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Os primeiros 100 dias do presidente da Indonésia Prabowo marcados por inversões de marcha, erros em falso … e popularidade no céu | Indonésia

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Kate Lamb

Dias depois que ele foi empossado como o oitavo presidente da Indonésia, o general aposentado Prabowo Subianto, iniciou seu mandato com um campo de treinamento militarista nas colinas de Java.

Nas fadigas do exército verde-oliva e botas de combate, seu novo gabinete-de tecnocratas de óculos a ex-policiais-marcharam e ficaram em formação.

Foi um olhar impressionante para a terceira maior democracia do mundo, que há menos de duas décadas jogou fora os grilhões do domínio autoritário.

Mas os analistas dizem que a demonstração de disciplina e coordenação acredita o que se seguiu nos primeiros 100 dias da presidência de Prabowo, com a liderança do ex-comandante descrita como às vezes sendo aleatória, contraditória e sem direção clara.

“Este é um dos primeiros 100 dias mais caóticos que já vi”, disse Yohanes Sulaiman, da Universidade General Achmad Yani em Bandung, “o governo parece estar faltando de disciplina, com a maioria das políticas meio assadas”.

Prabowo ganhou popularidade generalizada com sua promessa de fornecer refeições gratuitas para quase 90 milhões de crianças em idade escolar e mulheres grávidas, conquistando uma vitória de eleições em fevereiro do ano passado, mas uma série de inversões se seguiu, de tudo, desde perdas a tópicos de flashpoint, como As reivindicações de Pequim no Mar da China Meridional.

Uma mudança para uma política de IVA planejada horas antes de entrar em vigor é outro exemplo, dizem analistas, de formulação de políticas confusas sob o novo líder da Indonésia.

‘Muitos erros’

Prabowo, ex-genro do falecido ditador da Indonésia Suharto, foi demitido das forças armadas em 1998 em meio a alegações de abusos dos direitos humanospelo qual ele sempre negou irregularidades.

Nas décadas desde seus dias militares, o general aposentado continuou a grande sobre a política da Indonésia, fundando o que agora é o terceiro maior partido político do país e correndo três vezes para a presidência.

Impulsionado por uma rebraça esclarecida que substituiu a imagem de um general nacionalista e beliconte por uma figura avuncular por uma propensão a dançar e abraçar seus gatos, Prabowo finalmente ganhou a presidência em abril do ano passado com 58% retumbante da votação. Ele foi inaugurado em 20 de outubro.

Na ampla nação em desenvolvimento de 280 milhões de pessoas, a campanha de Prabowo promessa oferecer almoços gratuitos para quase 90 milhões de crianças em idade escolar e mulheres grávidas ganharam muitos fãs em todo o arquipélago.

Em um discurso ao gabinete em 22 de janeiro, ele elogiou a abordagem centrada no povo de seu governo, depois que a primeira fase do programa de refeições gratuitas foi lançada. “Conseguimos alcançar uma condição estável, cheia de tranquilidade”, disse ele, conforme relatado pela agência de notícias do estado, Antara.

Uma pesquisa de janeiro Mostraram que a política populista foi bem recebida, proporcionando -lhe uma classificação de aprovação de 80,9%.

Mas acadêmicos, analistas e especialistas em política externa têm sido mais cautelosos sobre seu desempenho em outras áreas.

Entre os movimentos mais alarmantes, estava o reconhecimento tácito de Prabowo das reivindicações marítimas da China no Mar da China Meridional, que a Indonésia e outras nações no Sudeste Asiático rejeitaram há muito tempo.

“Não foi apenas um acidente ou um erro … foi uma mudança de política deliberada”, disse o analista político Kevin O’Rourke, de uma declaração conjunta assinada na China em novembro. “Esta foi claramente uma concessão feita aos chineses em troca de outra coisa.”

“Foi um quid pro quo. Este foi um quid. Qual é o quo? ” Ele disse, acrescentando que era improvável que qualquer concessão apaziguasse a China, mas sim, “aguarde o apetite”.

Em um dos primeiros flip-flops sob Prabowo, o Ministério das Relações Exteriores da Indonésia posteriormente emitiu uma declaração contraditória, dizendo que não reconheceu a linha de nove ataques da China.

Diz Lina Alexandra, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais de Jacarta, foi “muitos erros” em uma abordagem da política externa que ela descreve como “lutando”.

Educação estrangeira e um multi-linguista, Prabowo aparece à vontade no cenário global, embarcando em uma mini turnê mundial antes mesmo de sua presidência começar.

“Fazer muitas visitas é uma coisa, mas se tiver nenhuma direção, isso pode ser bastante perigoso e arriscado, especialmente em meio às tensões que estamos enfrentando”, disse Alexandra, “e isso é muito mais intensificado sob Trump”.

Uma decisão subsequente da Indonésia não alinhada de ingressar no BRICS e também pular uma reunião de ministros das Relações Exteriores da ASEAN, também surpreendeu os observadores, dado a Indonésia, o maior membro do bloco, normalmente desempenha um papel de destaque.

“A impressão é que ele quer que a Indonésia esteja mais no centro do cenário global, mas ainda não está claro sobre a direção”, disse Alexandra.

Outra reversão de políticas veio com o tão elogiado o plano de aumentar o imposto de valor agregado (IVA) em um ponto percentual para 12%, mas horas antes de entrar em efeito Prabowo anunciou que se aplicaria apenas a bens e serviços de luxo.

Prabowo disse que o “aumento gradual do IVA foi projetado para evitar impactos significativos na inflação, no poder de compra e no crescimento econômico”, mas os analistas dizem que a trilha de última hora criou incerteza de negócios e investimentos na maior economia do sudeste da Ásia.

“Foi apenas um processo muito aleatório, porque a política fracassou duas vezes”, disse O’Rourke, “tem sido ineficiente e confuso, e mostra que Prabowo não está disposto a tomar medidas que podem agitar o público. ”

As reversões estão em desacordo com a imagem de um general decisivo apresentado em sua campanha.

“Em última análise, isso apenas reflete o próprio Prabowo. Ele é muito mutável e há muito tempo é propenso a entregar mensagens contraditórias, dependendo de seu público no momento ”, disse O’Rourke.

“Prabowo espera conquistas rápidas”, observou Sulaiman, “mas acabou cortejando muita controvérsia”.

O escritório de Prabowo foi contatado para comentar como ele considerava as críticas de seus primeiros 100 dias no poder, mas não respondeu.

Alexander Arifasanto, especialista da Indonésia da Escola de Estudos Internacionais de Rajaratnam, disse que alguns erros podem ser atribuídos a ter que gerenciar uma coalizão inchada. “Portanto, por que os anúncios de políticas e o lançamento geralmente não são suaves”, disse ele.

Prabowo também fez outros movimentos surpreendentes, como liberar prisioneiros estrangeiros no corredor da morte, incluindo os restantes membros do O chamado Bali 9.

O ex -general também flutuou pessoas de perdoar presas por corrupção, mas desde então pareceu voltar a voltar.

Como analistas criticam os primeiros 100 dias do novo presidente, até o próprio Prabowo admitiu no ano passado que a democracia é “muito confusa”.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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