favorável à Rússia, Für Deutschland (apoiada por Vance) ficou em segundo lugar, nos lembra que no novo oeste bifurcado, a Europa também está dividida: apenas um parte é leal a valores democráticos liberais. Ele entende que a solidariedade não é uma questão de atrair a consciência do mundo ou gritar sobre responsabilidade histórica, sacrifício e custo enorme. Pelo contrário, é uma questão de interesse próprio.
O tratamento humilhante de Vance de Zelenskyy no Salão Oval simbolizava outra coisa. Vance já foi um crítico feroz de Donald Trumpentão ele de repente trocou de lado. No Salão Oval, a Elegia Hillbilly se transformou em um elogio caipira para o bullying daqueles que precisavam de solidariedade e compaixão. Sua marca de neoconservatismo parece um conformismo comum da velha escola para a doutrina do poder é certa, países fortes desprezando ou atacando os menores.
Com o Ocidente se dividindo em dois, salvar uma Ucrânia gratuita e defender a democracia liberal parece assustadora. Mas é mais claro do que nunca que os dois andem de mãos dadas.
Karolina Wigura é um historiador polonês e co-autor de Soberania pós-traumática: um ensaio (por que a mentalidade da Europa Oriental é diferente)
Jarosław Kuisz é editor-chefe do Weekly Kultura Liberalna, e o autor da nova política da Polônia: um caso de soberania pós-traumática
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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