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Oposição sul-coreana apresenta projeto de impeachment de Yoon – DW – 04/12/2024
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Seis partidos da oposição em Coréia do Sul apresentou na quarta-feira um projeto de impeachment Presidente Yoon Suk Yeol após a tentativa deste último de impor a lei marcial ao país.
O Presidente Yoon declarou a lei marcial num discurso televisivo na noite de terça-feira, acusando forças “anti-Estado” de impedirem o seu governo e de simpatizarem com Coréia do Norte.
Mas ele recuou poucas horas depois, depois que os legisladores da oposição lutaram fisicamente contra policiais e soldados para entrar na Assembleia Nacional e votar por unanimidade uma moção para derrubá-lo.
A lei marcial foi formalmente suspensa por volta das 4h30, durante uma reunião do Gabinete, mas, quando o dia amanheceu, numa manhã fria e ensolarada de quarta-feira em Seul, já cresciam os apelos para que Yoon renunciasse.
Coreia do Sul reverte declaração de lei marcial
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O que a oposição disse?
“Apresentamos uma moção de impeachment preparada com urgência”, disseram representantes de seis partidos da oposição, incluindo o principal Partido Democrata, em entrevista coletiva ao vivo. Eles acrescentaram que a votação poderia ocorrer já na sexta-feira.
O Partido Democrata também disse que pretende apresentar “acusações de insurreição” contra Yoon, seus ministros e “principais figuras militares e policiais envolvidas, como o comandante da lei marcial e o chefe de polícia”.
O líder do Partido do Poder Popular (PPP) de Yoon pediu que ele fosse expulso da organização e que o ministro da defesa e todo o gabinete renunciassem.
De acordo com funcionários da Assembleia Nacional, 18 membros do PPP no poder estavam entre os 190 legisladores que votaram na votação da meia-noite para reverter a ordem da lei marcial.
Yoon ainda não deu qualquer resposta pública, mas, de acordo com o jornal local Chosun Ilbo, citando fontes próximas do PPP, altos conselheiros presidenciais e secretários ofereceram-se para renunciar em massa.
Houve alguma reação do exterior?
Em outro lugar, Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken saudou a decisão de Yoon de rescindir a ordem da lei marcial, dizendo esperar que “as divergências políticas sejam resolvidas pacificamente e de acordo com o estado de direito”.
Cerca de 30 mil soldados dos EUA estão estacionados na Coreia do Sul para ajudar a proteger contra qualquer ameaça da Coreia do Norte, que possui armas nucleares, com quem o Sul ainda está tecnicamente em guerra.
A agência de notícias sul-coreana YONHAP informou na quarta-feira que Seul e Washington adiaram as negociações de defesa e os exercícios militares conjuntos programados para esta semana.
sueco O primeiro-ministro Ulf Kristersson também adiou uma visita planeada à Coreia do Sul, segundo a YONHAP, citando fontes diplomáticas.
Como os mercados reagiram?
Entretanto, o Ministério das Finanças sul-coreano lutava para conter os danos económicos causados pelo drama político da noite para o dia, que viu o won despencar temporariamente para o mínimo de dois anos face ao dólar.
“Todos os mercados financeiros, de câmbio e de ações funcionarão normalmente”, insistiu o governo em um comunicado depois que o ministro das Finanças, Choi Sang-mok, e o governador do Banco da Coreia, Rhee Chang-yong, mantiveram conversações de emergência durante a noite.
“Injetaremos liquidez ilimitada em ações, títulos, no mercado monetário de curto prazo, bem como no mercado cambial, até que estejam totalmente normalizados”, continuou o comunicado.
O regulador financeiro da Coreia do Sul acrescentou que tinha um fundo de estabilização do mercado de ações no valor de dez biliões de won (7 mil milhões de dólares) pronto a qualquer momento.
Os militares enfrentarão alguma consequência?
De regresso à Assembleia Nacional, o secretário-geral do parlamento proibiu a entrada de forças militares e policiais na instituição e prometeu que as tropas serão responsabilizadas “legalmente” por quaisquer “danos físicos e actos ilegais” praticados durante as seis horas de lei marcial. .
De acordo com a emissora sul-coreana MBC, ele disse que cerca de 230 soldados armados entraram nas instalações da Assembleia Nacional através de pelo menos 24 helicópteros.
mf/rc (AFP, Reuters, dpa)
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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