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O presidente da Coreia do Sul, Yoon, sobreviverá à segunda moção de impeachment? | Notícias de política
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Seul, Coreia do Sul – O presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol, enfrentará uma segunda moção de impeachment na Assembleia Nacional no sábado, apenas uma semana depois de uma tentativa anterior do a oposição política ficou aquém.
Os riscos são elevados após a controversa declaração de lei marcial de Yoon, em 3 de dezembro, que desencadeou protestos a nível nacional e aumentou a incerteza para a quarta maior economia da Ásia.
Para que a mais recente moção de impeachment seja bem sucedida, deve garantir pelo menos 200 votos – uma maioria de dois terços – na Assembleia Nacional da Coreia do Sul, com 300 lugares.
O bloco de oposição detém 192 assentos, faltando oito votos para o número exigido.
No entanto, nos últimos dias, um pequeno mas crescente número de legisladores do Partido do Poder Popular, que governa Yoon, apoiou abertamente a moção, tornando o impeachment cada vez mais provável.
Em um endereço televisivo desafiador na quinta-feira, Yoon rejeitou a ideia de renúncia voluntária, enfatizando: “Se eles me acusarem ou me investigarem, permanecerei firme”.
O que acontecerá se Yoon sofrer impeachment?
Se a Assembleia Nacional aprovar a moção de impeachment, uma série de processos legais e constitucionais se desenrolarão, começando com a entrega oficial da resolução de impeachment da Assembleia Nacional ao Gabinete do Presidente e ao Tribunal Constitucional.
A partir desse momento, os poderes presidenciais de Yoon serão suspensos. Ele ainda manterá o título e alguns privilégios associados à presidência, incluindo a residência presidencial e a proteção contínua da segurança.
Durante este período, o primeiro-ministro da Coreia do Sul assumirá o papel de presidente interino, nos termos do artigo 71.º da Constituição.
No entanto, a oposição também está a considerar a possibilidade de destituir o primeiro-ministro Han Duck-soo em conexão com o seu possível papel na declaração da lei marcial. Se Han também sofrer impeachment, o vice-primeiro-ministro para a economia assumirá o cargo de presidente interino.
O presidente interino cuidará de funções essenciais, como comando militar, emissão de decretos e gestão de assuntos estatais.
Embora a Constituição não limite claramente o âmbito da autoridade de um presidente em exercício, o precedente sugere que os poderes devem ser limitados à manutenção do status quo, em vez de iniciar grandes mudanças políticas.
Revisão no Tribunal Constitucional
O processo de impeachment segue então para o Tribunal Constitucional, onde os juízes analisarão o caso para determinar se a destituição de Yoon é justificada.
Pelo menos seis dos nove juízes devem apoiar a moção para que ela seja mantida.
No entanto, apenas seis juízes estão atualmente no tribunal, o que significa que Yoon precisa de apenas uma decisão de apoio para sobreviver à tentativa de impeachment.
Os três assentos vagos são cargos que a Assembleia Nacional pode nomear. Embora os legisladores estejam agora a correr para preencher esses lugares, o presidente tem a autoridade final para aprovar as nomeações, aumentando a possibilidade de atrasos ou rejeições.
O tribunal deve emitir a sua decisão no prazo de 180 dias após a recepção do caso. O Tribunal Constitucional demorou 63 dias para decidir sobre o impeachment do ex-presidente Roh Moo-hyun em 2004 e 91 dias para o caso da ex-presidente Park Geun-hye em 2016.
A potencial defesa legal de Yoon
O discurso de Yoon na quinta-feira pareceu prever a sua estratégia de defesa caso o caso chegasse ao Tribunal Constitucional.
É provável que ele argumente que declarar a lei marcial estava dentro dos seus poderes constitucionais e não constituía um acto ilegal ou uma insurreição.
Ele enquadrou a declaração da lei marcial como uma “decisão altamente política” que cai sob os poderes do presidente, que “não estão sujeitos a revisão judicial”.
Yoon insistiu que a sua decisão foi um “apelo de emergência ao público” no meio do que descreveu como uma grave crise política, que atribuiu à Assembleia Nacional controlada pela oposição.
Decisão do Tribunal Constitucional
Se o tribunal mantiver o impeachment, Yoon será destituído do cargo.
Perderá privilégios concedidos a antigos presidentes, tais como pensões e assessores pessoais, embora continue a receber protecção de segurança.
Uma eleição presidencial deve então ser realizada dentro de 60 dias para eleger um novo líder.
Se o impeachment for rejeitado, Yoon será reintegrado como presidente e retomará suas funções.
Investigações separadas
Mesmo que sobreviva ao segundo pedido de impeachment, Yoon ainda enfrenta investigações criminais.
Embora um presidente em exercício goze de imunidade contra processos criminais, esta protecção não se estende a acusações de insurreição.
Várias agências de investigação, incluindo a polícia, o Ministério Público e o Gabinete de Investigação da Corrupção para Altos Funcionários, estão a investigar altos funcionários e comandantes militares sob acusações de insurreição.
Isto significa que Yoon poderia ser potencialmente preso, o que marcaria o primeiro caso desse tipo envolvendo um presidente em exercício na Coreia do Sul.
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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