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Orban, da Hungria, ameaça bloquear sanções da UE à Rússia – DW – 24/01/2025
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Primeiro-Ministro Húngaro Viktor Orbán está exigindo a reabertura de um gasoduto que transporta gás russo através Ucrânia em troca do seu apoio à extensão do União Europeia sanções sobre Rússia.
A UE impôs 15 rondas de sanções económicas a Moscovo desde a invasão em grande escala da Ucrânia em fevereiro de 2022, mas não haverá um 16º a menos que os membros do bloco votem por unanimidade para prorrogar as medidas até 31 de janeiro.
Mas HungriaOrban, um populista de direita e aliado do presidente russo Vladímir Putinameaçou “puxar o travão de mão” nas sanções da UE se Bruxelas não persuadir a Ucrânia a reabrir um gasoduto que fornece gás russo a países da Europa Central, como a Hungria.
Ucrânia desliga gás russo quando termina acordo de trânsito
Porque é que a Hungria quer que a Ucrânia reabra o gasoduto?
Kyiv desligou o gasoduto em 1º de janeiro depois de optar por não renovar um acordo de trânsito com a gigante russa do gás Gazprom. Kiev disse que, embora tenha gerado receitas com o acordo de trânsito, foi ainda mais lucrativo para a Rússia.
Mais de 80% do gás e do petróleo da Hungria provém da Rússia, e a Hungria continuou a importar gás russo através de uma rota alternativa: o gasoduto Turkish Stream, que passa pelo Balcãs.
Orban acusou as forças armadas ucranianas de atacarem também este gasoduto e culpou Kiev e Bruxelas pelos problemas económicos na Hungria. Ele afirma que as sanções da UE à Rússia custaram Budapeste 19 mil milhões de euros (19,9 mil milhões de dólares) nos últimos três anos, mais do que as receitas fiscais anuais do país.
“Estamos pedindo ajuda”, disse ele à rádio estatal em entrevista regular na sexta-feira. “Pedimos (à UE) que faça com que os ucranianos declarem que irão restaurar a rota do gás. Não é certo que continuemos a suportar as consequências económicas das sanções para ajudar a Ucrânia enquanto eles estão a brincar connosco.”
Zelenskyy da Ucrânia junta-se aos líderes da UE em Bruxelas
Como respondeu a UE?
Orbán adiou repetidamente decisões anteriores sobre sanções da UE à Rússia antes de eventualmente aprová-las, geralmente tendo obtido algumas concessões que ganharam manchetes e que funcionam bem com a sua base interna.
Autoridades da UE disseram que continuam esperançosas de que os húngaros cederão novamente desta vez, porque não existe plano B.
“Teríamos um grave problema tanto internamente como em termos de apoio à Ucrânia”, admitiu um diplomata da UE à agência de notícias francesa AFP, acrescentando: “Isso colocaria uma bomba nas relações transatlânticas”.
A ameaça de Orbán de minar as sanções surge poucos dias depois de novas Presidente dos EUA, Donald Trump o próprio ameaçou com mais sanções à Rússia se esta não concordasse com negociações para pôr fim à sua “guerra ridícula” na Ucrânia.
Os responsáveis da UE questionar-se-ão, portanto, se a proximidade de Orbán com Trump poderá minar os seus esforços para chantagear Bruxelas por causa das sanções.
mf/sms (dpa, AFP)
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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