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O que sabemos – DW – 03/03/2025

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O que sabemos - DW - 03/03/2025

Outro surto de doença misteriosa no República Democrática do Congo surgiu, resultando em pelo menos 60 mortes, dizem as autoridades de saúde.

Segue -se a Evento semelhante em setembro de 2024referido como “doença x” antes do Organização Mundial da Saúde (OMS) identificou -o como um coquetel de várias doenças respiratórias agudas conhecidas complicadas pela malária e desnutrição.

Esses novos surtos podem ter origens semelhantes, mas provavelmente levará tempo para determinar exatamente qual é a causa.

A contaminação tóxica também é considerada uma causa possível.

Qual é a situação atual no Dr. Congo?

Mais de 1.000 casos foram relatados em toda a província equatória do Dr. Congo e 141 casos de um doença foram relatados na zona de saúde de Basankusu. Um surto separado no início de fevereiro consistiu em 158 casos e 58 mortes.

Em janeiro, a vila de Bolamba registrou 12 casos e oito mortes.

O que mostram testes iniciais?

As autoridades de saúde do Dr. Congo e OMS especialistas estão realizando investigações para determinar a causa da doença e das mortes.

Testes de laboratório iniciais descartaram Ebola e Doença de Marburg. Metade desses testados testou positivo para malária.

“Não estamos realmente satisfeitos com a amostragem, então enviamos dois que epidemiologistas lá em cima”, disse Margaret Harris, porta -voz da OMS, ao DW News.

“Eles estão lá em cima agora e estão supervisionando a amostragem e levando -os de volta aos laboratórios na (capital do Dr. Congo) Kinshasa”.

Estão sendo realizados testes adicionais para meningite e potencial contaminação tóxica.

O diretor de emergências da OMS, Mike Ryan, juntamente com as autoridades de saúde locais, favorecem o último como causa.

“Parece que temos algum tipo de evento de envenenamento”, disse Ryan a repórteres.

Montando temores do Dr. Congo Breakup

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As autoridades conhecem a fonte do surto?

A causa da doença – e se as doenças em diferentes regiões estão conectadas – permanece desconhecida.

Os primeiros relatórios sugeriram que os primeiros casos estavam entre um grupo de crianças que podem ter comido um bastão, embora esse incidente ainda não tenha sido confirmado como a causa do surto.

Morcegos são reservatórios conhecidos de vírus e outros patógenos causadores de doenças. O Global Health Advice recomenda que as pessoas evitem a exposição a animais mortos.

Embora as principais aldeias de Basankusu e Bolomba sejam de 116 milhas (186 quilômetros), não está claro se os surtos de doença compartilham a mesma causa.

Quais são os sintomas da doença misteriosa?

O memorando mais recente da OMS diz que os sintomas são largos e incluem febre, dores de cabeça, calafrios, sudorese, rigidez no pescoço, dores musculares, dor nas articulações e corporais, tosse, vômito e diarréia.

A amplitude desses sintomas e seu potencial de aplicar a muitas doenças tornam impossível identificar a causa sem análise de amostras biológicas de pacientes.

Alguns especialistas em saúde acreditam que a doença misteriosa provavelmente é causada por vários patógenos conhecidos agindo juntos.

O fato de a malária ter sido encontrada em um em cada dois casos já é uma informação importante para as autoridades de saúde, mas a adição de amostragem e análise adicionais de quem funcionários em conjunto com as equipes locais ajudará a restringir a busca por uma causa.

“Os testes nunca são 100% precisos e é provável que, com o aumento dos testes, tenhamos um patógeno confirmado em algumas dessas amostras”, disse Michael Head, epidemiologista da Universidade de Southampton, Reino Unido.

Quem endossa a vacina da nova malária para o lançamento da África

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A doença poderia se espalhar ainda mais?

A infraestrutura de saúde nessa região do Dr. Congo é limitada e há preocupações de que a doença possa se espalhar. Assim como as infecções respiratórias da malária que causaram o surto de 2024, a desnutrição e outras condições subjacentes podem aumentar as chances de morte.

As autoridades de saúde locais estão abordando o MPOX e Surtos de ebola Nos últimos anos, a Head sugere que os desafios de infraestrutura limitada para gerenciar novas doenças podem ser compensados ​​por sua “experiência em lidar com epidemias de doenças infecciosas”.

Se um patógeno anteriormente desconhecido for identificado como a causa, as autoridades de saúde precisarão aumentar as medidas para conter a propagação da doença e identificar o método de transmissão.

Editado por: Fred Schwaller

Esta história foi atualizada.



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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