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O Tribunal de Apelações dos EUA pesa as deportações de Trump sob a Lei de Inimigos Alienígenas | Donald Trump News
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2 anos atrásem
A administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou -se para um tribunal federal de apelações para levantar um quarteirão sobre sua capacidade de usar a Lei dos Inimigos Alienígenos de 1798 para deportar imigrantes sem documentos.
Mas, em uma audiência tensa em Washington, DC, na segunda -feira, um juiz na quadra parecia a Baulk com a falta de processo devido às pessoas sem documentos sob o uso da lei por Trump.
“Os nazistas obtiveram melhor tratamento sob a Lei dos Inimigos Alienígenos do que aconteceu aqui”, disse a juíza Patricia Millett ao tribunal.
O advogado do governo Drew Ensign, representando o governo Trump, respondeu: “Certamente contestamos a analogia nazista”.
Millett é um dos três juízes federais do Tribunal de Apelações dos EUA para o Circuito do Distrito de Columbia.
Ela foi nomeada pelo presidente democrata Barack Obama. Seus dois colegas foram escolhidos pelos republicanos: a juíza Karen Henderson sob o ex -presidente George HW Bush e o juiz Justin Walker sob Trump.
O governo Trump recorreu ao tribunal de apelações em uma tentativa de elevar a liminar de duas semanas ao uso da Lei dos Inimigos Alienadores, uma lei de guerra que só foi invocada três vezes antes.
A última instância foi durante a Segunda Guerra Mundial, quando o ato foi usado para aprisionar os nipo -americanos e outros moradores com vínculos com os adversários dos EUA na época. Mais tarde, o governo dos EUA pediu desculpas por suas ações e ofereceu uma compensação aos nipo -americanos.
Trump, no entanto, procurou usar a lei para expandir seus poderes presidenciais e acelerar a deportação de imigrantes que ele considera “criminoso”. Ele descreveu a migração irregular para os EUA como uma “invasão” que legitima poderes de guerra.
Em 15 de março, ele usou a Lei de Inimigos Estranhos para justificar a deportação de mais de 200 pessoas, a maioria delas venezuelanas, para El Salvador, onde suas cabeças eram barbeadas e foram presas em uma instalação de segurança máxima.
O governo dos EUA pagou quase US $ 6 milhões para prender os homens no exterior, com base em que eles são membros da gangue Tren de Aragua.
Família, amigos e membros da comunidade que conheciam algumas das pessoas deportadas, no entanto, contestam essa acusação. Os advogados também apontam que os deportados não tiveram a chance de provar sua inocência no tribunal, privando -os de seus direitos de devido processo.
De acordo com a agência de notícias da Reuters, os advogados de um homem disseram que ele foi mal identificado como um membro de uma gangue com base em uma tatuagem da coroa que ele tinha.
As autoridades de imigração dos EUA supostamente pensaram que era uma marcação de gangues, mas os advogados dizem que era uma referência ao time de futebol do Real Madrid. O homem era um ex -jogador de futebol profissional e treinador para as equipes infantis.
Uma das mulheres que foi varrida no voo de deportação de 15 de março também deu uma declaração juramentada de que ouviu um funcionário dos EUA reconhecer que “não podemos decolar” devido a uma ordem judicial.
O governo Trump foi acusado de ignorar uma ordem do juiz James Boasberg em 15 de março para interromper todas as remoções sob a Lei dos Inimigos Alienígenos e devolver todos os vôos de deportação aos EUA.
Trump e seus aliados, no entanto, rejeitaram Boasberg como ultrapassando seus poderes, interferindo em questões de segurança nacional.
Na segunda -feira, a alferes, advogada do governo, fez esse argumento ao tribunal de apelações. Ele chamou a decisão de Boasberg de “uma intrusão sem precedentes e enormes sobre os poderes do ramo executivo”.
Mas o juiz Millett sugeriu que foi o presidente Trump quem havia excedido sua autoridade.
“O presidente precisa cumprir a Constituição e as leis como qualquer outra pessoa”, disse ela.
Enquanto isso, Walker, o juiz nomeado por Trump, pressionou um advogado da União Americana das Liberdades Civis (ACLU) sobre os méritos de sua queixa.
Ele questionou por que a ACLU havia apresentado um processo em Washington, DC, em oposição ao Texas, onde os imigrantes foram mantidos antes da deportação.
“Você poderia ter apresentado exatamente a mesma reclamação que apresentou aqui no Tribunal Distrital do Texas”, disse Walker ao advogado Lee Gelernt.
“Não temos idéia se todos estão no Texas”, respondeu Gelernt. O advogado da ACLU também argumentou que o governo Trump tentou obscurecer suas ações na organização da deportação em massa.
“Tudo isso foi feito em segredo”, disse Gelernt.
Mas Walker indicou que havia pouco precedente para uma ordem judicial como a de Boasberg para bloquear o que ele descreveu como “uma operação de segurança nacional com implicações estrangeiras”.
O terceiro juiz no painel permaneceu em grande parte silencioso durante todo o processo.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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