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O principal bispo católico do Reino Unido exorta os fiéis a fazerem lobby junto aos parlamentares para que se oponham à morte assistida | Morte assistida
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2 anos atrásem
Hayden Vernon
O bispo católico de mais alto escalão do Reino Unido instou os fiéis a fazerem lobby junto aos seus parlamentares para se oporem às mudanças propostas na lei sobre a morte assistida em Inglaterra e País de Gales, alertando as pessoas: “cuidado com o que você deseja”.
Numa carta a ser lida nas igrejas da sua diocese, o Cardeal Vincent Nichols disse que as mudanças propostas correm o risco de provocar “uma mudança lenta do dever de cuidar para o dever de matar” para os profissionais médicos.
O deputado trabalhista Kim Leadbeater apresentará formalmente um projeto de lei privado sobre o assunto à Câmara dos Comuns na quarta-feira. Os deputados votarão a questão na segunda leitura do projeto, em 29 de novembro.
A carta de Nichols prossegue dizendo que nos países onde a morte assistida foi legalizada, as circunstâncias em que é permitida foram “alargadas e alargadas”.
Ele disse que a mudança da lei poderia fazer com que aqueles que estão perto da morte se sentissem sob pressão para acabar com as suas vidas para aliviar os familiares de um “fardo percebido de cuidados”, para evitar a dor ou “por uma questão de herança”.
“A mudança radical na lei agora proposta corre o risco de provocar, para todos os profissionais médicos, uma lenta mudança do dever de cuidar para o dever de matar”, acrescentou.
O arcebispo de Westminster continuou: “O sofrimento de um ser humano não é sem sentido. Não destrói essa dignidade. É uma parte intrínseca do nosso caminho humano, um caminho abraçado pela palavra eterna de Deus, o próprio Cristo Jesus. Ele leva a nossa humanidade à sua plena glória precisamente através da porta do sofrimento e da morte”.
Leadbeater disse que a atual lei sobre morte assistida “não é adequada à sua finalidade”, tendo os ativistas rotulado-a de “inacreditavelmente cruel”.
No início deste ano, antes de se tornar primeiro-ministro, Keir Starmer disse que era a favor de mudar a lei. Ele fez uma promessa à apresentadora de televisão Esther Rantzen, que tem cancro do pulmão terminal e está a fazer campanha sobre a questão, que se se tornasse primeiro-ministro garantiria tempo no parlamento para debater a questão e permitiria uma votação livre. Starmer manteve essa promessa após sua vitória eleitoral em julho.
Aqueles que são a favor da mudança da legislação dizem que as pessoas com doenças terminais ou com dores intensas deveriam poder escolher morrer com dignidade e no momento da sua escolha.
após a promoção do boletim informativo
Sarah Wootton, executiva-chefe da Dignity in Dying, disse no início deste ano: “A morte assistida é um movimento cuja hora chegou. O primeiro-ministro redobrou a sua promessa de arranjar tempo para este debate, e as pessoas que estão à beira da morte irão responsabilizá-lo; eles simplesmente não têm tempo para esperar. À medida que a reforma se aproxima na Ilha de Man, Jersey e Escócia, estamos à beira de uma mudança histórica nas Ilhas Britânicas.”
De acordo com a lei actual, ajudar alguém a pôr termo à sua vida é um crime em Inglaterra e País de Galescom pena máxima de prisão de até 14 anos. Estão em curso medidas para legalizar a morte assistida na Escócia, na Ilha de Man e em Jersey.
Esta será a primeira vez que o tema será debatido na Câmara dos Comuns desde 2015, quando um projeto de lei sobre morte assistida foi derrotado.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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