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Os espetáculos do céu para ficar de olho em 2025 – 01/01/2025 – Ciência

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O ano novo chegou, e se você gosta de observar estrelas, 2025 será um ano com alguns eventos astronômicos.

O ano será marcado por quatros eclipses e duas superluas consecutivas.

Primeira grande chuva de meteoros de 2025

O ano vai começar com as Quadrântidas —a grande chuva de meteoros anual. Esta será uma das chuvas de meteoros mais fortes do ano e atingirá seu auge em 3 ou 4 de janeiro.

Meteoros ou estrelas cadentes são pedaços de detritos que entram na atmosfera da Terra a velocidades de até 70 km por segundo, vaporizando e causando raios de luz.

As Quadrântidas são conhecidas por atingir uma taxa de até 120 meteoros por hora em um curto período.

Elas foram batizadas com esse nome por causa de seu ponto de origem aparente no céu, a antiga constelação Quadrans Muralis, e possuem uma coloração azul ou branco-amarelada com rastros finos.

Essa chuva de meteoros é mais visível no Hemisfério Norte, mas alguns dos meteoros podem ser vistos no Brasil.

Para observá-las, é melhor se afastar de um ambiente com muitas poluição luminosa e deixar seus olhos se ajustarem ao céu noturno por pelo menos 15 minutos. Não é necessário nenhum equipamento, mas é essencial ter um céu limpo e muita paciência.

Eclipse solar parcial

Haverá dois eclipses solares parciais em 2025 —mas nenhum deles será observado do Brasil.

Isso acontece quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, bloqueando uma parte dos raios solares.

O primeiro deles ocorre em 29 de março, quando a Terra, o Sol e a Lua estarão alinhados. Mas ele poderá ser observado apenas em partes dos Estados Unidos, Canadá, Europa e África.

O segundo acontece em 21 de setembro, mas será visto apenas da Oceania e Antártida.

Nunca se deve olhar diretamente para o Sol. Os especialistas recomendam observar um eclipse solar parcial com segurança, usando óculos especiais com filtro solar.

Eclipse lunar total

Haverá um eclipse lunar total visível do Brasil este ano, na madrugada de 13 e 14 de março. Eclipse lunar total é quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham. Durante um eclipse lunar, a Lua fica com uma cor avermelhada, porque a única luz solar que chega à ela tem que passar pela atmosfera da Terra. Por isso, também é chamada de “Lua de Sangue“.

Um eclipse lunar total pode durar várias horas, dependendo das condições. O último eclipse lunar ocorreu em setembro de 2024.

Os eclipses lunares são seguros para serem vistos a olho nu porque refletem apenas a luz do sol. Um céu sem nuvens é preferível. Busque um ambiente com poucas luzes e obstáculos visuais no horizonte, como prédios.

Haverá um outro eclipse lunar total em 2025, no dia 7 de setembro, mas ele só poderá ser visto da Austrália, Ásia, África e Europa. E será o eclipse lunar total mais longo desde 2022, com 1 hora e 22 minutos de duração.

Três superluas

Em 2024, tivemos quatro superluas consecutivas. Em 2025, haverá três: a Lua do Caçador em 7 de outubro, a Lua do Castor em 5 de novembro e a Lua Fria em 4 de dezembro.

Seus nomes se originam da cultura dos indígenas americanos para refletir o que acontecia na natureza naquela época do ano, e como um método de usar a fase lunar para contar o tempo.

As superluas ocorrem quando a Lua está em seu ponto mais próximo da Terra em sua órbita, parecendo até 15% mais brilhante e 30% maior do que as luas cheias normais.

Para ter uma boa visão de uma superlua, um céu limpo é preferível e você pode usar apenas seus olhos, embora um telescópio ou binóculos ajudem.

Se você quiser tirar uma foto, desligue o flash, ative o modo noturno e use luz ambiente. E verifique a previsão do tempo.



Leia Mais: Folha

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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