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Os EUA confirmam conversas diretas com o Hamas sobre os cativos de Gaza | Notícias
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As conversas vêm, enquanto Israel continua a bloquear suprimentos de ajuda humanitária em Gaza após a primeira fase do cessar -fogo expirado.
Os Estados Unidos estão se envolvendo em conversas diretas com o Hamas Como as negociações sobre um acordo de cessar -fogo entre o grupo armado palestino e Israel estão pendurados por um fio.
“Essas são palestras e discussões em andamento, não vou detalhar aqui, há vidas americanas em jogo”, disse o secretário de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, na quarta -feira, confirmando um relatório da Axios Media Outlet que as conversas entre os dois lados estavam ocorrendo.
“Veja, diálogo e conversar com pessoas em todo o mundo para fazer o que é do melhor interesse do povo americano é algo que o presidente provou ser o que ele acredita é (a) de boa fé, esforço para fazer o que é certo para o povo americano”, disse Leavitt.
Adam Boehler, o candidato de Trump como enviado especial para assuntos de reféns, participou das negociações diretas com o Hamas.
Um funcionário do Hamas citado pela Agência de Notícias da AFP confirmou as negociações sobre os cativos de Israelense realizados em Gaza.
Os EUA haviam recusado publicamente contato direto com o grupo palestino desde que os proibiu como uma organização “terrorista” em 1997.
Israel disse que foi consultado pelos EUA sobre as negociações diretas.
Autoridades israelenses dizem que cerca de 24 cativos vivos – incluindo Edan Alexander, um cidadão americano – assim como os corpos de pelo menos 35 outros, acredita -se que ainda se acredita que ainda sejam realizados em Gaza.
Hamdah Salhut, da Al Jazeera, reportagem da Jordânia, disse que os dois lados discutiram cativos realizados em Gaza.
“Entendemos que é para garantir a recuperação dos corpos dos cativos israelenses-americanos que ainda estão sendo mantidos em Gaza e um em cativeiro israelense com a cidadania dos EUA que se acredita estar viva.
“Os americanos estão dizendo que seus enviados têm o poder de negociar com alguém, e não é apenas os cativos que mantêm a cidadania americana, mas também é para o fim da guerra”, disse ela.
Trégua frágil
A confirmação das negociações ocorre dias após a primeira fase do cessar-fogo de Israel-Hamas, com Israel pressionando por uma extensão enquanto o Hamas insiste em progredir para a segunda fase do acordo acordado em janeiro.
A primeira fase viu o Hamas libertar 33 reféns em troca de Israel lançar mais de 2.000 prisioneiros e detidos palestinos.
Israel disse que a proposta de estender a primeira fase da trégua foi redigida pelo enviado dos EUA para o Oriente Médio, Steve Witkoff.
O novo plano exigiria que o Hamas liberasse metade dos cativos restantes em troca de uma extensão de cessar -fogo e uma promessa de negociar uma trégua duradoura. Israel não mencionou a liberação de prisioneiros mais palestinos – um componente -chave da primeira fase.
Ajuda bloqueada
Após a primeira fase expirada, Israel suspensa no domingo entregas de ajuda humanitária, incluindo combustível, ajuda e medicina, em Gaza, pois o governo pretende pressionar o Hamas a aceitar os novos termos – um movimento que o grupo palestino criticou como uma violação do acordo original.
França, Reino Unido e Alemanha na quarta-feira, alertaram Israel contra o uso da ajuda como uma “ferramenta política”, pedindo-a para garantir a entrega “sem obstáculos” de suprimentos humanitários ao enclave palestino devastado pela guerra.
“Convidamos o governo de Israel a cumprir suas obrigações internacionais para garantir uma prestação completa, rápida, segura e sem obstáculos de assistência humanitária à população em Gaza”, afirmou os países em comunicado conjunto.
“Uma interrupção em bens e suprimentos que entram em Gaza, como o anunciado pelo governo de Israel, corria o risco de violar o direito humanitário internacional”, disseram eles. “A ajuda humanitária nunca deve ser dependente de um cessar -fogo ou usada como ferramenta política”.
As três nações européias descreveram a situação humanitária em Gaza como “catastrófica”.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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