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Os palestinos para retornar ao norte de Gaza após o acordo com os reféns civis israelenses alcançados, diz o Catar | Guerra de Israel-Gaza
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2 anos atrásem
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O mediador do Catar anunciou que um acordo foi alcançado para liberar um refém civil israelense e permitir que os palestinos retornem ao norte de Gaza, facilitando a primeira grande crise do cessar -fogo frágil entre Israel e Hamas.
A declaração do Catar disse na segunda -feira Hamas Entregaria a refém civil, Arbel Yehoud, junto com outros dois reféns antes de sexta -feira. E na segunda -feira, as autoridades israelenses permitirão que os palestinos retornem ao norte de Gaza.
O Gabinete do Primeiro Ministro Israel Benjamin Netanyahu em uma declaração disse O lançamento do refém aconteceria na quinta -feira e confirmou que os palestinos poderiam se mudar para o norte na segunda -feira.
Respondendo às notícias de que eles podem começar a se mudar para o norte na segunda -feira, as famílias deslocadas explodiram em aplausos em abrigos e acampamentos de tendas. “Não durmo, tenho tudo embalado e pronto para ir com a primeira luz do dia”, disse Ghada, mãe de cinco anos.
“Pelo menos estamos voltando para casa, agora posso dizer que a guerra acabou e espero que fique calmo”, disse ela à Reuters por meio de um aplicativo de bate -papo.
Sob o acordo de cessar -fogo, Israel no sábado começou a permitir que os palestinos voltassem para suas casas no norte Gaza. Mas Israel colocou isso em espera por causa de Yehoud, que Israel disse que deveria ter sido libertado no sábado. O Hamas acusou Israel de violar o acordo.
O lançamento de Yehoud e dois outros reféns é o que já está marcado para o próximo sábado, quando três reféns devem ser lançados.
Além disso, o Hamas em um comunicado disse que o grupo militante entregou uma lista de informações necessárias sobre todos os reféns a serem divulgados na primeira fase de seis semanas do Ceasefire. O Gabinete do Primeiro Ministro de Israel confirmou que havia recebido a lista.
Milhares de palestinos se reuniram em obstáculos israelenses nos últimos dois dias, esperando para se mover para o norte, através do corredor de Netzarim, bisseando o território, enquanto as autoridades locais de saúde disseram que as forças israelenses dispararam contra a multidão, matando duas pessoas e ferindo nove.
Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu que a maioria da população de Gaza fosse pelo menos temporariamente reassentada em outros lugares, inclusive no Egito e na Jordânia, Para “apenas limpar” o território devastado pela guerra. O Egito, a Jordânia e os palestinos rejeitaram que, em meio a medos de que Israel nunca permitiria que os refugiados retornem.
O oficial sênior do Hamas, Bassem Naim, disse que os palestinos nunca aceitariam essa proposta, “mesmo que aparentemente bem-intencionado sob o pretexto de reconstrução”. Ele disse que os palestinos podem reconstruir Gaza “ainda melhor do que antes” se Israel elevar seu bloqueio.
As forças israelenses dispararam sobre a multidão em três ocasiões durante a noite e no domingo, matando duas pessoas e ferindo nove, incluindo uma criança, de acordo com o Hospital Al-Awda, que recebeu as baixas.
As forças armadas de Israel em comunicado disseram que dispararam tiros de alerta em “várias reuniões de dezenas de suspeitos que estavam avançando em direção às tropas e representavam uma ameaça para eles”.
Israel se afastou de várias áreas de Gaza sob o cessar -fogo, que entrou em vigor no domingo passado. Os militares alertaram as pessoas para ficarem longe de suas forças, que ainda operam em uma zona tampão dentro de Gaza ao longo da fronteira e no corredor Netzarim.
O recém-jurado secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, conversou com Netanyahu no domingo, na primeira ligação do chefe do Pentágono com uma autoridade estrangeira.
“O secretário enfatizou que os Estados Unidos estão totalmente comprometidos, sob a liderança do presidente Trump, para garantir que Israel tenha as capacidades de que precisa se defender”, disse o Pentágono em comunicado, que não especificou por que Hegseth falou com Netanyahu em vez de dele contraparte direta Israel Katz.
No Líbano, as forças israelenses também abriu fogo contra manifestantes civis Tentando alcançar suas aldeias de origem, matando pelo menos 22 pessoas, incluindo pelo menos seis mulheres e um soldado do Exército libanês e ferindo 124, segundo autoridades de saúde libanesa. Israel acusou o exército libanês de violar os principais compromissos sob o acordo de cessar -fogo e as forças armadas israelenses alertaram civis que voltar para casa “os exporia ao perigo”.
Horas depois, no domingo, a Casa Branca disse que Israel e o Líbano haviam concordado em estender o prazo para as tropas israelenses partirem do sul do Líbano até 18 de fevereiro, depois que Israel solicitou mais tempo para se retirar além do prazo de 60 dias estipulado em um acordo de cessar-fogo que interrompeu A guerra de Israel-Hezbollah no final de novembro.
Hamas libertou quatro soldados israelenses no sábado e Israel libertou 200 prisioneiros palestinosa maioria dos quais cumpriu sentenças de prisão perpétua depois de ser condenada por ataques mortais. Mas Israel disse que a refém civil Yehoud deveria ter sido libertada à frente dos soldados.
Israel também acusou o Hamas de não fornecer detalhes sobre as condições dos reféns definidos para serem libertados nas cinco semanas restantes da primeira fase do cessar -fogo.
O Hamas disse que havia dito aos mediadores – os EUA, o Egito e o Catar – que Yehoud estava vivo e garantiu que ela seria libertada.
O cessar-fogo tem como objetivo encerrar a guerra de 15 meses desencadeada pelo ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 e libertar reféns ainda em Gaza em troca de centenas de prisioneiros palestinos. Cerca de 90 reféns ainda estão em Gaza, e as autoridades israelenses acreditam que pelo menos um terço e até a metade morreram.
Itzik Horn, pai dos reféns IAIR e Eitan Horn, chamou qualquer retomada de combater “uma sentença de morte pelos reféns” e criticou os ministros do governo que desejam que a guerra continue.
A primeira fase do cessar -fogo vai até o início de março e inclui o lançamento de 33 reféns e quase 2.000 prisioneiros palestinos. A segunda fase – e muito mais difícil – ainda não foi negociada. O Hamas disse que não divulgará os reféns restantes sem fim da guerra, enquanto Israel ameaçou retomar sua ofensiva até que o Hamas seja destruído.
Militantes liderados pelo Hamas mataram 1.200 pessoas no ataque de 7 de outubro, principalmente civis, e sequestraram cerca de 250. Mais de 100 foram libertadas durante uma semana de cessar-fogo em novembro de 2023. As forças israelenses resgataram oito reféns e recuperaram os restos mortais de dezenas mais, em mais, em mais Pelo menos três deles mortos erroneamente pelas forças israelenses. Sete foram libertados no último cessar -fogo.
A campanha militar de Israel matou mais de 47.000 palestinos, mais da metade delas mulheres e crianças, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza. Não diz quantos dos mortos eram combatentes. Os militares israelenses dizem que matou mais de 17.000 lutadores, sem fornecer evidências.
O bombardeio israelense e as operações terrestres achataram amplas faixas de Gaza e deslocaram cerca de 90% de sua população de 2,3 milhões de pessoas. Muitos que voltaram para casa desde o início do cessar -fogo encontraram apenas montes de escombros.
Com a Reuters e Associated Press
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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