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o retorno do astro Marcel Hirscher, entre prestígio e sentimento de injustiça
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Marcel Hirscher retorna ao sair, pegando todos de surpresa. O oito vezes vencedor da Copa do Mundo de Esqui Alpino surpreendeu ao anunciar seu retorno ao circuito em abril. Sexta-feira, 25 de outubroele confirmou que estará na largada no domingo, às 10h, da primeira etapa do slalom gigante de Sölden (Áustria).
“Todos ficaram surpresos. É ótimo para o mundo do esquijá está exultante François-Xavier Rallet, comentarista esportivo de esqui alpino do Eurosport. Tive a oportunidade de comentar sobre sua última temporada e mais uma vez terei o privilégio de comentar sobre o homem apelidado de GOAT (O maior de todos os tempos). »
No dia 4 de setembro de 2019, ao vivo pela televisão austríaca, o triplo medalhista olímpico teve encerrou sua carreira de esqui. “É como se Roger Federer anunciasse seu retorno ao tênis. Estou curioso para ver o que ele pode fazer. Cinco anos sem competição é uma eternidade e espero que não seja um grande fracasso”.alerta Johan Clarey, coroado vice-campeão olímpico de downhill aos 41 anos, em 2022.
Domingo, na largada, Marcel Hirscher sabe que é esperado em casa. Especialmente porque ele competirá sob as cores da nação de sua mãe, a Holanda. “Ele se coloca do lado certo da história”explica François-Xavier Rallet.
O homem cuja carreira conta com nada menos que 67 sucessos pode se tornar o primeiro esquiador holandês a chegar ao pódio, ou mesmo a conquistar uma vitória na Copa do Mundo. Só Maarten Meiners, especialista em slalom gigante, conseguiu dar alguma visibilidade a este país cujo ponto mais alto se eleva a 322 metros acima do nível do mar.
“Ele faz isso com sinceridade. A federação holandesa não tem dinheiro, o que lhe confere o papel certo », observa François-Xavier Rallet. Ao mudar de nacionalidade desportiva aos 35 anos, Marcel Hirscher deixou também uma quota adicional à sua antiga federação, que no entanto lamentou a sua decisão.
Critério
Se as exigências do alto nível e a pressão física suportada desde tenra idade explicaram a sua saída, Marcel Hirscher nunca abandonou completamente o circo branco.
Em outubro de 2021, lançou sua própria marca de esquis, Van Deer – utilizada pelo norueguês Henrik Kristoffersen, gigante campeão mundial de 2019. Presente regularmente nas áreas de chegada dos eventos da Copa do Mundo, ele abriu as portas. descida lendária de Kitzbühelna Áustria, início de 2022.
Por outro lado, desde o anúncio do seu regresso às competições, Marcel Hirscher tem mantido grande discrição nas redes sociais. Em agosto, ele voou para a Nova Zelândia para participar de algumas corridas e recuperar o ritmo. “Almejar um lugar entre os 15 primeiros não seria realista. Ainda faltam quatro segundos para alcançar os melhores »disse ele à televisão austríaca no início de outubro.
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« Há uma verdadeira imprecisão em torno do seu nível”Johan Clarey é cauteloso. Se este último minimizar a diferença entre Marcel Hirscher e o actual melhor esquiador do mundo, o suíço Marco Odermatt, vencedor dos últimos três globos de cristal, premiando o vencedor da classificação geral, não espera vê-lo vencer nenhuma corrida esta temporada. “É impossível para ele voltar ao nível de 2019. Ele pode almejar alguns pontos. (apenas os 30 melhores inscritos)numa encosta aberta a elevadores. »
“Regra injusta e personalizada”
Marcel Hirscher se beneficiará nesta temporada de uma nova regra introduzida pela Federação Internacional de Esqui (FIS) em 9 de julho. O Artigo 3.2.1 especifica que um curinga (“convite”) é concedido “aos atletas (tendo abandonado a competição há mais de dois anos) que ganharam um globo geral da Copa do Mundo, um globo de disciplina (sujeito a um mínimo de cinco vitórias na Copa do Mundo), uma medalha de ouro olímpica (individual) ou uma medalha de ouro do campeonato mundial (individual) ».
Assim, ao invés de largar com babador alto, em uma pista danificada pela passagem de outros competidores, ele largará após os primeiros 30 babadores. Lesionado desde janeiroo francês Alexis Pinturault, por exemplo, não poderá usufruir de tal vantagem já que só estará protegido durante três descidas.
Esse “régua personalizada” Leste “injusto” para Johan Clarey: “Todos os atletas devem ser tratados de forma igual. Criamos jurisprudência para facilitar seu retorno. » Para François-Xavier Rallet, Marcel Hirscher não teria regressado à competição sem este curinga.
Se não tocarmos no esquiador de maior sucesso da história (20 globos em todas as disciplinas), alguns pilotos – incluindo Marco Odermatt – queixaram-se deste privilégio. O suíço Justin Murisier criticou abertamente esta decisão: “A FIS sempre enfatiza que o jogo limpo deve estar no centro de todas as regras, mas para Marcel Hirscher estamos adicionando uma regra que definitivamente não é justa”, ele declarou diário suíço Clique.
O retorno à vanguarda de Marcel Hirscher, combinado com o de Brasileiro Lucas Braathenpermite que o esqui encontre a luz novamente. “É uma situação em que todos ganhamjuiz François-Xavier Rallet. É um esporte que às vezes carece de visibilidade. » Segundo os organizadores em Sölden, o número de bilhetes vendidos para o fim de semana de corrida explodiu em comparação com a edição anterior. Isso foi necessário para estender o tapete vermelho do astro Marcel Hirscher.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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