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O primeiro ministro da Escócia realiza uma reunião ‘calorosa’ com Eric Trump em Edimburgo | Escócia
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2 anos atrásem
Severin Carrell Scotland editor
O primeiro ministro da Escócia sediou uma reunião “calorosa” com o filho de Donald Trump, Eric em Edimburgo, na quinta -feira, dias após o campo de golfe do presidente dos EUA em Turnberry ser alvo de manifestantes.
John Swinney conheceu Eric Trump em sua residência oficial, uma casa na Geórgia listada na nova cidade de Edimburgo, pelo que ambos os lados descreveram como uma reunião de negócios de rotina que se concentrava nos interesses de golfe da família Trump.
Funcionários escoceses suspeitam que o presidente dos EUA visitará Escócia Neste verão, para abrir um segundo curso de campeonato em seu menor resort de golfe em Aberdeenshire. Esse evento de abertura, esperado em junho, foi abordado durante a reunião, mas uma visita presidencial não foi discutida.
A reunião, que é a primeira de Swinney com qualquer membro da família Trump, ocorreu em meio a crescentes tensões entre o Reino Unido e a Casa Branca sobre a posição do governo Trump na Ucrânia e as tarifas punitivas que introduziu, inclusive no britânico Steel and Aluminium.
A visita sugere que Trump deseja restaurar vínculos amigáveis com a Escócia, onde é dono do Turnberry Golfing Resort em Ayrshire e um hotel boutique e campo de golfe ao norte de Aberdeen.
Eric Trump, vice-presidente executivo da organização, disse: “Estou muito satisfeito em dizer que foi uma reunião muito calorosa e amigável e é a primeira vez que um primeiro ministro nos convidou para Bute House.
“O Primeiro Ministro me agradeceu pelo investimento colossal em andamento da Organização Trump e ao compromisso com a Escócia. É a primeira vez que ouvi essas palavras do primeiro ministro e elas foram extremamente apreciadas. ”
O porta -voz de Swinney insistiu que não havia nada incomum no evento. “Esta não é uma reunião política, é uma reunião de negócios”, disse ele. “Estamos tentando agir como um governo responsável faria e tratar números de negócios da mesma maneira”.
Lorna Slater, co-líder dos verdes escoceses, disse que a reunião foi “uma chamada ruim que envia uma mensagem terrível”.
“Quando se trata de Trumps, a linha entre negócios e política sempre ficou borrada.
“Eric Trump não é um empresário normal. Ele é um extremista de direita que vendeu as teorias de desinformação e conspiração. Ele é uma figura de proa para um governo que está destruindo nosso planeta enquanto se aconchegava a Vladimir Putin e mostra total desprezo pelos direitos humanos e pela democracia. ”
Até agora, Donald Trump teve um relacionamento frio com o governo escocês. Ele caiu publicamente com o ex -primeiro ministro Alex Salmond, sobre o apoio deste último para os parques eólicos offshore perto do curso de Trump em Aberdeenshire.
Após a promoção do boletim informativo
Keir Starmer entregou a Trump um convite do rei Charles para uma segunda visita estadual na Casa Branca no final do mês passado.
Swinney enfrentou intensa pressão de dentro do Partido Nacional Escocês para condenar a proposta. Stephen Flynn, o líder de Westminster do SNP, disse em X que o primeiro -ministro “melhor se de joelhos e revogue a oferta de uma visita de estado”.
Swinney rejeitou esses desafios e disse aos MSPs em Holyrood na semana passada que a visita do estado só deve ser reconsiderada se Trump continuasse a ameaçar e prejudicar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy. Caso contrário, ele disse, a oferta de Starmer de uma segunda visita estatal foi prudente, dada a seriedade da crise na Ucrânia.
Eric Trump também deve visitar Turnberry, onde ativistas pró-palestinos danificaram fortemente partes de seu campo de golfe e pulverizaram slogans de protesto pró-Gaza na grama no sábado.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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