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Os presos dos EUA Segundo aluno, impõe a “recepção” na Universidade de Columbia | Donald Trump News
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A administração do presidente Donald Trump prendeu um segundo manifestante estudantil e estabeleceu um prazo para a Universidade de Columbia, um dos campi de maior prestígio nos Estados Unidos, para ceder o controle de um de seus departamentos acadêmicos.
Em um comunicado de imprensa Na sexta-feira, o Departamento de Segurança Interna acusou Leqaa Kordia, uma estudante palestina da Columbia, de permanência em seu visto de estudante F-1.
A declaração explicou que agentes da imigração e da aplicação da alfândega (ICE) a detiveram para deportação. Outra estudante estrangeira, Ranjani Srinivasan, da Índia, teve seu visto de estudante revogado por participar “em atividades que apoiam hammas”, um erro de ortografia do grupo armado palestino Hamas.
O governo Trump confundiu repetidamente a participação em protestos contra a guerra de Israel em Gaza com apoio ao Hamas. Também acusou os manifestantes de apoiar “terroristas”.
A prisão de Kordia marca a segunda vez em menos de uma semana em que um estudante palestino da Universidade de Columbia foi levado sob custódia do gelo para deportação. No sábado, o porta -voz do protesto Mahmoud Khalil também foi preso e colocado em detenção de imigração, primeiro em Nova Jersey e mais tarde na Louisiana.
Os defensores da Liberdade Civil dizem que as prisões devem sufocar os direitos à liberdade de expressão, e o advogado de Khalil nesta semana argumentou que ele não conseguiu entrar em contato com seu cliente em particular, violando seu direito a consultor jurídico.
Khalil é um residente permanente dos EUA, com um green card, e sua esposa americana está grávida de oito meses. O governo Trump, no entanto, diz que planeja retirá -lo de seu green card.
“É um privilégio receber um visto para morar e estudar nos Estados Unidos da América. Quando você defende a violência e o terrorismo de que o privilégio deve ser revogado e não deve estar neste país ”, disse a secretária de segurança interna Kristi Noem no comunicado à imprensa.
Mas as prisões e a revogação do visto de estudantes não foram as únicas ações de braços fortes que o governo Trump tomou contra a Columbia nas últimas 24 horas.
Em uma carta emitida na noite de quinta -feira, o governo exigiu que o Departamento de Columbia de Estudos do Oriente Médio, do Sul da Ásia e da África (Mesaas) fosse colocado em uma “recepção acadêmica” em que uma autoridade externa assume o controle, muitas vezes como punição por má administração.
A carta especificou que a Universidade deve apresentar um plano para criar a função de recepção acadêmica o mais tardar em 20 de março.
A falta de cumprimento, alertou a carta, afetaria negativamente “o relacionamento financeiro contínuo da Universidade de Columbia com o governo dos Estados Unidos”.
A criação de uma recepção era apenas uma em uma lista de demandas, que incluía abolir o Conselho Judicial da Universidade para questões disciplinares auditivas, proibir máscaras no campus e adotar um definição controversa de anti-semitismo de que algum medo poderia limitar as críticas legítimas a Israel.
A Universidade de Columbia é uma escola particular, um dos oito campi que compõe a Liga Ivy muito provocada na região nordeste.
Mas Trump e outros republicanos atacaram repetidamente a universidade desde que se tornou o epicentro de protestos pró-palestinos em 2023 e 2024, quando os estudantes se uniram contra a devastação causada pela guerra de Israel, que os especialistas das Nações Unidas em comparação com um genocídio.
Como chegamos aqui?
Os protestos atingiram um pico em abril passado, depois de uma audiência controversa sobre o Capitólio. O presidente da universidade na época, Minouche Shafik, apareceu antes de um Painel do Congresso enfrentar escrutínio por alegações de que Columbia e outras escolas não conseguiram abordar o anti-semitismo no campus.
No dia seguinte, Shafik autorizou a polícia da cidade de Nova York a entrar em um acampamento que os estudantes manifestantes haviam estabelecido no gramado leste de Columbia, levando a prisões em massa.
As tensões aumentaram a partir daí. Os manifestantes estudantis argumentaram que seus direitos à liberdade de expressão estavam sendo reduzidos e que as autoridades estavam confundindo críticas à guerra de Israel com o anti-semitismo. Alguns ocupavam um prédio escolar, Hamilton Hall, para mostrar desafio contra tentativas de desmantelar o movimento de protesto.
Mas o que aconteceu em Columbia iniciou uma série de medidas semelhantes em todo o país, pois a polícia foi chamada para os campi para prender manifestantes pacíficos. Estima -se que mais de 3.000 manifestantes tenham sido presos entre abril e julho.
Trump fez campanha pela reeleição na plataforma que procuraria e deportaria estudantes estrangeiros que participaram dos protestos.
Seus aliados chegaram a codificar as ameaças na plataforma do Partido Republicano do ano passado, tornando-o uma das 20 promessas: “deportar radicais pró-hamas e tornar os campi da faculdade seguros e patrióticos”.
Ao assumir o cargo para um segundo mandato em 20 de janeiro, Trump imediatamente emitiu um Ordem Executiva pedindo a remoção de estrangeiros que carregam “atitudes hostis” para nós “cidadãos, cultura, governo, instituições ou princípios fundadores” ou que apóiam “ameaças à nossa segurança nacional”.
Os EUA têm sido um aliado de Israel e apoia sua campanha em Gaza, que matou pelo menos 48.524 palestinos.
Nos meses desde que assumiu o cargo, Trump tem direcionado O Departamento de Justiça “investigará e punirá o racismo anti-judeu em faculdades e universidades de esquerda e anti-americanos”.
E em mídia social Este mês, ele alertou que tomaria medidas pesadas contra qualquer campus que abriga o que chamou de “protestos ilegais”-embora não tenha conseguido definir o que essa categoria poderia implicar.
“Todo o financiamento federal parará para qualquer faculdade, escola ou universidade que permita protestos ilegais”, escreveu Trump. “Os agitadores serão presos/ou de volta permanentemente ao país de onde vieram. Os estudantes americanos serão permanentemente expulsos ou, dependendo de (sic) o crime, presos. ”
Já, em 7 de março, o governo Trump anunciou o cancelamento imediato de US $ 400 milhões em subsídios e contratos federais para a Universidade de Columbia, no que foi considerado um tiro de aviso contra todas as instituições de ensino superior para estar em conformidade com as demandas do presidente.
A secretária de Educação Linda McMahon apontou para aumentos nos atos relatados de anti-semitismo após os ataques liderados pelo Hamas ao sul de Israel em outubro de 2023 como motivo para o cancelamento.
“Desde 7 de outubro, estudantes judeus enfrentam violência incansável, intimidação e assédio anti-semita em seus campi-apenas para serem ignorados por aqueles que deveriam protegê-los”, disse McMahon em um acompanhamento comunicado de imprensa.
“As universidades devem cumprir todas as leis federais de antidiscriminação se quiserem receber financiamento federal”.
De acordo com o Departamento de Educação, a Columbia atualmente recebe aproximadamente US $ 5 bilhões em subsídios e contratos federais. No início desta semana, a escola mudou -se para expulsar ou suspender estudantes envolvidos nos protestos anti -guerra.
Os esforços de Trump enfrentam reação
Mas alguns ativistas questionaram se o governo Trump está realmente motivado para combater os crimes de ódio-ou se o anti-semitismo está sendo usado como uma cortina de fumaça para promover outros objetivos políticos.
Na quinta -feira, ativistas com voz judaica pela paz e outros grupos se reuniram na Trump Tower, na cidade de Nova York, para protestar contra a prisão de Khalil, Vestindo camisetas vermelhas estampado com o slogan “não em nosso nome”.
À medida que os relatórios emergem de funcionários da Segurança Interna que pesquisam os dormitórios da Columbia University, os críticos temem que os direitos civis dos alunos possam ser violados.
“Acreditamos que, se você estiver aqui, não deve ser preso, arrastado e deportado por se envolver em protestos de que todos os seus colegas de classe estavam perfeitamente dentro de seus direitos de se envolver”, Greg Lukianoff, CEO da Fundação para Direitos e Expressão Individual (Fire), escreveu nas mídias sociais na sexta -feira.
O governo Trump citou uma seção pouco usada da Lei de Imigração e Nacionalidade como justificativa para as deportações planejadas.
Ele diz que o Secretário de Estado tem o direito de excluir, “sob certas circunstâncias”, estrangeiros cuja entrada nos EUA “teria conseqüências adversas de política externa potencialmente graves para os Estados Unidos”.
Mas advogados e advogados apontam que a Suprema Corte confirmou repetidamente o direito constitucional à liberdade de expressão para os imigrantes nos EUA.
“O que aconteceu com Mahmoud é nada menos que extraordinário, chocante e ultrajante”, disse o advogado de Khalil, Ramzi Kassem, em comunicado recente com a União Americana das Liberdades Civis (ACLU). “Deveria ultraje quem acredita que o discurso deve ser livre nos Estados Unidos da América”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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