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Os EUA lançam grandes ataques aéreos sobre alvos houthis no Iêmen; Pelo menos 9 mortos | Notícias

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Os EUA lançam grandes ataques aéreos sobre alvos houthis no Iêmen; Pelo menos 9 mortos | Notícias

O presidente Trump adverte os houthis, promete uma ação intensificada à medida que os greves dos EUA aumentam no Iêmen.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou Uma série de greves em alvos houthis no Iêmen na ação militar mais significativa de seu segundo mandato até o momento.

Pelo menos nove civis foram mortos nas greves no sábado, de acordo com o ministério da saúde do Iêmen.

“Seu tempo acabou e seus ataques devem parar, começando hoje. Se não o fizer, o inferno choverá sobre você como nada que você já viu antes ”, disse Trump em comunicado sobre a verdade social, seu site de mídia social.

“Encomendei os militares dos EUA hoje para lançar uma operação militar decisiva e poderosa contra os terroristas houthis no Iêmen”, acrescentou Trump.

“Usaremos uma força letal esmagadora até alcançarmos nosso objetivo”, disse ele no cargo, acusando o grupo alinhado ao Irã de ameaçar o transporte marítimo do Mar Vermelho.

Os houthis, que controlam grande parte do país da Península Arábica, iniciaram uma campanha visando a movimentada rota marítima em apoio aos palestinos em Gaza depois que Israel começou a bombardear o enclave sitiado.

Trump também disse ao Irã que precisava parar de apoiar imediatamente os houthis. Ele disse que se o Irã ameaça os EUA: “Os Estados Unidos o responsabilizarão e não seremos legais com isso!”

Antes, a Al Masirah TV afiliada houthi relatou ataques na capital iemenita, Sanaa.

Citando dois altos funcionários dos EUA, o New York Times informou que os ataques faziam parte de uma nova ofensiva nos EUA em larga escala contra os houthis no Iêmen.

Os ataques aéreos parecem ter como alvo um depósito de munição ou mísseis.

(Al Jazeera)

As greves acontecem como o grupo armado anunciado nesta semana Isso retomaria os ataques a navios israelenses depois que Israel não conseguiu parar seu bloqueio punitivo da entrega da ajuda humanitária na faixa de Gaza. O grupo iemenita disse que estava “retomando a proibição da passagem de todos os navios israelenses” no Mar Vermelho.

“Qualquer navio israelense que tenta violar essa proibição deve ser alvo na zona de operações declarada”, afirmou em comunicado divulgado na terça -feira. A “proibição” também cobre o Mar da Arábia, o Estreito de Bab al-Mandeb e o Golfo de Aden, disse o grupo.

As greves afetaram o comércio global, forçando um volume significativo de tráfego marítimo entre a Ásia e a Europa, longe do canal de Suez a fazer a jornada muito mais longa pela África.

O grupo interrompeu seus ataques com drones e mísseis, que haviam como alvo embarcações com tênues links israelenses quando o cessar -fogo de Gaza foi declarado em janeiro.

Mas ameaçou retomar os ataques quando Israel bloqueou toda a ajuda em Gaza agitada em guerra em 2 de março, na esperança de pressionar o Hamas a liberar os cativos restantes que levou em seu ataque de 7 de outubro de 2023.

No início deste mês, os EUA designaram o movimento houthi, conhecido formalmente como Ansar Allah, como um Organização “Terrorista Estrangeira”.



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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