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O prefeito de Istambul detido, imamoglu, nega o ‘terrorismo’: Relatório | Notícias de protestos

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O prefeito de Istambul detido, imamoglu, nega o 'terrorismo': Relatório | Notícias de protestos

Prefeito de Istambul detido Ecrem de Immamogl negou acusações de “terrorismo” contra ele, de acordo com um documento do tribunal visto pela agência de notícias da Reuters

“Vejo hoje durante o meu interrogatório que eu e meus colegas enfrentamos acusações e calúnias inimagináveis”, disse Imamoglu, no sábado, em sua defesa durante uma audiência, mostrou o documento.

Mais tarde, no sábado, Imamoglu chegou ao tribunal de Caglayan, onde deveria ser interrogado pelos promotores, disse um porta -voz da prefeitura. Imamoglu comparecerá ao tribunal no domingo, pois o juiz deve decidir se o prende ou libertá -lo.

O prefeito, uma figura -chave da oposição e o potencial desafiante do presidente de longa data Recep Tayyip Erdogan, foi detido na quarta -feira pelo governo por suposta corrupção e “terrorismo”.

Sua detenção ocorreu quatro dias antes de seu Partido Popular Republicano (CHP) planejar nomeá -lo como seu candidato presidencial de 2028.

Erdogan acusou no sábado a liderança do CHP de transformar o partido “em um aparato para absolver um punhado de ladrões municipais que ficaram cegos pelo dinheiro”.

Ele também acusou isso de “fazer de tudo para perturbar a paz pública, polarizar a nação”.

Aparência do tribunal

Reportagem de Ancara, Stefanie Dekker, da Al Jazeera, disse que Imamoglu será transferido da custódia da polícia para a custódia judicial no sábado.

“Entendemos que ele terá uma verificação de saúde junto com 100 outros que também são acusados, e então ele será transferido para o tribunal. Então ele será interrogado por um promotor mais tarde hoje à noite”, disse ela.

“Então, amanhã de manhã, ele aparece diante de um juiz, e o juiz tomará uma decisão sobre se … ele é libertado sem acusação, libertado aguardando julgamento ou detido pendente de julgamento”, acrescentou.

‘Sentindo de estar preso’

A prisão de Imamoglu provocou uma onda de protestos que se espalharam dentro de 48 horas para mais de dois terços das 81 províncias de Turkiye, incluindo mesmo fortalezas do Partido da Justiça e Desenvolvimento de Erdogan, como a área central de Konya e Trabzon e Rize no Mar Negra.

O ministro da Justiça, Yilmaz Tunc, disse a repórteres nesta semana que as prisões não tinham nada a ver com o governo. “Vincular investigações e casos iniciados pelo judiciário ao nosso presidente é, na melhor das hipóteses, presunçosos e inapropriados”, disse ele.

A Diretoria de Comunicações de Erdogan também disse que a presidência continuaria a defendê -lo contra o que chamou de “campanha irracional de difamação”.

Apesar da proibição de protestos e uma forte presença policial, enormes multidões de manifestantes foram às ruas.

Turkiye viu uma quarta noite consecutiva de protestos no sábado.

“O sentimento de ficar preso – economicamente, social, politicamente e até culturalmente – já era generalizado”, disse Kemal Can, jornalista e autor de vários livros sobre a Sociedade Turca, à agência de notícias da AFP.

Mas Erdogan ainda mantém apoio em muitas partes do país que confia no governo devido à história divisória do país e ao ambiente polarizado atual.

A prisão de Imamoglu, disse Can, provocou uma forte reação, “especialmente entre os jovens preocupados com seu futuro em um país onde as liberdades são cada vez mais restritas. É uma reação que vai muito além do imamoglu”.

“Não se trata apenas do CHP, mas de todos. A questão é se Turkiye viverá sob um regime autoritário ou será um país democrático”, disse Ilhan Uzgel, que lida com as relações externas do partido.

Em uma tentativa de destacar a natureza apartidária do movimento de protesto, o CHP convidou todos os turcos, não apenas os membros do partido, para ingressar em seu voto primário simbólico no domingo, quando imamoglu deve ser nomeado candidato presidencial do partido.

A Imamoglu elogiou os protestos e disse em um post no X no sábado que eles visavam proteger a “democracia” como uma “inspiração” para o mundo.

Protesto contra a repressão

Polícia turca reprimiram os manifestantes.

Autoridades disseram que 343 pessoas foram presas nas manifestações até agora, que viram centenas de milhares de pessoas protestando contra as maiores cidades de Turkiye em uma grande demonstração de desafio.

No sábado, foram emitidos mandados de detenção para 94 suspeitos acusados ​​de publicar pedidos “provocativos” para protestar e criar “pânico” público, disse a agência de notícias turca Anadolu, citando o escritório do promotor público -chefe de Istambul.

A polícia realizou ataques simultâneos, detendo 56 dos suspeitos, e está procurando os outros 38, relatou Anadolu, acrescentando que as autoridades também apreenderam drogas ilegais durante pesquisas das casas dos suspeitos.

A investigação contra İmamoglu faz parte de uma investigação abrangente envolvendo 106 suspeitos sobre a corrupção e as alegações de “terror”.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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