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O Senado nigeriano suspende a senadora que fez uma reivindicação de assédio sexual | Notícias de Equidade de Gênero

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O Senado nigeriano suspende a senadora que fez uma reivindicação de assédio sexual | Notícias de Equidade de Gênero

A senadora Akpoti-uduaghan é suspensa por seis meses depois de fazer uma acusação contra o presidente do Senado, Akpabio.

O Senado da Nigéria suspendeu uma senadora depois que ela acusou seu presidente de assédio sexual.

A senadora Natasha Akpoti-uduaghan foi impedida de fazer o cargo de quinta-feira e terá seus subsídios e segurança retirados por seis meses depois de fazer uma acusação contra o presidente do Senado, Godswill Akpabio, que negou as reivindicações contra ele.

Na quarta-feira, o Comitê de Ética do Senado rejeitou a petição de Akpoti-Uduaghan sobre o suposto assédio, citando violações de regras processuais. Sua suspensão subsequente foi justificada sobre um argumento anterior que explodiu no Senado sobre uma mudança em seu acordo de assentos.

Em uma entrevista na TV em 28 de fevereiro, Akpoti-uduaghan-uma das únicas quatro mulheres na câmara de 109 lugares-alegou que Akpabio fez avanços sexuais indesejados em relação a ela em 2023.

“Essa injustiça não será sustentada”, disse ela na quinta-feira, depois de ter sido impedida de falar no Senado e escoltado para fora da câmara pelo sargento em armas.

Akpabio negou publicamente qualquer irregularidade. “Desde 20 de fevereiro, fui inundado com telefonemas de vários nigerianos. Gostaria de afirmar que em nenhum momento eu assedia sexualmente o senador Natasha Akpoti-Uduaghan ”, disse ele, falando no início de uma sessão plenária na quarta-feira.

Akpoti-uduaghan, que representa o distrito central de Kogi, central de Kogi da Nigéria, escreveu uma declaração sobre ela Página do Facebook em reação à suspensão.

“Contra a cultura do silêncio, intimidação e vergonha; Minha suspensão injusta do Senado da Nigéria invalida os princípios da justiça natural, justiça e equidade ”, disse ela.

“A suspensão ilegal não retira minha legitimidade como senador da República Federal da Nigéria e continuarei a usar minha posição devidamente eleita para servir meus eleitores e país da melhor maneira possível até 2027 e além”.

Comitê de Ética “não adequado ao propósito”?

O líder da maioria do Senado, Opeyemi Bamidele, disse que Akpoti-Uduaghan deve usar sua suspensão para “aprender as regras do Senado”.

“Perguntei a ela o que ela ganhará se ela tentar derrubar o presidente do Senado”, disse Bamidele durante a consideração da petição no andar do Senado.

Críticos como Chioma Agwuegbo, diretor executivo da organização de direitos das mulheres, Techherng, condenaram o manuseio do caso pelo Comitê de Ética, alegando viés.

“O comitê de ética ao qual sua petição foi referida mostrou que ela não é adequada ao objetivo”, disse Agwuegbo.

Muitas figuras e grupos nigerianos proeminentes pediram uma investigação transparente. Muitas mulheres também expressaram sua raiva sobre a expulsão nas mídias sociais com algumas chamando de “opressão”.

Dois grupos de manifestantes se reuniram no campo da Assembléia Nacional na quarta-feira, na capital, Abuja, um em apoio a Akpabio e o outro para Akpoti-uduaghan, cantando “Akpabio deve ir”.

Akpoti-uduaghan entrou com uma ação contra o presidente do Senado, buscando 100 bilhões de naira (US $ 64.000) em danos.

Embora raro na Assembléia Nacional da Nigéria, não é a primeira vez que surge um caso envolvendo assédio ou agressão sexual. O senador Dino Melaye foi acusado de ameaçar agressão sexualmente o senador Remi Tinubu, a atual primeira -dama do país, mas nunca foi acusado.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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