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O plano genocida de Trump para “limpar” Gaza estava lá o tempo todo | Conflito Israel-Palestino

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É uma visão humilhante assistindo palestinos agredidos, principalmente a pé, no norte de Gaza como um rio longo e sinuoso.

A procissão silenciosa e digna de volta aos remanescentes achatados de suas casas e vidas incertas é um testemunho emocionante da determinação de um povo que, apesar da dor e perda difundido, estão determinadas a recuperar e reconstruir o que um regime genocida procurou apagar.

Palestinos, como eu escreveu Em uma coluna no início deste mês, são incansáveis.

Na mesma peça, explorei o significado de quatro palavras que vieram à mente quando um cessar -fogo foi finalmente impressionado após 15 meses de terror implacável: alívio, gratidão, reconhecimento e vergonha.

Havia uma quinta palavra que eu planejava incluir, mas, no momento feliz repleto de possibilidades renovadas e celebrações alimentadas por esperança, parecia terminante.

A palavra era “medo”.

Eu temia a previsão previsível de declarar “vencedores” e “perdedores” quando deveria ser aparente que o genocídio só produz ruína, morte e destruição.

Uma série de colunas de coffee instantâneo foi realmente publicada alegando que Israel havia perdido a “guerra” e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu havia sido “humilhado” desde que, embora danificado, o Hamas emergiu intacto e ainda estava no comando de Gaza.

Verdadeiro ou não, o comentário me lembrou o triunfalismo chocante e míope sobre a exibição deprimente no resíduo bruto dos eventos letais de 7 de outubro de 2023.

Logo após o anúncio do cessar -fogo, fui agarrado por uma sensação de déjà vu.

Eu temia que o acordo apenas subjugasse a luxúria de Killing de Israel em Gaza por um tempo e, enquanto isso, Netanyahu e Rancid Company lançariam sua ira desenfreada em palestinos presos na Cisjordânia ocupada.

Os horrores se desenrolando na Cisjordânia – a invasão brutal, os assassinatos de crianças, mulheres e homens, as expulsões e bloqueios forçados – são um espelho da crueldade de Israel em Gaza agora em pausa.

Finalmente, temia que o crédito, se não elogie, que o então presidente eleito dos EUA, Donald Trump, tenha recebido-mesmo entre alguns escritores palestinos equivocados-por ter intermediado o acordo para silenciar as armas enquanto o governo Biden se destacava, seria substituído rapidamente por decepção e traição amarga.

O chamado “empurrão” de Trump para um cessar-fogo era mais uma questão de óptica auto-engrandecedor na véspera de uma inauguração do que a evidência de uma crença sincera em paz ou um desejo genuíno de impedir o sofrimento por atacado de palestinos sitiados.

Pareceu -me claro que Trump – sempre o autocrata predere – nunca considerou e nunca consideraria os palestinos como seres humanos dignos de sua preocupação ou atenção.

Como resultado instrutivo, o Acordo de Ceasefire foi projetado para aprimorar os impulsos de Trump e-me-me-eu e para usar como um cudgel para cair sobre um dos fracassos da política externa do presidente Joe Biden ao partir do Salão Oval.

Como sempre, as alianças do novo comandante-chefe da América estão com Israel-trava fanática, estoque e barril-e o cessar-fogo é um cavalo de Trojan destinado a esconder os planos sinistros de Trump.

Com certeza, em um espasmo de clareza e honestidade, Trump contado Um bando de repórteres no Air Force One no sábado que ele queria “apenas limpar” Gaza com a ajuda da Jordânia e do Egito.

“Gostaria do Egito levar as pessoas”, disse Trump. “Você está falando provavelmente de um milhão e meia pessoas, e nós apenas limpamos tudo e dizemos: ‘Você sabe, acabou’.

Era Trump vintage: reduzir os palestinos e seu lar ancestral para um terreno para ser etnicamente limpo em um capricho de onda a uma mão.

A “bagunça” seria resolvida e-surpresa, surpresa-, sem dúvida, os promotores imobiliários favoráveis ​​a Trump lucrariam generosamente ao livrar Gaza de palestinos para dar lugar a raiva de colonos israelenses e uma série de resorts à beira-mar.

Tudo isso, todo onça maluco e diabólico, é o material dos sonhos para Bezalel Smotrich, ministro das Finanças de Genocídio de Israel, gelo, gelo e genro de Trump, Jared Kushner e o Enviado do Oriente Médio do Presidente, Steve Witkoff , quem é segundo “Refletindo” a idéia absurda de ter palestinos “voluntariamente” migrar para a Indonésia.

Os pedidos de Trump para “limpar” Gaza de palestinos são um fac-símile quase verbatim de observações terríveis Kushner feito na Universidade de Harvard em fevereiro passado.

Na época naquele local supostamente agosto, o ex -consultor sênior de política externa durante o primeiro mandato de Trump sugeriu que Israel removesse os palestinos de Gaza enquanto “limpa” o enclave costeiro aniquilado.

“Da perspectiva de Israel, eu faria o possível para tirar as pessoas e depois limpá -lo”, disse Kushner.

Ele acrescentou, para uma medida extraordinária, que a “propriedade à beira -mar” de Gaza era potencialmente “muito valiosa”.

Novamente, como seu sogro intransigente, Kushner vê Gaza como outro empreendimento imobiliário lucrativo e palestinos sobreviventes e sobreviventes-um inconveniente irritante.

Em vez de a Indonésia, Kushner aparentemente prefere convencer os palestinos “com diplomacia” a concordar em ser enviado em massa ao Egito ou se mudou para o deserto de Naqab.

“Eu simplesmente iria descartar algo no Negev, tentaria mudar as pessoas para lá”, disse ele. “Eu acho que é uma opção melhor, para que você possa entrar e terminar o trabalho.”

Sim, é claro, “terminar o trabalho” – agradável e legal – assim como o Papa Trump imagina.

Na sugestão, os especialistas ingênuos que, apenas alguns dias, aplaudiram Trump por aplicar o tipo de pressão convincente de que apenas um presidente dos EUA pode se exercitar em um Israel recalcitrante, estavam gritando sobre “linhas vermelhas” que haviam sido atravessadas em relação ao a-vis. Possível despejo forçado dos palestinos.

Embora preocupados em encontrar e enterrar os corpos sepultados de seus entes queridos mortos, os palestinos levaram tempo dessa tarefa urgente para Diga a Trump, Kushner e Witkoff que eles não devem ser movidos – em qualquer lugar, a qualquer momento, por ninguém.

No entanto, meus medos persistem.

Eu temo que os fanáticos nomeados por Trump, que acreditar que não existe um palestino, que Israel tenha “bíblico”Domínio sobre a Cisjordânia, e que um terceiro templo deveria ser erguido Sobre os detritos da mesquita al-Aqsa, prevalecerá nos próximos quatro anos.

Meus medos estão enraizados no conhecimento de que os palestinos foram abandonados pela “comunidade internacional” por mais de 75 anos, inclusive enquanto vítimas de um genocídio flagrante.

Eu tenho pouca, se houver, fé nessa mesma “comunidade internacional” covarde que se destaca da maneira esculpida de Trump se ele e seus confederados igualmente insensíveis decidirem “purgar” a Palestina de seu povo para sempre.

As opiniões expressas neste artigo são do autor e não refletem necessariamente a postura editorial da Al Jazeera.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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