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O relógio de tornado continua como tempestades mortais dos EUA reivindicam pelo menos 35 vidas | Notícias do tempo

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O relógio de tornado continua como tempestades mortais dos EUA reivindicam pelo menos 35 vidas | Notícias do tempo

Mais tempestades são possíveis quando uma frente fria se move pelos EUA, com os observadores de tornados permanecendo em todo o sudeste do país.

Partes dos Estados Unidos ainda estavam sob uma vigilância de tornados e os moradores pesquisaram os grandes danos, pois tempestades mortais mataram pelo menos 35 pessoas em seis estados no fim de semana.

O meteorologista do Serviço Nacional de Meteorologia Cody Snell disse que os relógios tornados permanecem em vigor na manhã de domingo por partes das Carolinas, Geórgia Oriental e Norte da Flórida. Ele disse que a principal ameaça seria ventos prejudiciais, mas ainda há a possibilidade de mais tornados.

“À medida que passamos o dia hoje, ainda há o potencial de clima severo, digamos, o Vale do Upper Ohio e o oeste da Pensilvânia pelo resto do Atlântico e Sudeste, como temos essa frente fria que ainda está se movendo pelo país, e não vai limpar a costa leste até mais tarde”, disse Snel.

Vinte e seis tornados foram relatados, mas não foram confirmados como tocaram no final da sexta-feira e no início do sábado, enquanto um sistema de baixa pressão impulsionou terminadas poderosas em partes de Arkansas, Illinois, Mississippi e Missouri, disse David Roth, meteorologista do Centro de Previsão do Serviço de Meteorologia do National.

A tempestade dinâmica ganhou uma designação incomum de “alto risco” dos meteorologistas. Ainda assim, especialistas disseram que não é incomum ver esses extremos climáticos em março.

Pelo menos 150.000 consumidores não têm energia na área grande e afetada, de acordo com o site PowerOtage.com.

O Missouri relatou o maior número de mortes: 12 mortes que abrangem cinco municípios, a Patrulha Rodoviária do Estado postada em X.

Robbie Myers, diretor de gerenciamento de emergência no condado de Butler, no Missouri, disse a repórteres que mais de 500 casas, uma igreja e uma mercearia no condado foram destruídas. Um parque de casas móveis foi “totalmente destruído”, disse ele.

“Tudo por aqui é muito ruim. O parque de trailers na rua tinha mortes. Então, quero dizer, não temos nada comparado a nada assim. Eu ainda tenho um lar. Eles não ”, disse Rick Brittingham, morador do Missouri, ao Reuters do Condado de Butler.

O governador do Mississippi, Tate Reeves, postou em X que seis mortes foram relatadas no estado – uma no Condado de Covington, duas no condado de Jefferson Davis e três no condado de Walthall.

De acordo com avaliações preliminares, 29 pessoas ficaram feridas em todo o estado e 21 municípios sofreram danos causados ​​por tempestades, disse Reeves.

No Arkansas, ocorreram três mortes, disse o Departamento de Gerenciamento de Emergências do estado, acrescentando que houve 32 ferimentos.

Oito mortes foram confirmadas em um acidente envolvendo mais de 50 carros no condado de Sherman, no Kansas, causados ​​por uma grave tempestade de poeira, informou a Patrulha Rodoviária de Kansas em comunicado. Muitos viajantes feridos foram levados para hospitais locais.

Pelo menos três pessoas foram mortas no centro do Alabama quando vários tornados varreram o estado. Entre os mortos estava uma mulher de 82 anos que estava em uma casa fabricada que foi destruída por um Twister, disse o xerife do condado de Dallas, Michael Granthum.

Os acidentes causados ​​por tempestades de poeira perto de Amarillo, Texas, resultaram em três mortes, de acordo com o Departamento de Segurança Pública do estado.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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