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O que Donald Trump prometeu fazer no primeiro dia do seu segundo mandato? | Notícias de Donald Trump

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Washington, DC – O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu ser um ditador – mas apenas no “primeiro dia” do seu próximo mandato.

Essa foi a declaração que Trump deu à Fox News em dezembro de 2023, no meio de sua mais recente campanha à reeleição.

Sentado na Câmara Municipal com o apresentador Sean Hannity, Trump usou uma pergunta sobre se abusaria do poder presidencial para avançar para a sua longa lista de prioridades do primeiro dia.

“Eu amo esse cara”, disse Trump ao público, apontando para Hannity. “Ele diz: ‘Você não vai ser um ditador, vai?’ Eu disse: ‘Não, não, não, exceto no primeiro dia. Estamos fechando a fronteira e perfurando, perfurando, perfurando’”.

Desde então, as promessas de Trump para o seu primeiro dia no cargo só aumentaram, abrangendo questões sobre imigração até à reformulação do governo federal.

Na segunda-feira, Trump faz o juramento de posse, após uma impressionante retorno político nas eleições de novembro.

A cerimônia de posse dará início oficialmente ao seu segundo mandato como presidente. E todos os olhos estão voltados para como ele exercerá sua autoridade quando voltar à Casa Branca.

Espera-se que Trump assine uma montanha de ordens executivas nas primeiras horas de sua presidência.

Tais medidas são uma prática comum para as novas administrações que procuram deixar a sua marca, mesmo que essas ordens sejam silenciadas por desafios legais ou do Congresso.

Mas com quase 60 promessas para o primeiro dia e até 100 ordens executivas esperadas, a carga de trabalho de Trump quando ele voltar à Casa Branca deverá ser particularmente pesada.

Um senador republicano, John Barrasso, já previu uma “nevasca” de ordens executivas, destinadas a “chocar e assombrar”.

Aqui estão algumas das promessas mais importantes que Trump fez no primeiro dia.

Deportações em massa

A imigração – e a redução das travessias irregulares na fronteira sul – acabou por ser uma das principais questões na campanha de reeleição de Trump.

Em 4 de novembro, poucos dias antes de ganhar a presidência, Trump reiterou uma promessa que fez várias vezes durante a campanha: “No primeiro dia, lançarei o maior programa de deportação de criminosos da história americana. Nós vamos tirá-los. Temos que.”

Detalhes de como Trump empreenderia – e financiaria – tal operação massiva permanecem indescritíveis.

O governo dos EUA estima que cerca de 11 milhões de imigrantes indocumentados vivam no país, embora Trump tenha dito que iria “declarar uma emergência nacional e utilizar meios militares”.

Quem Trump pode atingir também é ambíguo. Alguns apoiantes argumentaram que todos os indivíduos no país sem documentos legais são “criminosos”. Outros esperam que Trump limite o esforço de “deportação em massa” aos condenados por crimes como roubo ou agressão.

‘Proibição muçulmana’

Outra de suas promessas do primeiro dia é um retrocesso ao seu primeiro mandato, quando assinou uma ordem executiva de 2017 que ficou conhecida como “Proibir muçulmanos“.

Restringiu a entrada de viajantes que pretendiam chegar aos EUA vindos de vários países de maioria muçulmana, incluindo Síria, Líbia, Iémen e Sudão. A proibição enfrentou uma avalanche de desafios legais e foi finalmente rejeitada pelo presidente Joe Biden.

Mas durante o seu novo mandato, Trump prometeu restabelecer a proibição, bem como “suspender a admissão de refugiados, impedir o reassentamento e manter os terroristas fora do nosso país”.

“Proibiremos o reassentamento de refugiados em áreas infestadas de terror como a Faixa de Gaza, selaremos a nossa fronteira e restabeleceremos a proibição de viagens”, disse ele a doadores republicanos em Washington, DC, em Setembro.

“Lembra da famosa proibição de viajar? Não levamos pessoas de certas áreas do mundo porque não queria que as pessoas destruíssem e queimassem nossos shopping centers e matassem pessoas.”

Restringindo a cidadania

Uma ordem executiva que Trump está a considerar para o seu primeiro dia de regresso à Casa Branca procuraria restringir quem é elegível para a cidadania americana.

O plano está sendo elaborado há muito tempo. Já em maio de 2023, Trump postou um vídeo no site de sua campanha, descrevendo suas intenções.

“No primeiro dia do meu novo mandato, assinarei uma ordem executiva deixando claro às agências federais que, sob a interpretação correta da lei, daqui para frente, os futuros filhos de estrangeiros ilegais não receberão cidadania americana automática”, disse Trump. disse.

De acordo com a Décima Quarta Emenda da Constituição dos EUA, qualquer pessoa nascida dentro do país torna-se cidadão, independentemente da situação dos pais.

Acabar com a guerra Rússia-Ucrânia

Trump tem afirmado repetidamente que as guerras na Ucrânia e em Gaza nunca teriam eclodido sob a sua supervisão.

Embora um acordo de cessar-fogo para travar a campanha devastadora de Israel em Gaza tenha sido alcançado poucos dias antes da tomada de posse de Trump, os combates continuam na Ucrânia, onde a Rússia lançou uma invasão em grande escala em 2022.

Trump prometeu pôr um fim rápido a esse conflito durante o seu segundo mandato. Durante uma reunião na Câmara Municipal da CNN em maio de 2023, Trump disse que a guerra estaria “absolutamente acabada” dentro de “24 horas” após ele assumir o cargo.

Trump tem sido mais circunspecto ultimamente, à medida que seu segundo mandato se aproxima. Ainda assim, em 13 de janeiro, anunciou que se reuniria com o presidente russo, Vladimir Putin, “muito rapidamente” após assumir o cargo.

A equipa de Trump indicou que irá pressionar o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, para que um acordo aconteça, suscitando preocupações que poderão significar concessões a Moscovo.

Pressão crescente sobre tarifas

Parte da visão de Trump para os seus primeiros dias no cargo é reimaginar o governo federal.

Em 14 de janeiro, Trump anunciado que no dia da posse criaria um “serviço de receitas externas” que “recolheria as nossas tarifas, direitos e todas as receitas provenientes de fontes estrangeiras”.

Trump apelou a um amplo programa tarifário – incluindo até 60% sobre produtos chineses – para impulsionar a produção nacional.

Trump também ameaçado tarifas de até 25 por cento sobre o México e o Canadá se estes não fizerem mais para impedir a passagem das fronteiras e o contrabando de drogas.

No entanto, os economistas lançaram cepticismo em relação a essa abordagem, dizendo que tarifas tão pesadas poderiam levar a uma guerra comercial que prejudicaria a economia dos EUA.

Perdão aos réus de 6 de janeiro

Trump referiu-se repetidamente àqueles preso por invadirem o Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021, como “prisioneiros políticos” e “reféns”.

Ele até prometeu começar a conceder indultos nos primeiros minutos após assumir o cargo.

Mas desde então Trump tem estado um pouco mais confuso sobre o linha do tempo – e se todos os réus acusados ​​no motim seriam elegíveis para indultos.

“Provavelmente farei isso muito rapidamente”, disse Trump ao programa de TV Meet the Press no mês passado, embora tenha observado que “pode haver algumas exceções” aos seus planos de perdoá-los.

Além disso, no domingo, o vice-presidente eleito JD Vance irritou alguns apoiantes ao dizer que apenas os manifestantes pacíficos deveriam ser perdoados. Ele acrescentou que havia “um pouco de área cinzenta” em alguns casos.

Desregulamentando a indústria

Trump indicou que planeja seguir um amplo programa de desregulamentação quando voltar ao cargo também.

Ele culpa as regulamentações por impedirem as empresas e despejarem custos excessivos sobre os consumidores americanos.

“No primeiro dia, assinarei uma ordem executiva ordenando que todas as agências federais removam imediatamente todas as regulamentações onerosas que aumentam os custos dos produtos”, disse Trump durante a campanha em outubro.

“Será a maior redução regulatória da história do nosso país e acontecerá muito rapidamente”, acrescentou.

Durante uma conferência de imprensa em dezembro, Trump foi mais longe, comprometendo-se a cortar 10 regulamentos por cada novo adicionado.

Um novo conselho não governamental que ele planeia criar – denominado Departamento de Eficiência Governamental – foi encarregado de identificar regulamentações que possam ser revertidas.

Algumas das regulamentações na mira de Trump estão relacionadas ao meio ambiente.

Isso inclui uma promessa de desfazer uma acção executiva que o Presidente Biden implementou para proibir a perfuração offshore em 625 milhões de acres (253 milhões de hectares) de águas costeiras.

Trump também disse que desfaria imediatamente o chamado “mandato de veículos elétricos” de Biden, que impõe restrições de emissões mais elevadas às montadoras em um esforço para combater as mudanças climáticas.

Ações contra a ideologia ‘acordada’

As promessas iniciais de Trump incluíram várias questões de “guerra cultural” que há muito motivam a sua base.

Isso incluiu, como disse Trump em Dezembro, acabar com a “loucura transgénero”.

O presidente eleito prometeu proibir as mulheres transexuais de praticar desportos femininos. Ele também disse que irá proibir os cuidados de afirmação de gênero para menores, o que ele chamou de “mutilação sexual infantil”.

“No primeiro dia, revogarei as políticas cruéis de Joe Biden sobre os chamados cuidados de afirmação de género”, disse Trump num comunicado de fevereiro de 2023. vídeo da campanha.

“Assinarei uma nova ordem executiva instruindo todas as agências federais a cessarem todos os programas que promovam o conceito de sexo e transição de género em qualquer idade.”

Trump ameaçou ainda corte imediatamente financiamento federal de escolas e faculdades que promovem “teoria racial crítica, insanidade transgênero e outros conteúdos raciais, sexuais ou políticos inadequados”.

Demissões para retirada do Afeganistão

No reality show O Aprendiz, Trump criou a persona de um barão do setor imobiliário durão e com perspicácia empresarial implacável.

Seu slogan, “Você está demitido”, o acompanhou na esfera política.

Mesmo durante a campanha, Trump deleitou o público com os seus planos de despedir aqueles que considerava incompetentes.

E ao imaginar o seu primeiro dia no cargo, disse ao público que planeava responsabilizar-se pela retirada caótica das tropas dos EUA do Afeganistão em 2021.

Trump havia firmado um acordo em 2020 com o Taleban para reduzir a presença dos EUA no país. Mas à medida que as forças dos EUA recuavam, os Taliban lançaram uma ofensiva que derrubou o frágil governo apoiado pelos EUA.

Uma evacuação apressada seguiu-se à queda da capital Cabul, durante a qual um atentado suicida matou 13 soldados norte-americanos e cerca de 170 civis afegãos.

Trump culpou seu sucessor Biden pelas mortes, embora um Relatório de 2023 indicou que ambos os líderes tinham responsabilidades. Mas Trump persistiu em apontar o dedo para outro lado.

“Faremos com que as demissões de todos os altos funcionários que tocaram na calamidade do Afeganistão estejam na minha mesa ao meio-dia no dia da posse”, disse ele em Michigan, em agosto. “Você sabe, você tem que demitir pessoas. Você tem que demitir pessoas quando elas fazem um trabalho ruim.”



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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