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Oposição da Coreia do Sul apresenta moção para impeachment do presidente em exercício | Notícias de política

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A oposição pretende acusar Han Duck-soo por não nomear juízes para o tribunal constitucional.

O principal partido da oposição da Coreia do Sul apresentou uma moção para impeachment do presidente em exercício, aprofundando a turbulência política na nação do Leste Asiático.

O Partido Democrata disse que apresentou a moção na quinta-feira devido à relutância do líder interino Han Duck-soo em preencher três vagas no tribunal constitucional antes da decisão do tribunal. revisão das acusações de rebelião contra o presidente acusado de impeachment, Yoon Suk-yeol.

“Apresentamos a moção… e iremos reportá-la à sessão plenária hoje”, disse o deputado Park Sung-joon a repórteres na Assembleia Nacional sobre a ação contra Han. “Vamos colocar isso em votação amanhã.”

A Coreia do Sul mergulhou numa crise política depois que o presidente Yoon Suk-yeol declarou a lei marcial em 3 de dezembro.

Yoon foi destituído de suas funções pelo parlamento em 14 de dezembro devido à declaração dramática, mas uma decisão do tribunal constitucional que mantenha a decisão dos legisladores é necessária para concluir o processo de impeachment.

O tribunal, no entanto, atualmente tem menos três juízes. Embora possa prosseguir com os seus seis membros no banco, um único voto dissidente reintegraria Yoon.

A Assembleia Nacional controlada pela oposição aprovou moções pedindo a nomeação dos três juízes enquanto o tribunal se prepara para iniciar as deliberações sobre a demissão ou reintegração de Yoon.

A votação ocorreu pouco depois de Han ter reiterado numa declaração televisiva que não nomearia os juízes sem o consentimento bipartidário – deixando os partidos num impasse.

O Partido Democrata, da oposição, quer, portanto, também o impeachment do presidente em exercício.

A recusa de Han em nomear formalmente os três juízes prova que ele “não tem vontade ou qualificação para defender a constituição”, disse o líder do Partido Democrata, Park Chan-dae, aos repórteres.

Han insistiu que só certificaria as nomeações dos juízes se o Partido do Poder Popular (PPP), no poder, e a oposição chegassem a um acordo sobre os nomeados.

“O espírito consistente refletido na nossa Constituição e nas nossas leis é que um presidente em exercício deve concentrar-se na manutenção da estabilidade na governação para ajudar o país a superar a crise, ao mesmo tempo que se abstém de exercer poderes significativos exclusivos do presidente, incluindo nomeações para instituições constitucionais”, argumentou Han.

Crise crescente

Se a oposição aprovar a moção de impeachment contra Han na votação de sexta-feira, seria a primeira vez que a Coreia do Sul democrática acusaria um presidente em exercício. O Ministro das Finanças, Choi Sang-mok, assumiria o cargo de presidente interino.

No início desta semana, Han rejeitou a exigência da oposição de projetos de lei especiais que estabeleceriam dois órgãos de investigação independentes para investigar a breve imposição da lei marcial e alegações de corrupção envolvendo sua esposa, Kim Keon-hee, gerando avisos de impeachment do Partido Democrata. .

A moção de impeachment diz que Han está “evitando intencionalmente a investigação especial para investigar os envolvidos na insurreição e declarou claramente a sua intenção de rejeitar as nomeações de três juízes do Tribunal Constitucional”.

Tais ações, acrescenta, “violam o dever de um funcionário público de cumprir a lei… e servir o público”.

Yoon repetidamente evitou solicitações de aplicação da lei para comparecer para interrogatório sobre acusações de rebelião e também obstruiu tentativas de busca em seu escritório.

O Gabinete de Investigação de Corrupção para Funcionários de Alto Nível, liderando uma investigação conjunta com autoridades policiais e militares, convocou Yoon para interrogatório neste domingo, depois de ele não ter cumprido um pedido anterior para comparecer no dia de Natal.



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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