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O republicano Dave McCormick ganha cadeira no Senado da Pensilvânia em disputa importante | Eleições dos EUA 2024
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2 anos atrásem
Joan E Greve
O Republicano Dave McCormick ganhou o Senado disputada no estado decisivo da Pensilvânia na quinta-feira, negando ao atual democrata, Bob Casey, um quarto mandato e ampliando a maioria de seu partido na câmara alta.
Quando a Associated Press convocou a corrida às 16h09 horário do leste dos EUA na quinta-feira, dois dias após o fechamento das urnas em PensilvâniaMcCormick liderou por 0,4 pontos. A margem estreita levantou a possibilidade de uma recontagem, embora se espere que a sua vitória se mantenha dada a sua vantagem de cerca de 30.000 votos.
Um porta-voz de Casey insistiu que milhares de votos permaneceram não contados, recusando-se ainda a conceder a corrida a McCormick.
“Como o Secretário de Estado da Pensilvânia disse esta tarde, ainda há dezenas de milhares de cédulas em toda a Commonwealth para contar, o que inclui cédulas provisórias, cédulas militares e estrangeiras e cédulas por correio”, disse a porta-voz de Casey, Maddy McDaniel, em um comunicado. “Esta corrida está a meio ponto e não pode ser convocada enquanto os votos de milhares de habitantes da Pensilvânia ainda estiverem sendo contados. Garantiremos que a voz de todos os habitantes da Pensilvânia seja ouvida.”
Com a vitória de McCormick, Republicanos já garantiram pelo menos 53 cadeiras no Senado, apagando a maioria anterior dos democratas na Câmara. Duas disputas para o Senado em Nevada e no Arizona continuavam muito acirradas na tarde de quinta-feira.
Embora tenha ficado aquém, Casey superou Kamala Harris, que perdeu a Pensilvânia para Donald Trump por dois pontos. Trump também venceu os outros dois estados da “parede azul”, Michigan e Wisconsin, mas Democratas conseguiu manter as duas cadeiras no Senado que estavam em disputa nesses estados.
A ligação na Pensilvânia pôs fim a um disputa controversa e cara para o Senado que viu os dois candidatos trocarem ataques ferozes ao custo de vida, ao acesso ao aborto e à recente residência de McCormick em Connecticut. Casey atacou McCormick, um ex-CEO de fundos de hedge, como fora de alcance, enquanto McCormick vinculava Casey aos gastos governamentais “imprudentes” da administração Biden.
No debate do mês passado, Casey zombou de McCormick como “comprado e pago por esses bilionários e corporações”. McCormick respondeu ao fogo, dizendo: “Quando você não tem um histórico para se basear, o que o senador Casey não tem, você ataca seu oponente”.
Os altos riscos da disputa transformaram-na em uma das eleições para o Senado mais caras do país, já que as campanhas em duelo e seus aliados gastaram mais de US$ 300 milhões em anúncios. Uma organização pró-McCormick, o Keystone Renewal Pac, gastou pelo menos US$ 54 milhões na disputa, tornando o grupo o Pac de candidato único com maiores gastos envolvido em uma disputa para o Senado neste ciclo eleitoral.
A maioria das pesquisas públicas da disputa mostravam Casey liderando por vários pontos até as últimas semanas, quando McCormick reduziu essa diferença para apenas alguns pontos. Apesar dessa tendência, Casey parecia estar numa posição ligeiramente mais forte do que Harrisque corria pescoço a pescoço contra Trunfo em Pensilvânia até o dia das eleições. Os líderes de ambos os partidos identificaram a Pensilvânia e os seus 19 votos eleitorais como o potencial ponto de inflexão na corrida presidencial.
“Acho que ambas as disputas serão muito acirradas, mas acho que o povo do nosso estado sabe que é uma escolha muito, muito clara”, disse Casey ao Guardian em setembro. “Nunca foi tão claro.”
Antes do dia das eleições, os democratas detinham uma maioria de 51-49 no Senado. RepublicanosAs vitórias em Montana, Ohio e Virgínia Ocidental já garantiram o controlo do Senado, mas a vitória de McCormick dará ao partido ainda mais força para aprovar a agenda de Trump quando o novo Congresso tiver assento em Janeiro.
Leia mais sobre a cobertura eleitoral do Guardian nos EUA em 2024
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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