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Oceano onda de calor provavelmente matou 30.000 peixes na costa da Austrália Ocidental, diz o governo | Austrália Ocidental
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Donna Lu Science writer
Uma matança em massa de peixes que abrange 9 km ao longo da costa de Pilbara, na Austrália Ocidental, provavelmente foi causada por uma onda de calor marítima em andamento, disseram as autoridades.
Estima-se que 30.000 peixes foram lavados no início de janeiro em praias perto de Gnoorea Point, 50 km a sudoeste de Karratha.
O Departamento de Indústrias Primárias e Desenvolvimento Regional (DPIRD) disse que ainda estava investigando a morte de peixes, mas acreditava que “provavelmente que o estresse térmico prolongado devido às condições esteja associado às mortes”.
Nathan Harrison, diretor executivo da DPird, disse que as águas próximas ao longo da costa de Pilbara estavam atualmente por volta de 31C, que estava 2-3 ° C acima do normal para esta época do ano.
“Um oceano mais quente na WA durante 2024 pré -condicionou um cenário de risco de ondas de calor marítimas com alto teor de marinho para os meses de verão, quando as temperaturas da água aumentam e o pico naturalmente”, disse ele em comunicado.
Na semana passada, o DPIRD emitiu um aviso forte da onda de calor marítimo (categoria 2) para a costa norte da WA e a Gascoyne Biorregions. Na costa norte, que recebe o Pilbara, as temperaturas da superfície do mar estavam 4-5 ° C acima da média de longo prazo.
Há preocupações de que a água superaquecida cause danos ao Ningaloo Reef, Exmouth Gulf e Shark Bay, no Gascoyne. Branqueamento de coral ocorreu em Ningaloo em 2022.
A mulher de Mardudhunera, Raelene Cooper, moradora de Karratha e custodiante tradicional de Murujuga, visitou a praia de 40 milhas perto de Gnoorea na quarta -feira e descreveu a matança de peixes como perturbadora. “Ainda existem animais mortos que foram lavados”, disse ela.
“É bastante evidente que a água está esquentando”, disse Cooper, percebendo a mudança enquanto nadava com sua família em sua praia local. “Estamos pulando e pulando porque a água está tão quente – é como a água que está saindo do chuveiro.”
As ondas de calor marinhas podem durar de dias a meses e ter impactos devastadores nos ecossistemas marinhos. Uma das piores ondas de calor marítimas da WA já registrada, em 2010-11, resultou em grandes perdas para ervas marinhas e algas e impactou a pesca de abalone e vieiras.
Quase 90% De ondas de calor marinhas agora são atribuídas ao aquecimento global causado pelo homem. Espera -se que eles aumentem em frequência, intensidade e duração, à medida que as emissões de combustíveis fósseis continuam a aumentar.
Bill Hare, o diretor executivo da Climate Analytics, disse que as ondas de calor marinhas são conhecidas por desencadear “extremo Eventos de baixo oxigênioque então cria uma bagunça ambiental maior ”, embora ainda não estivesse claro se o baixo oxigênio contribuiu para a matança de peixes de Gnoorea.
Mia Pepper, diretora de campanhas do Conselho de Conservação de WA, disse que era uma “ironia trágica” que o peixe havia lavado a costa da costa do Woodside’s Noroeste da prateleira Planta de processamento de gás, um dos maiores emissores de CO2 da Austrália.
Após a promoção do boletim informativo
“O momento e a localização dessa matança de peixes devem levantar as sobrancelhas para a maioria das pessoas”, disse ela, citando a recente concessão do governo de WA de uma extensão de 50 anos ao projeto North West Shelf.
“Não estamos vendo emissões sendo reduzidas em WA … essa é uma falha de política fundamental”, disse ela, pedindo que o próximo governo do estado limite as emissões de acordo com as obrigações internacionais.
Paul Gamblin, diretor da WA da Australian Marine Conservation Society, concordou que havia “uma enorme dissonância entre o que estamos vendo na água e o que os governos estão aprovando”.
Ele o descreveu como uma “justaposição de danos claros e orientados ao clima e a perspectiva de enormes projetos de combustível fóssil multi-decadal”.
“Estamos falando de lugares como Scott Reef, (que) está sob alerta de branqueamento nos últimos meses”, disse ele. Uma proposta de energia de Woodside para enterrar Toneladas de 4m de CO2 por ano De seu projeto de gás navegado debaixo d’água, envolveria poços de perfuração a cerca de 3 km do recife.
“O governo e a indústria precisam começar a acordar e lidar com fatos”, disse Cooper. “É preciso haver alguma responsabilidade.”
O calor marinho vem o máximo de WA continua a sufocar em uma onda de calor em andamento, com previsão de calor extrema para partes do estado nos próximos dias. Em 20 de janeiro, Geraldton igualou seu dia mais quente de todos os tempos, com temperaturas atingindo 49,3 ° C, enquanto os registros de janeiro também foram quebrados em várias cidades.
Hare disse que, enquanto as ondas de calor marítimas e terrestres foram motivadas pelo aquecimento global, suas causas individuais diferiram.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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