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os eleitos locais estão divididos, o Senado fica do lado das comunas

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A teimosia dos senadores deu frutos. Depois de obter a aprovação do primeiro-ministro Michel Barnier no início do mês, o Senado aprovou na quinta-feira, 17 de outubro, um projeto de lei que autoriza os prefeitos a não transferirem suas competências em matéria de água e saneamento para a cidade em 2026. O nível acima, intermunicipalidade . Isto é, até agora, o que previa a lei NOTRe de 2015.

Um texto que “às vezes espartilhou e padronizou nosso país sem levar em conta a diversidade de nossos territóriosdeclarou quinta-feira a ministra delegada responsável pela ruralidade, a ex-senadora Françoise Gatel, durante os debates. Aprendamos com este erro e acabemos com leis que restringem, obrigam e proíbem. Prefiramos leis que relaxem e facilitem, tendo a confiança nos nossos governantes locais eleitos como nossa bússola. »

No Senado, a assembleia de autoridades locais, Michel Barnier tem uma maioria sólida. Num contexto político incerto, isto não pode ser negligenciado. Com a sua decisão, anunciada em 9 de outubro, Michel Barnier sabia que iria satisfazer um antigo pedido dos senadores e que encontraria o apoio de muitos eleitos locais, no exato momento em que lhes pede um esforço de 5 mil milhões de euros. euros como parte do orçamento de 2025 Em 9 de outubro, a Associação de Prefeitos da França acolheu imediatamente. “uma medida de liberdade e eficiência”. “Não fizemos isso contra os intercosdefende o senador de Aveyron Alain Marc, vice-presidente do Senado. Queremos devolver o poder aos municípios. Os prefeitos em breve só terão o poder de casar, e as pessoas não vão mais se casar…”

Custos incorridos

Mas nem todos os governantes eleitos locais pensam a mesma coisa, especialmente aqueles que dão vida às intercomunidades. Em Le Havre (Seine-Maritime), onde organizaram a sua convenção anual, de 16 a 18 de Outubro, o ambiente não era de boas-vindas a uma “uma medida de liberdade e eficiência”. Vice-presidente da Comunidade Mayenne, que reúne trinta e três municípios e 39 mil habitantes do norte do departamento, Pierrick Tranchevent denuncia “um desperdício de fundos públicos”enquanto o governo apela à austeridade financeira.

Desde que souberam que terão de assumir “competências em matéria de água e saneamento” até 2026, o mais tardar, as 1.254 autoridades intercomunais do país colocaram-se gradualmente em condições de funcionamento. Segundo a Intercommunalités de France, 540 deles já realizam estas missões. A Comunidade Mayenne não é uma delas. Mas o projeto avançou bem e já foram gastos 100 mil euros para preparar a transferência. “Trabalhamos nisso por um anodiz o Sr. Tranchevente tudo deveria parar? Quem nos reembolsará pelos 100.000 euros? »

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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