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O promotor da ICC busca mandados de prisão sobre acusações de atrocidades de Darfur | Darfur

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Patrick Wintour Diplomatic editor

O promotor do Tribunal Penal Internacional disse que está buscando mandados de prisão para pessoas acusadas de atrocidades no Sudão’s Darfur Região, onde os EUA e outros determinaram que um grupo paramilitar e seus aliados têm genocídio perpetrado.

Karim Khan disse ao Conselho de Segurança da ONU em Nova York: “A criminalidade está se acelerando em Darfur. Os civis estão sendo direcionados, mulheres e meninas são submetidas a violência sexual e comunidades inteiras ficam em destruição.

“Isso não é apenas uma avaliação; É uma análise de bordas duras com base em evidências verificadas. ”

Khan disse que os advogados da ICC fizeram progresso material entrevistando testemunhas que haviam fugido Sudão.

O Sudão mergulhou em conflito em meados de abril de 2023, quando as longas tensões entre seus líderes militares e paramilitares eclodiram na capital, Cartum, e se espalharam para outras regiões, incluindo a vasta região oeste de Darfur.

Duas décadas atrás, Darfur tornou -se sinônimo de genocídio e crimes de guerra, particularmente pelas notórias milícias árabes de Janjaweed, contra populações que se identificam como África Central ou Oriental. Até 300.000 pessoas foram mortas e 2,7 milhões foram expulsos de suas casas.

Khan disse que havia ecos muito claros agora do que aconteceu há 20 anos. “O padrão de crimes, os autores, as partes, rastrearam muito de perto com os mesmos protagonistas, os mesmos grupos direcionados que existiram em 2003”, disse ele. “São as mesmas comunidades, os mesmos grupos que sofrem, uma nova geração que sofre o mesmo inferno que foi suportada por outras gerações de Darfuris, e isso é trágico”.

Foto tirada em setembro de 2023 mostrando destruição em uma área de mercado de gado em El-Fasher, capital do estado de North Darfur. Fotografia: AFP via Getty Images

Ele não deu detalhes na segunda -feira à noite sobre os crimes específicos ou as pessoas que o TPI deseja presos.

Em janeiro, Khan disse ao conselho que havia motivos para acreditar nas forças do governo e nas forças de apoio rápido paramilitar (RSF), que nasceu da Janjaweed, pode estar cometendo crimes de guerra, crimes contra a humanidade ou genocídio em Darfur.

Testemunhas e grupos de direitos disseram que o RSF tem como alvo Masalit e outros grupos não-árabes em ataques etnicamente direcionados em Geneina, capital do estado de West Darfur, em 2023.

Na tentativa de mostrar o impacto que o TPI poderia ter na crise, Khan destacou a conclusão do recente julgamento de Ali Muhammad Ali Abd-Al-Rahman, acusado de 31 crimes de guerra entre 2003 e 2004 como líder da milícia de Janjaweed. Ele se entregou sob custódia em junho de 2020 e seu julgamento em Haia foi concluído em dezembro passado, com sentença pendente.

Os mandados de prisão permanecem excelentes para Omar al-Bashir, presidente sudaneso até 2019, Abdel Hussein, representante do ex-presidente em Darfur e Abdel Harun, ex-ministro do Interior.

Khan’s intervention came as the UN secretary general, António Guterres, condemned the 24 January ataque ao Hospital de Ensino Saudita em El Fasher No norte de Darfur, o único hospital em funcionamento da maior cidade de Darfur.

Pelo menos 70 pacientes e seus parentes foram mortos e dezenas mais feridas no que pode ter sido uma greve de drones.

O governo Trump pode adotar uma abordagem mais robusta do Sudão, um dos cinco signatários dos Acordos de Abraão, o acordo de normalização com Israel que Donald Trump ainda aprecia.

O novo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, confirmou que considera os eventos recentes em Darfur como genocídio, um termo implantado pelo governo Biden em seus últimos dias. Rubio também acusou abertamente os Emirados Árabes Unidos de financiar o RSF, que os Emirados Árabes Unidos nega.

No mês passado, o Tesouro dos EUA impôs sanções à capital Tap Holding LL.C uma holding dos Emirados Árabes Unidos que gerencia 50 empresas em 10 países. Também colocou sanções ao Creative Python, uma empresa dos Emirados Árabes Unidos que foi descrita como o braço de compras do RSF.

O secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, David Lammy, foi na semana passada a fronteira com o Sudão-Chad para ser informado sobre a crise humanitária e planeja realizar uma reunião de ministros das Relações Exteriores no Sudão nos próximos meses. Ele não pode descrever o que aconteceu como um genocídio, já que a política do Reino Unido é para os tribunais, e não os ministros, para fazer tais determinações.

O cronograma para alguns diplomatas pode ser invadido por eventos no chão. Um grande número de combatentes da RSF vem buscando até janeiro para cercar El Fasher e agora estão a menos de 3 km (3 km) do campo de Zamzam para pessoas deslocadas internamente, de acordo com um relatório do Laboratório de Pesquisa Humanitária da Escola de Saúde Pública de Yale, um Rastreador reconhecido do progresso da guerra.

O acampamento de Zamzam abriga até 500.000 pessoas deslocadas, e o programa mundial de alimentos vem lutando para impedir uma fome em grande escala lá.

A equipe de Trump está sendo instada a nomear um enviado especial para o chifre da África e revisar sua decisão de congelar toda a ajuda dos EUA por seis meses, aguardando uma revisão, um movimento que senadores democratas como Chris Murphy disse que levariam a bebês desnutridos em Sudão morrendo em semanas. Os EUA foram o maior doador de ajuda humanitária à resposta do Sudão, fornecendo mais de US $ 1,4 bilhão (£ 1,1 bilhão) em assistência humanitária desde outubro de 2022, incluindo mais de US $ 980 milhões em financiamento da USAID.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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