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O preço aumenta para ocasionar com glória na noite histórica para o boxe feminino | Boxe
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Donald McRae at the Royal Albert Hall
ONA noite mergulhada na história, Natasha Jonas não pôde reverter os anos, pois foi desgastada e superada por Lauren Price, que dominou sua luta mundial de unificação do título médio para adicionar o IBF e o WBC Belts ao WBA Bauble que ela já possui. Price, em seu Prime Fighting, aos 30 anos, é 10 anos mais jovem que Jonas e ela foi muito rápida, fluida e poderosa, pois todos os três juízes concederam a ela a decisão por margens abrangentes de 98-93, 100-90 e 98-92.
Jonas teve uma carreira admirável e foi a primeira mulher a ser nomeada como caça do ano do British Boxing em 2022. Mas, no final, o tempo devasta todos os lutadores e Jonas não conseguiu combinar com o fogo do preço cujo equilíbrio é um campeão olímpico também foi evidente.
O anel anda por preço e jonas era eletrizante. Price, o caça galês apaixonado, foi acompanhado pelo desafio do desafio de Yma O Hyd de Dafydd Iwan. Jonas logo se seguiu quando a corrida do mundo de Beyoncé (meninas) cresceu em torno dela e o barulho se intensificou. Price usava preto enquanto Jonas era mais colorido em troncos azuis e dourados e um top branco intocado.
Os socos mais notáveis de uma abertura movimentada de duas rodadas, para os dois lutadores, vieram do preço cuja velocidade da mão era muito mais impressionante. No segundo, desequilibrado e sob incêndio intenso, Jonas foi cortado por um gancho duro direito que a deixou tropeçando no ringue. Ela já tinha a aparência de uma antiga campeã que sabia que enfrentava uma provação punitiva.
As luvas pretas de preço eram um borrão constante e Jonas parecia intimidado e tentativo, pois os pesados socos a machucam após a rodada. Por mais liso que fosse agressivo, o preço dominado por zelo sem remorso. A diferença de idade parecia dolorosamente aguda, mesmo quando Jonas tentou recuperar a iniciativa, Price a pegou com balcões de bolhas para vencer quase todas as rodadas.
As duas mulheres lutaram em um ambiente atmosférico para o boxe, enquanto o Royal Albert Hall abriu suas portas há 154 anos este mês. Ele fornece intimidade e grandeza, além de um profundo senso de história, com as camadas circulares de assentos criando um imponente teatro de boxe na rodada. Dúbio e grandes lutadores fizeram o encaixe aqui – incluindo Primo Carnera, Kray Brothers, Muhammad Ali, Frank Bruno, Lennox Lewis e Marco Antonio Barrera.
No início de uma noite suave de primavera, em Londres, perto da entrada dos fundos do Albert Hall, no apropriadamente chamado Kensington Gore, a visão familiar de duas ambulâncias esperando para levar qualquer lutador atingido ao hospital ofereceu um lembrete preocupante. Boxemesmo em uma noite supostamente histórica para as mulheres lutadores, está carregada de perigo. Mas o belo local acrescentou um brilho cultural à Stark Logistics. No porão, os lutadores foram informados de que, se precisassem de wifi, a senha era “Elgar” – o compositor inglês de pompa e circunstância.
Um tipo diferente de multidão de luta cumprimentou os primeiros boxeadores, a fortemente tatuada Gemma Rueggg e a ricamente promissora de Fran Hennessy. Foi notável, em um local com capacidade para 5.200 fãs de boxe, que havia tantas mulheres quanto homens gritando seu apoio – especialmente para o trabalho de pés fluidos e um soco nítido de Hennessy que cruzaram a vitória.
A vaiação estridente nunca está longe do boxe tradicional e fez uma aparição precoce quando Chloe Watson, treinada por Ricky Hatton, perdeu seu título europeu de peso mosca em uma decisão dividida para Jasmina Zapotoczna.
Raramente existem muitos knockdowns no boxe feminino, mas Karriss Artingstall deixou Raven Chapman pesadamente na segunda rodada de seu concurso pelo vago título britânico de penas. Artingstall, ex -parceiro de Price, ganhou um veredicto amplo e unânime nas três cartas para se tornar o novo campeão.
É difícil ignorar o grupo extremamente raso de talentos premium, mas essas noites só podem ajudar a atrair novos lutadores em potencial. Como o Albert Hall se encheu para cerca de 80% de sua capacidade, parecia importante lembrar que o boxe das mulheres ainda estava proibido na Grã -Bretanha em 1998. Portanto, o progresso está sendo feito Mas esta conta perdeu um pouco de brilho Após a retirada forçada de Cindy Ngamba devido a preocupações médicas.
Ngamba, a medalhista olímpica da equipe de refugiados, falou nesta semana de sua preocupação de que o estrangulamento da Arábia Saudita sobre o negócio de luta prejudique seriamente as combatentes. O logotipo da temporada Riyadh foi impresso na tela cinza do anel ainda, até agora, não houve interesse significativo no boxe feminino dos sauditas.
Após a promoção do boletim informativo
Mas o boxe britânico tem uma futura estrela clara. Caroline Dubois é a jovem lutadora mais talentosa neste país e mostrou flashes de seu vasto potencial contra Bo Mi re Shin, o sul -coreano duro e resiliente. Ambas as mulheres usavam preto, mas o topo de Dubois e o tronco brilhava com borlas prateadas, que se encaixava em sua classe extra e panache enquanto ela mudava de cabeça para corpo.
Em sua 24ª luta, o dobro da quantidade de lutas que contou com Dubois, Shin impulsionou determinadamente, mas com pouco efeito. As mãos rápidas de Dubois e a energia afiada a abalaram repetidamente. Então, na 10ª e na última rodada, o campeão se permitiu ser arrastado inexplicavelmente para uma briga de cães. Olhando de repente Dubois drenado foi forçado a se retirar enquanto Shin rasgou nela. O coreano acertou alguns tiros e, enquanto Dubois revidou, uma série emocionante de trocas iluminava a venerável velha arena.
A maior parte da multidão que ruge estava de pé quando Shin se esforçou, mas não conseguiu encontrar o nocaute que ela precisava.
Dubois, que aprendeu uma lição valiosa naqueles que hematizam os dois minutos, manteve seu título leve do WBC World em uma decisão majoritária-com dois juízes sendo precisos em sua pontuação 98-93 e 98-92. O terceiro oficial de alguma forma viu um empate de 95 a 95 em outro pequeno empurrão para Dubois que, apesar de todas as suas habilidades mal-humoradas, ela ainda tem muito o que aprender no ringue.
A noite pertencia a Price – que agora está em uma posição forte para fazer sua própria história como a principal boxeadora da Grã -Bretanha. “Entendendo aqui hoje à noite, que local fez história”, disse Price logo após o último sino. “Mas tenho que agradecer enorme a Tasha. Precisamos de parceiros de dança perfeitos. Eu a respeito pelo que ela fez, não apenas pelo boxe feminino, mas no boxe. Verdadeira lenda. Foi uma honra compartilhar o anel com ela. ”
Price acrescentou: “Sinceramente, acredito que posso ficar indiscutível (campeão dos médios). Eu quero continuar. Eu quero criar um legado duradouro. ”
Quando Jonas se despediu desse famoso prédio antigo, ela também podia olhar para frente. Seus melhores dias no ringue terminaram, mas, como a primeira mulher a obter uma licença como gerente no boxe britânico, Jonas já está construindo um estábulo crescente de jovens lutadores. Ela pode encontrar algum consolo nesta nova vida enquanto se recupera de uma noite dura e dolorosa no ringue.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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