AMAZÔNIA
Os cuidados contra a dengue em plena pandemia
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4 anos atrásem
Confira os principais cuidados que você precisa ter para evitar os perigos causados pela dengue em meio a pandemia da Covid-19.
A pandemia do novo coronavírus está em foco dos noticiários há mais de um ano, por se tratar do problema de saúde pública mais urgente no momento.
Mas outras doenças continuam impactando a vida dos brasileiros, como é o caso da dengue, que tem maior incidência no verão, devido às chuvas e às altas temperaturas.
Trata-se de uma das doenças mais mortais que se propagam no corpo humano e é causada e transmitida por uma espécie particular de mosquito, a já conhecida fêmea do Aedes Aegypti.
De natureza altamente infecciosa, esta doença dá febre alta, dores de cabeça, fortes dores musculares e nas articulações, dores nos olhos ou até mesmo no corpo inteiro.
Além disso, se a dengue não for tratada a tempo, pode levar à febre hemorrágica, o que pode ser fatal.
A seguir, veja alguns dos principais cuidados necessários mesmo durante o período da pandemia.
O que causa a dengue?
Também conhecida como “febre quebra-ossos”, a dengue é uma infecção viral causada e transmitida pela picada de um mosquito Aedes infectado.
Com a picada do mosquito infectado, a pessoa recebe uma injeção de um veneno específico que suga seu sangue. Dengue é o nome do vírus responsável pelos sintomas citados e também é conhecido por DENV.
E é importante dizer que a transmissão é possível de mosquito para humano ou de humano (já infectado) para mosquito.
Dicas contra a dengue durante a pandemia
Embora ainda não haja remédio ou vacina cientificamente comprovada contra a dengue, existem 7 cuidados eficazes que o ajudarão a prevenir e se proteger contra a infecção mesmo durante os bloqueios gerados pela pandemia.
1 – Esteja atento e conheça seu inimigo
É recomendável permanecer alerta e ciente dos possíveis tipos de infecção do Dengue. Só então, será capaz de se proteger de verdade.
Como já mencionado, a dengue é geralmente transmitida através da picada de uma fêmea infectada do mosquito Aedes. Que circula com maior frequência na estação das monções, quando o clima é úmido, sendo extremamente comum em áreas tropicais e subtropicais.
A dengue pode infectar qualquer pessoa em qualquer faixa etária, sejam crianças ou adultos. É uma infecção viral debilitante que o deixa com febre alta, dor de cabeça, dor nos olhos e no corpo inteiro, fadiga, etc.
Por isso, ter o conhecimento adequado dos sintomas, das causas, da complexidade da doença e de todos os tipos e formas de infecção possíveis, bem como estar atento ao clima, às características regionais e estação do ano, proporciona maior atenção sobre o problema e diminui a exposição ao vírus.
2 – Destrua os habitats biológicos do mosquito
O passo mais importante para prevenir a propagação dos mosquitos é destruir seus potenciais criadouros.
Os mosquitos da dengue geralmente se reproduzem em águas estagnadas ou paradas, como em baldes, piscinas não utilizadas, vasos de flores, ralos entupidos, etc.
Sendo assim, deve-se sempre manter um controle sobre as áreas úmidas em sua casa e limpar regularmente todas as fontes de água parada. Além disso, nunca deve permitir que resíduos úmidos se acumulem perto de sua casa.
Se conhece pessoas de idade que estão reclusas em casa devido a pandemia, busque se informar se estão cuidando dos espaços em que há acúmulo de água ou, se preciso, visite a casa em questão para desfazer possíveis focos do mosquito.
Isso, claro, mantendo as devidas recomendações vigentes para com a Covid-19.
A adoção dessas medidas reduzirá ou destruirá os habitats biológicos dos mosquitos da dengue.
3 – Ilumine sua casa
É muito comum que os mosquitos geralmente prefiram locais úmidos e escuros. Portanto, para evitar que esses vírus se reproduzam com os mosquitos, é ideal manter sua casa cheia de raios solares.
Até mesmo ter telas anti-mosquito aplicadas, se necessário. Além disso, à noite, deve garantir que todas as portas e janelas estejam fechadas quando ao dormir para evitar uma possível invasão do mosquito.
Outra coisa que pode ajudar nesse sentido, é acender cânfora em dias alternados por cerca de 20-25 minutos em sua casa, pois a fumaça da cânfora consegue matar vários tipos de pragas que espalham doenças.
4 – Planeje suas atividades ao ar livre com atenção
Como o vírus da dengue geralmente se espalha no verão, quando o clima é úmido, passar um dia fora ou fazer qualquer viagem durante a estação das chuvas certamente aumenta o risco de acumular água em casa.
O ideal é que, estando em pandemia, haja pouca oportunidade de sair a longo prazo devido a exposição, no entanto, com as campanhas de vacinação em curso é natural que certo otimismo faça as pessoas voltarem a sair de modo gradativo.
A atenção que se deve ter é com os lugares da casa que, ao chover, podem acumular água. Deixe os baldes de ponta cabeça (com a boca para baixo) assim como caixas e preencha os vasos com areia.
Para quem utiliza lonas, posicione elas de modo que a água escoe para ralos ou até mesmo as dobre e guarde antes de sair.
E independente da cidade ou local para onde viajar, realize também as devidas prevenções.
5 – Use repelente de insetos
Outra maneira eficiente de prevenir a dengue é usando cremes repelentes de mosquitos, mais precisamente repelentes com ingredientes ativos como DEET até 30 por cento, picaridina ou IR3535.
Esses repelentes são feitos com uma fórmula delicada e são suaves para a pele humana além dos cuidados esperados contra mosquitos.
6 – Use roupas de proteção
Esta é a medida preventiva mais fácil de se tomar, mas também importante para que você possa se proteger da dengue em áreas potencialmente perigosas.
Roupas totalmente cobertas, como camisas e camisetas com mangas compridas, calças e blusas para cobrir cada centímetro do corpo minimizam a área de pele exposta.
7 – Mantenha o ambiente limpo
Apenas destruir o habitat do mosquito não basta, o ideal é também tentar manter o ambiente limpo para eliminar a reprodução dos hospedeiros. Então, mantenha seus vasos sanitários e lixeira cobertos.
Há ainda algumas plantas que ajudam a repelir os mosquitos pois elas expelem gases naturais. Entre as opções estão o nim, tulsi, eucalipto e o capim-limão. Plantas que ajudam a repelir mosquitos e também proporcionam mais frescor para os ambientes da casa.
Portanto, há várias formas de evitar a propagação da dengue, mas o mais importante neste caso é sempre verificar itens que possam acumular água parada, como pneus, vasos e caixas d’água.
É importante não esquecer problemas que já foram graves para a saúde pública e que ainda representam perigo e aproveitar a mobilização que há em meio a pandemia pode ajudar em mais uma prevenção.
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ACRE
BANCO DA AMAZÔNIA LANÇA EDITAL DE R$ 4 MILHÕES PARA APOIAR PROJETOS DE BIOECONOMIA NA REGIÃO AMAZÔNICA
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8 meses atrásem
27 de junho de 2025Edital Amabio contemplará organizações comunitárias, cooperativas, startups e microempresas nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão e Pará. Propostas podem ser enviadas até 31/07/2025.
O Banco da Amazônia, em cooperação com a Agência Francesa de Desenvolvimento, lança o Edital AMABIO 001/2025, que vai destinar R$ 4 milhões em apoio financeiro não reembolsável a projetos de bioeconomia na Amazônia. A chamada pública é voltada a organizações da sociedade civil, cooperativas, startups e microempresas com atuação nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão e Pará.
As inscrições estarão abertas até 31 de julho de 2025, exclusivamente pela plataforma digital do Banco. O edital completo, com critérios de seleção, lista de documentos obrigatórios e formulário de inscrição estão disponíveis no site: www.bancoamazonia.com.br/programa-amabio
A iniciativa é fruto da cooperação Franco Brasileira e integra o Programa AMABIO – Financiamento Sustentável e Inclusivo da Bioeconomia Amazônica, uma parceria entre o Banco da Amazônia e o Grupo Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), com apoio técnico da Expertise France. O objetivo é fortalecer cadeias produtivas sustentáveis, valorizar saberes tradicionais e promover inovação na região amazônica.
Os proponentes podem inscrever propostas de projetos de até R$150 mil, com cronograma de execução em até 12 meses, em uma das duas linhas temáticas: Fortalecimento de Organizações de Povos e Comunidades Tradicionais ou Inovação nas Cadeias de Valor da Sociobiodiversidade Amazônica.
O edital visa o fomento de soluções inovadoras e o fortalecimento da atuação de organizações nos territórios amazônicos. Propostas com liderança feminina e/ou liderança de jovens entre 18 e 35 anos terão pontuação adicional. A chamada também assegura que pelo menos 30% dos projetos selecionados sejam liderados por mulheres.
Linhas temáticas
A primeira linha de atuação, Fortalecimento de organizações de Povos e Comunidades Tradicionais, visa o apoio ao desenvolvimento institucional de cooperativas, associações e demais organizações de base que atuam com agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, aquicultores, silvicultores, povos indígenas, quilombolas e outros povos e comunidades tradicionais da Amazônia.
Já a segunda linha, Inovação nas Cadeias de Valor da Bioeconomia na Amazônia, tem como foco o incentivo à criação, adaptação ou aprimoramento de produtos, processos, serviços, tecnologias sociais e arranjos organizacionais.
As propostas devem gerar valor ambiental, social, cultural e econômico, respeitando a diversidade socioterritorial da região. São esperadas soluções que promovam a sustentabilidade, valorizem os saberes tradicionais, fortaleçam a segurança alimentar e contribuam para a geração de renda nos territórios.
Esse edital representa um marco no apoio do Banco da Amazônia para a Bioeconomia na região. A instituição financeira reconhece o papel estratégico das organizações locais e busca apoiar soluções baseadas na floresta, na ciência e nos conhecimentos tradicionais para gerar renda, inclusão e sustentabilidade.
Processo de seleção
O processo seletivo será conduzido em três etapas: triagem de elegibilidade do Projeto, análise técnica e de mérito e deliberação final. A Comissão de Seleção será composta por representantes do Banco da Amazônia (BASA), da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), da Expertise France (EF) e por especialistas com notório saber em bioeconomia, inovação, saberes locais ou tradicionais e desenvolvimento sustentável.
A seleção será baseada em critérios técnicos, como relevância estratégica, impacto socioambiental, grau de inovação, sustentabilidade, inclusão e diversidade, além de capacidade de gestão. A publicação do resultado final está prevista para 10 de outubro de 2025.
Sobre o BASA
O Banco da Amazônia é a principal instituição financeira de fomento da região, com mais de 80 anos de atuação. Presente em todos os estados da Amazônia Legal por meio de 121 agências e canais digitais, é o principal executor de políticas públicas na região, como operador do Fundo Constitucional do Norte (FNO).
Com foco no desenvolvimento sustentável, oferece crédito e soluções financeiras para iniciativas que valorizam a floresta e as comunidades locais, apoiando projetos de bioeconomia, agroecologia, manejo florestal e inclusão social. Seu compromisso é com uma Amazônia mais próspera, justa e respeitosa. Saiba mais em: www.bancoamazonia.com.br
Sobre o Grupo AFD – Agência francesa de desenvolvimento
Em alinhamento com a agenda internacional para o desenvolvimento sustentável e a luta contra as mudanças climáticas, o Grupo AFD apoia a trajetória de desenvolvimento do Brasil rumo a um modelo de baixo carbono, resiliente e equitativo, colocando seus instrumentos financeiros a serviço dos atores do desenvolvimento territorial. As atividades incluem planejamento urbano, gestão sustentável de recursos naturais e água, apoio à transição energética e progresso social. Brasil | AFD – Agence Française de Développement
Sobre a Expertise France
A Expertise France é uma agência pública e um ator chave da cooperação técnica internacional. Ela projeta e implementa projetos que fortalecem de maneira sustentável as políticas públicas em países em desenvolvimento e emergentes. Governança, segurança, clima, saúde, educação, atua em áreas-chave do desenvolvimento sustentável e contribui, ao lado de seus parceiros, para a realização da Agenda 2030. www.expertisefrance.fr.
Serviço
Edital AMABIO 001/2025
Prazo para inscrições: até 31 de julho de 2025
Edital completo, critérios de seleção, lista de documentos obrigatórios e formulário de inscrição: www.bancoamazonia.com.br/programa-amabio
Crédito fotos: Divulgação/Canva
Mais informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação – Banco da Amazônia
indhira.ramos@basa.com.br
Dominik Giusti – Expertise France
dominik.giusti@expertisefrance.fr | (91) 98107-8710
Natália Mello – Jornalista
nataliafmello@gmail.com | (91) 98033-2967
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LIVRO E CULTURA: Vidas em fluxo à beira do rio Araguaia
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1 ano atrásem
11 de dezembro de 2024Livro de Francisco Neto Pereira Pinto apresenta as mudanças do meio ambiente e os aspectos intrínsecos da humanidade a partir da história de uma família ribeirinha.
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À beira do Araguaia, a vida transcorre no mesmo ritmo da corrente. Ali, as águas são companheiras de uma família ribeirinha que atravessou casamentos, nascimentos e mortes ao lado de um dos maiores rios do país. Unidos por laços sanguíneos e um lar, pai, mãe, filho, filha e até os gatos se tornam os protagonistas da obra publicada por Francisco Neto Pereira Pinto, que convida os leitores a olharem para seus mundos internos a partir de experiências típicas da floresta amazônica.
Os 14 contos desta coletânea podem ser lidos de forma independente, mas juntos formam um mosaico da cultura daqueles que fazem da pesca artesanal, da pequena produção rural e do empreendedorismo familiar seus principais meios de sustento. Com uma linguagem poética, regionalista e experimental, os textos evocam uma memória ancestral sobre as tradições do Norte brasileiro.
A casa de Ana e Pedro no alto da ribanceira parecia ter sido feita para uma conquista como somente aquela cheia poderia impor. Uma noite espessa, pesada, úmida, escura e esvoaçante e a casa lá, com um candeeiro de chama nervosa e intensa, alimentada por azeite de mamona e pavio de algodão. (À beira do Araguaia, p. 43)
Sob o olhar ribeirinho, o autor atravessa questões essenciais do contexto social, ambiental e político do país. Entre as páginas, retrata a partida dolorosa de um pai que decide trabalhar com o garimpo em busca de melhores condições econômicas; as consequências da pesca predatória; os efeitos da destruição da natureza no cotidiano; e a história da Guerra do Araguaia. Temas como diferenças de gênero, racismo, saúde mental e luto também são abordados com um rigor estético que perpassa desde a escrita até as pinturas em acrílico de John Oliveira.
Com apresentação de Neide Luzia de Rezende, professora da Universidade de São Paulo, o livro reúne contos que se desdobram de forma similar a um romance. Sem uma linha cronológica definida, as histórias retratam as vidas de Ana e Pedro, que aparecem como protagonistas ou secundários em diferentes momentos; dos filhos Eve e Téo, com conflitos específicos entrelaçados a gênero e educação na contemporaneidade; além dos gatos Calíope e Dom, presentes para representar a força das relações entre humanos e animais.
Sobre o lançamento, que aconteceu no dia 3 e dezembro de 2024, no auditório da Reitoria, na Universidade Federal do Norte do Tocantins, em Araguaína, Francisco Neto Pereira Pinto comenta: “o projeto foi uma maneira de revisitar minhas memórias de menino, porque vivi até os 15 anos em uma vila à beira do Araguaia. Cresci ali, mas hoje vejo o rio secando, o meio ambiente sendo degradado e como isso afeta os ribeirinhos. Meu livro chama atenção para essa realidade. Tenho um desejo muito forte de preservar uma cultura que parece estar desaparecendo”.
FICHA TÉCNICA
Título: À beira do Araguaia
Autor: Francisco Neto Pereira Pinto
Editora: Mercado de Letras
ISBN: 978-6586089769
Páginas: 88
Preço: R$ 41
Onde comprar: Amazon
Booktrailer no Youtube
Sobre o autor: Francisco Neto Pereira Pinto é professor, escritor e psicanalista. Doutor em Ensino de Língua e Literatura e graduado em Letras – Português / Inglês, leciona no programa de pós-graduação em Linguística e Literatura da Universidade Federal do Norte do Tocantins e nos cursos de Medicina e Direito do Centro Universitário Presidente Antônio Carlos. Membro da Academia de Letras de Araguaína – Acalanto, publicou os livros: “Sobre a vida e outras coisas”, “O gato Dom”, “Você vai ganhar um irmãozinho”, “Saudades do meu gato Dom” e À beira do Araguaia.
Redes sociais do autor:
Instagram: @francisconetopereirapinto
LinkedIn: Francisco Neto Pereira Pinto
Youtube: @francisconetopereirapinto
Site do autor: https://francisconetopereirapinto.online/
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Tarauacá engaja-se no Programa Isa Carbono para fortalecer Políticas Ambientais
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1 ano atrásem
6 de dezembro de 2024Tarauacá se destacou como um dos municípios engajados nas consultas públicas para atualização do Programa Isa Carbono, iniciativa vinculada ao Sistema de Incentivo a Serviços Ambientais (Sisa). Representantes das comunidades ribeirinhas, extrativistas e povos indígenas participaram do fórum organizado pelo Instituto de Mudanças Climáticas (IMC). Durante o evento, foram discutidos temas como REDD+, mercado de crédito de carbono e financiamentos climáticos, com vistas a garantir uma repartição justa de benefícios socioambientais.
O fórum incluiu a criação de Grupos de Trabalho específicos para as comunidades tradicionais, que apresentou propostas ajustadas às particularidades locais. Entre os encaminhamentos, foi pactuada a produção de materiais didáticos de fácil compreensão para os participantes, o que reforça o compromisso do governo em promover uma participação verdadeiramente inclusiva. A iniciativa foi amplamente elogiada por líderes comunitários, que enfatizaram o respeito às salvaguardas socioambientais e aos direitos das populações tradicionais.
Esse marco evidencia o protagonismo de Tarauacá na preservação ambiental e na luta contra o desmatamento ilegal. O sucesso da iniciativa dependerá da continuidade do diálogo entre governo e comunidades, com atenção especial à execução das políticas deliberadas no fórum. A mobilização comunitária fortalece não apenas a conservação ambiental, mas também a construção de uma economia sustentável para a região.
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