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onde assistir, escalação e todos os detalhes sobre o clássico uruguaio

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Na próxima quinta-feira, 28 de novembro de 2024, o futebol uruguaio será palco de um dos clássicos mais esperados do ano. Danubio e Nacional se enfrentam em uma disputa intensa válida pelo Campeonato Uruguaio. A partida, marcada para as 19h (horário de Brasília), acontece no emblemático Estádio Jardines del Hipódromo, em Montevidéu. O confronto atrai as atenções dos torcedores devido à rivalidade histórica entre as equipes e à importância dos pontos em jogo nesta reta final de temporada.

O clima de decisão toma conta das torcidas, que esperam uma noite repleta de emoção e jogadas decisivas. Além da rivalidade natural, as condições atuais das equipes adicionam um tempero extra ao duelo. Ambas vêm apresentando desempenhos consistentes no campeonato e contam com destaques individuais que podem fazer a diferença. O encontro é mais do que um jogo; é um capítulo importante na história do futebol uruguaio.

Onde assistir ao vivo e detalhes sobre a transmissão

Para os torcedores que não poderão comparecer ao estádio, a partida será transmitida ao vivo em plataformas de streaming especializadas no Campeonato Uruguaio. É recomendável verificar os canais oficiais dos clubes para confirmar os detalhes de transmissão. O confronto ocorre às 19h no horário de Brasília, em Montevidéu, uma cidade que respira futebol, especialmente em noites de clássicos como este.

O Estádio Jardines del Hipódromo, casa do Danubio, será o palco deste grande duelo. Com capacidade para receber milhares de torcedores, o estádio promete estar lotado, criando uma atmosfera vibrante e emocionante. As condições climáticas previstas para o horário do jogo são ideais, com temperaturas em torno de 22°C e céu nublado, proporcionando conforto para jogadores e torcedores.

Escalações prováveis e formação tática

As duas equipes devem entrar em campo com o que têm de melhor, reforçando a expectativa por um jogo equilibrado e tenso. Veja como os times podem se posicionar:

Danubio:

  • Goleiro: Salvador Ichazo.
  • Defensores: Leandro Lozano, Daniel Bocanegra, Diego Polenta, Gabriel Báez.
  • Meio-campistas: Yonathan Rodríguez, Francisco Ginella, José Alberti.
  • Atacantes: Diego Zabala, Gonzalo Carneiro, Emmanuel Gigliotti.

Nacional:

  • Goleiro: Rochet.
  • Defensores: Méndez, Marichal, Corujo, Cándido.
  • Meio-campistas: Gabriel Neves, Piriz.
  • Atacantes: Ocampo, Fernández, Trezza, Gonzalo Bergessio.

Histórico de confrontos e rivalidade histórica

Danubio e Nacional já mediram forças em 47 ocasiões, com o Nacional levando vantagem com 26 vitórias contra 15 do Danubio, além de seis empates. Esses números mostram a força do Nacional no cenário uruguaio, mas também reforçam a capacidade do Danubio de surpreender, especialmente em sua casa. No último duelo entre as equipes, ocorrido em abril de 2024, o placar terminou empatado em 0 a 0, demonstrando o equilíbrio que costuma marcar esses encontros.

Curiosidades sobre os times e jogadores destacados

Ambas as equipes trazem consigo histórias e jogadores que se destacaram ao longo da temporada:

  1. Gonzalo Carneiro (Danubio): O atacante vive grande fase, sendo uma das principais armas ofensivas da equipe.
  2. Francisco Ginella (Danubio): Reconhecido pela qualidade no passe e visão de jogo, é peça fundamental no meio-campo.
  3. Salvador Ichazo (Danubio): O goleiro experiente é conhecido por sua segurança em momentos decisivos.
  4. Gonzalo Bergessio (Nacional): O atacante e artilheiro da equipe é uma das grandes ameaças ao sistema defensivo do Danubio.
  5. Gabriel Neves (Nacional): Meio-campista de marcação forte e passes precisos, tem papel crucial na transição da equipe.
  6. Rochet (Nacional): Um goleiro confiável que, em diversas ocasiões, salvou o Nacional de resultados adversos.

Cronologia e momentos marcantes nos últimos anos

O clássico entre Danubio e Nacional é sempre marcado por momentos de tensão e jogadas memoráveis. Nos últimos anos, as partidas foram decisivas para a classificação em diferentes competições. Os torcedores recordam confrontos emblemáticos, como a final de 2015, onde o Nacional venceu nos pênaltis após um empate acirrado no tempo regulamentar. Este histórico reforça a relevância e o peso deste duelo para o futebol uruguaio.

Últimos resultados das equipes

Nos últimos cinco jogos, as equipes apresentaram desempenhos distintos, mas ambas demonstraram potencial para garantir um espetáculo:

Danubio:

  1. Vitória contra Racing-URU.
  2. Empate com Cerro Largo.
  3. Derrota para Peñarol.
  4. Vitória sobre Defensor Sporting.
  5. Empate com Liverpool-URU.

Nacional:

  1. Vitória sobre River Plate-URU.
  2. Empate com Boston River.
  3. Derrota para Montevideo Wanderers.
  4. Vitória contra Plaza Colonia.
  5. Empate com Fénix.

Ingressos e informações para o público

Os ingressos para o clássico estão disponíveis nos canais oficiais dos clubes e nas bilheterias do estádio. A recomendação é adquirir as entradas com antecedência, já que a alta procura pode esgotar os ingressos rapidamente. As arquibancadas prometem estar lotadas, com uma atmosfera de festa e rivalidade, características marcantes do futebol sul-americano.

A arbitragem e suas responsabilidades

A arbitragem para este confronto ficará a cargo de uma equipe experiente, que tem a missão de garantir a imparcialidade e o cumprimento das regras. O papel dos árbitros será crucial em um jogo de alta intensidade como este, onde cada detalhe pode decidir o resultado.

Previsão do tempo e impacto no jogo

Com previsão de céu nublado e temperaturas em torno de 22°C, o clima será favorável para o espetáculo. Essas condições são ideais tanto para os jogadores quanto para os torcedores, evitando o desgaste causado pelo calor intenso ou pelo frio excessivo.

Perspectivas para o clássico

Este confronto é mais do que uma disputa pelos três pontos; é uma oportunidade para os jogadores deixarem sua marca na história do futebol uruguaio. O Nacional busca consolidar sua posição no campeonato, enquanto o Danubio quer provar sua força diante de um adversário poderoso. As torcidas, apaixonadas e fervorosas, são o combustível que transforma este clássico em um evento inesquecível.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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