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Oktoberfest celebra o bicentenário alemão em duas cidades do RS
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Ainda em clima de comemoração dos 200 da imigração alemã no Rio Grande do Sul, duas cidades gaúchas, que respiram a cultura germânica, entram em festa. Igrejinha, no Vale do Paranhana, e Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, dão início a uma das festas mais tradicionais do povo germânico: a Oktoberfest.
Chopes, bandinhas, danças coletivas e vestimentas típicas são apenas algumas das heranças da cultura germânica que poderão ser vistas nessas duas festas, as maiores do Rio Grande do Sul e com representatividade nacional. A Oktoberfest que ocorre em vários municípios da região Sul do Brasil é considerado a maior festa alemã do Estado.
O festejo pretende reunir mais de 200 mil visitantes. E, nesta edição, a estrela da festa, o chope, tem a expectativa de ultrapassar o ápice de consumo. O recorde de consumo foi de 276 mil litros na edição de 2022.
O primeiro dia de festa iniciará com a Alvorada Festiva às 6h. O Parque da Oktoberfest abrirá às 19h e, às 19h30 acontecerá a Solenidade de Abertura da 35ª edição. Das 22 às 23 horas, a festa oferecerá um momento de Chopp em Dobro em todo parque.
A dupla sertaneja Jorge & Mateus subirá ao palco principal à meia-noite. A programação cultural itinerante da noite ficará por conta dos Jogos Germânicos, apresentações de Polonaise e competição de Chopp em Metro. Além disso, nos diferentes espaços do parque acontecerão apresentações musicais de diversos estilos.
Além disso, o evento oferecerá 73 atrações, totalizando 124 apresentações nos seis palcos, que reunirão diferentes estilos musicais ao redor do parque. Estão confirmados nomes nacionais com: Ana Castela, Thiaguinho, Hugo & Guilherme, Papas da Língua e Tenente Cascavel. Entre as bandas de baile confirmadas estão nomes como Brilha Som, Os Atuais, Rainha Musical, San Marino, Porto do Som, Flor da Serra e Banda 10, que irão se apresentar ao longo dos dias no palco principal do parque.
Em Santa Cruz do Sul, desfiles vão exaltar a cultura germânica
Ao todo, 12 carros alegóricos vão percorrer as ruas do município em três domingos do mês
RODRIGO ASSMANN/DIVULGAÇÃO/CIDADES
Outro município que respira a Oktoberfest é Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. A cidade já vive o festejo alemão, que iniciou nesta quinta-feira (10) e segue até o dia 27, sempre de quinta a domingo, no Parque da Oktoberfest, localizado no Centro da cidade. A temática da imigração alemã no Estado e no município será um dos principais destaques.
Ao todo serão seis palcos para apresentações musicais, danças, bailes típicos e shows nacionais, além de dois restaurantes típicos, café colonial e uma diversificada praça de alimentação, com lanches doces e salgados, além de 180 chopeiras espalhadas pelo parque.
No ano da celebração do bicentenário da cultura alemã no Rio Grande do Sul, em três domingos de outubro, a cidade de Santa Cruz do Sul terá o desfile de 12 carros alegóricos e cinco mil figurantes, que darão vida à travessia dos primeiros imigrantes alemães ao Brasil. Dividida em três eixos em torno da temática “Esperança, Fé, Plantar e Colher”, as tradicionais apresentações prometem celebrar a tradição em viagem no tempo.
Em 2024, Santa Cruz do Sul celebra também os 175 anos de imigração germânica na cidade. Entre os carros alegóricos que celebram a trajetória da imigração alemã no município, estão o carro das soberanas e o trem do progresso. Os desfiles começarão sempre às 10h30, saindo do cruzamento da Marechal Floriano com a rua Ramiro Barcelos e sendo finalizado no interior do Parque da Oktoberfest.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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