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Os Estados Unidos e Israel se voltam para a África para reinstalar os palestinos arraigados de Gaza
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Os Estados Unidos e Israel entraram em contato com funcionários de três países da África Oriental para discutir o uso de seus territórios como destinos em potencial para os palestinos arrancados da Strip Gaza como parte do plano pós-guerra proposto pelo presidente Donald Trump, American e Israeli Officials disses à Associated Press (AP).
Contatos com Sudão, Somália e Somalilândia, uma região secessionista da Somália, refletem a determinação dos Estados Unidos e Israel para promover um plano que foi amplamente condenado e que levantou sérias questões legais e morais. Como esses três países são pobres e, em alguns casos, separados pela violência, a proposta também lança dúvidas sobre o objetivo declarado de Donald Trump de reinstalar os Gazaouis em um “Beautiful Region”. Os representantes do Sudão disseram que rejeitaram ofertas dos Estados Unidos, enquanto os da Somália e da Somalilândia disseram à AP que eles não estavam cientes de nenhum contato.
Segundo o plano de Donald Trump, os mais de 2 milhões de habitantes de Gaza são definitivamente enviados para outro lugar. Ele propôs que os Estados Unidos tomassem posse do território, supervisionem um longo processo de limpeza e o desenvolvam como um projeto imobiliário. A idéia de uma transferência maciça de palestinos já foi considerada uma fantasia da margem ultra -nacionalista de Israel. Mas como Trump apresentou essa idéia em uma reunião na Casa Branca, em fevereiro, o primeiro -ministro, Benyamin Netanyahu, o elogiou como um “Visão ousada”.
Os Gazaouis rejeitaram a proposta e não levaram em consideração as reivindicações israelenses, segundo as quais as partidas são voluntárias. Os países árabes expressaram sua oposição com veemência e propuseram um plano alternativo de reconstrução que deixaria os palestinos no local. Grupos de direitos humanos disseram que forçar ou pressionar os gazanis para que eles saíssem pudessem ser um crime de guerra. No entanto, a Casa Branca afirma que Donald Trump “Obtendo sua visão.”
Incentivos financeiros, diplomáticos e de segurança
Falando sob a capa do anonimato, autoridades americanas e israelenses confirmaram contatos com a Somália e a Somalilândia, enquanto os americanos também confirmaram o Sudão, sem poder dizer se os esforços progrediram ou em que nível as discussões ocorreram. Os procedimentos separados para os Estados Unidos e Israel com os três destinos em potencial começaram em fevereiro, alguns dias depois que Donald Trump lançou o plano de Gaza ao lado de Benyamin Netanyahu, segundo autoridades americanas, que declararam que Israel assumiu a liderança.
Israel e os Estados Unidos têm toda uma série de incentivos, diplomáticos e de segurança para oferecer a esses parceiros em potencial. Esta é uma fórmula que Donald Trump usou há cinco anos quando negociou os acordos de Abraão, uma série de acordos diplomáticos mutuamente benéficos entre Israel e quatro países árabes.
A Casa Branca se recusou a comentar sobre esses esforços de conscientização. Os escritórios de Benyamin Netanyahu e seu homem de confiança, o ministro Ron Dermer, que liderou o planejamento do pós-guerra em Israel, também não comentaram. Mas o Ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, defensor de longa data do que ele chama de emigração “Voluntário” Os palestinos disseram nesta semana que Israel estava tentando identificar os países que provavelmente os receberão. Ele também disse que Israel estava preparando um “Departamento de emigração muito grande” dentro do Ministério da Defesa.
Aqui está uma visão geral mais detalhada dos países que foram abordados, segundo funcionários públicos.
Sudão, um país devastado pela guerra civil
Este país é um dos quatro países signatários dos acordos de Abraham, que concordou em normalizar suas relações diplomáticas com Israel em 2020. No âmbito deste Contrato, os Estados Unidos retiraram o Sudão De sua lista de estados que apoiam o terrorismo, que permitiu ao país acessar empréstimos internacionais e legitimidade global. Mas as relações com Israel nunca decolaram, o Sudão mergulhou em uma guerra civil entre as forças do governo e o grupo paramilitar de forças de apoio rápido (FSR).
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O conflito foi marcado por atrocidades, incluindo assassinatos e estupro com a motivação étnica, de acordo com as Nações Unidas e Grupos de Direitos Humanos. O Tribunal Penal Internacional (ICC) está investigando crimes de guerra e supostos crimes da humanidade, e a administração do presidente Joe Biden disse em janeiro que a FSR e seus agentes estavam cometendo um genocídio. Os Estados Unidos e Israel achariam difícil convencer os palestinos a deixar Gaza, especialmente para um país atormentado por tais distúrbios. Mas eles poderiam oferecer incentivos ao governo de Cartum, em particular uma redução em dívidas, armas, tecnologias e apoio diplomático.
Duas autoridades sudanesas, falando sob o disfarce de anonimato, confirmaram que o governo Trump havia contatado o governo liderado pelo Exército sobre a recepção dos palestinos. Um deles disse que os contatos começaram antes mesmo de a inauguração de Donald Trump, com ofertas de assistência militar contra a FSR, ajuda à reconstrução pós-guerra e outras medidas de incentivo. “Esta sugestão foi imediatamente rejeitada, disse um dos funcionários. Ninguém reabriu o arquivo. »»
O general Abdel Fattah al-Bourhane, que chefia o exército regular, disse em um cume de líderes árabes no Cairo na semana passada que seu país rejeitou “Categoricamente, qualquer plano destinado a transferir os irmãos palestinos para suas terras sob qualquer justificativa ou nome”.
Somalilândia, um território em busca de reconhecimento
A Somalilândia, um território de mais de 3 milhões de habitantes localizados no chifre da África, separados da Somália há mais de trinta anos, mas não é reconhecido internacionalmente como um estado independente. A Somália considera a Somalilândia como parte de seu território. O novo presidente da Somalilândia, Abdirahman Mohamed Abdullahi, fez do reconhecimento internacional uma prioridade.
Um funcionário americano confirmou que os Estados Unidos tinham “Uma conversa discreta com a Somalilândia sobre uma série de áreas nas quais eles podem ser úteis nos Estados Unidos em troca de reconhecimento”. A possibilidade de reconhecimento americano poderia incentivar o presidente Abdullahi a retornar à solidariedade do território com os palestinos. Um funcionário da Somalilândia, falando sob o disfarce de anonimato, disse que seu governo não havia sido abordado e que ele não estava em negociações para receber os palestinos.
Os Emirados Árabes Unidos, signatário do país para os acordos de Abraham e que desenvolveram laços estreitos com Israel, já tiveram uma base militar na Somalilândia e mantêm interesses comerciais, incluindo um porto. A situação estratégica do território, no caminho navegável do Golfo de Aden, perto do Iêmen, onde estão localizados os rebeldes houthistas, também pode torná -lo um aliado precioso.
Ao longo dos anos, a Somalilândia foi alugada por seu ambiente político relativamente estável, contrastando fortemente com as atuais lutas da Somália, diante dos ataques assassinos do Chabab, ligados à Al Qaeda. Desde 1991, a Somalilândia mantém seu próprio governo, estruturas de moeda e segurança. No entanto, este território tem um dos níveis mais baixos de renda do mundo.
Somália, apoio fervoroso à autonomia palestina
O Somália era um defensor fervoroso dos palestinos, muitas vezes organizando manifestações pacíficas em suas ruas para apoiá -las. O país, que participou da recente cúpula árabe que rejeitou o plano de Donald Trump, parece ser um destino improvável para os palestinos, mesmo que eles concordassem em se mudar.
Sambu Chepkir, advogado e pesquisador em Nairobi, Quênia, acredita que é difícil entender por que a Somália gostaria de receber os palestinos, já que o país apóia firmemente a autonomia palestina. “O realinhamento continua a mudar e pode haver uma agenda oculta”, Ele sugere.
Um funcionário da Somália, falando sob a capa do anonimato, disse que o país não havia sido abordado para receber Gazaouis e que não houve discussões sobre esse assunto.
O mundo com AP
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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