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Os manifestantes estudantis bloqueiam a estação de TV pública – DW – 11/11/2025

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Os manifestantes estudantis bloqueiam a estação de TV pública - DW - 11/11/2025

Centenas de manifestantes estudantis bloqueados Sérvia Estação de televisão pública em Belgrado durante a noite na segunda -feira.

A mudança ocorre em meio a tensões aumentadas na nação dos Balcãs, que foi abalada por meses de manifestações lideradas por estudantes. Outra grande manifestação está planejada para o fim de semana.

Os estudantes bloquearam o prédio pela primeira vez a emissora pública do país, a televisão da Rádio da Sérvia (RTS) na noite de segunda -feira.

A polícia de choque usou bastões na tentativa de dispersar a multidão que estava bloqueando uma entrada para o prédio da TV. Pelo menos um oficial ficou ferido nos confrontos.

A emissora N1 afiliada à CNN relatou que o oficial ferido estava na planície e foi atingido por um gendarme em equipamentos de choque.

Várias centenas se reuniram novamente na manhã de terça -feira, depois de declarar que o bloqueio duraria pelo menos 22 horas.

Por que os manifestantes estão bloqueando a estação de TV?

Os estudantes universitários realizam manifestações quase diárias desde que 15 pessoas foram mortas quando uma estação de trem na cidade na cidade de Novi Sad desmaiou em novembro.

Os protestos liderados por estudantes desafiaram o presidente populista de direita Aleksandar Vucic aperto apertado no poder.

Manifestantes na Sérvia pressionaram o presidente

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Os líderes do movimento de protesto miravam na emissora pública da Sérvia pelo que eles consideram como tendenciosos relatórios das manifestações que favorece o governo de Vucic.

O presidente apareceu no principal boletim de notícias na noite de segunda -feira, embora não estivesse claro se essa aparição havia despertado o bloqueio da noite.

Naquela entrevista televisionada, Vucic criticou o movimento liderado por estudantes e alertou que os participantes da manifestação planejada para o sábado seriam recebidos com força.

“Você terá que me matar se quiser me substituir”, disse ele.

A RTS emitiu um comunicado condenando o bloqueio do aluno, enquanto o repórter entrevistando Vucic chamou os manifestantes de “uma multidão”.

Apesar do bloqueio, a programação da estação de TV conseguiu continuar ininterrupta, pois alguns funcionários conseguiram usar uma entrada lateral.

Os protestos estudantis da Sérvia podem trazer mudanças?

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O que está por trás dos protestos liderados por estudantes?

Muitos na Sérvia culparam supostos trabalhos de corrupção e renovação de má qualidade Incidente de estação ferroviária mortal de novembro em Novi triste.

Os alunos exigiram que os responsáveis ​​pela tragédia fossem responsabilizados.

As pessoas ficam em silêncio para comemorar as 15 vítimas mortas depois que um dossel de concreto ferroviário caiu em novembro de 2024
Dezenas de milhares de pessoas participaram de comíciosImagem: Darko Vojinovic/AP Photo/Picture Alliance

Essas chamadas foram amplamente apoiadas por um amplo espectro de cidadãos na Sérvia.

Dezenas de milhares de pessoas participaram dos comícios desde novembro, como O movimento se tornou um dos maiores de todos os tempos do país.

Vucic e outros funcionários acusaram os manifestantes de serem apoiados do exterior como parte dos esforços para dividir o país e removê -lo do cargo.

O presidente também alegou que os manifestantes recorreriam à violência durante a manifestação planejada no sábado e que muitos “acabam atrás das grades acusadas de atos criminosos”.

Embora os comícios desde novembro tenham sido amplamente pacíficos, houve inúmeros incidentes relatados de oponentes do movimento que atacam manifestantes.

Vucic e seu Partido Progressista Sérvio (SNS) de direita estão no poder há mais de 10 anos. Os críticos acusaram Vucic e os SNs de conter as liberdades democráticas no país, que abriga ambições de ingressar na União Europeia.

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação-interno.jpg

O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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