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Os proprietários de IPL Bilionaires e Birmingham City ganham leilão para centenas de equipes | Os cem
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Exclusive by Matt Hughes and Ali Martin
O marco de cem cem do Cricket inglês produziu um primeiro dia agitado como o Ambanis, a família mais rica da Índia e a capital da cavalaria, proprietários da cidade de Birmingham, garantiu o direito de comprar 49% de apostas em invencíveis ovais e Birmingham Phoenix, respectivamente.
O Guardian aprendeu que a oferta da Knighthead de cerca de £ 40 milhões por 49% da Phoenix prevaleceu em um leilão de BIDs selado sobre o da empresa de private equity CVC Capital Partners. A CVC havia perdido anteriormente para a Reliance Industries Ltd, proprietários dos índios de Mumbai, em um leilão de três vias para a participação equivalente em invencíveis ovais.
A oferta vencedora da Reliance, presidida por Mukesh Ambani, a pessoa mais rica da Índia, é entendida em cerca de 60 milhões de libras, colocando o valor geral dos invencíveis ovais a 123 milhões de libras. Significa a Inglaterra e o País de Gales Grilo O Conselho (BCE) arrecadou £ 100m no primeiro dia do processo e está em andamento para atingir sua meta inicial de £ 350m. O dinheiro será redistribuído aos condados e ao jogo de base.
O espírito de Londres foi valorizado pelos envolvidos no processo em cerca de £ 150 milhões, o que traria outros £ 75m para o BCEenquanto a avaliação dos originais de Manchester está prevista para estar perto de £ 100 milhões. O leilão do Spirit London ocorrerá na sexta-feira, juntamente com o Welsh Fire, com sede em Cardiff, com os de Manchester Originals, Northern Superchargers, Trent Rockets e Southern Brave por seguirem na próxima semana.
A Reliance e a Knighthead agora entrarão em um período de seis semanas de palestras exclusivas com Surrey e Warwickshire, respectivamente, bem como o BCE e seus consultores financeiros, a fim de concluir o acordo.
Além das fortes avaliações, a identidade dos dois primeiros licitantes vencedores será vista como encorajadora pelo BCE. Além de seus vastos recursos, os Ambanis são extremamente influentes na Índia, enquanto o órgão governante cortejou ativamente os proprietários americanos ligados a clubes de futebol durante todo o processo.
A Knighthead é controlada pelo gerente de fundos de hedge, Tom Wagner, que revelou planos ambiciosos para um novo estádio desde a compra de Birmingham City, e Inclui lendário quarterback de futebol americano Tom Brady como um dos acionistas do clube.
Supondo que o acordo de Reliance passasse, ele verá invencíveis ovais adicionados a um portfólio esportivo que inclui os índios de Mumbai na Indian Premier League e WPL, Mi Cape Town (SA20), Mi Emirates (ILT20) e MI New York (Major League Cricket) .
Após a promoção do boletim informativo
Enquanto Oval Invincibles é a franquia de cem mais bem -sucedida até o momentotendo conquistado os títulos masculinos e femininos duas vezes nos últimos quatro anos, resta a ser visto se eles mantêm seu nome e cores ou adote o apelido de “MI” e a libré para denotar seus novos co-proprietários. Espera -se que pouco mude para o torneio deste ano, com o novo modelo de propriedade definido para entrar em vigor antes da temporada de 2026.
Richard Gouldo executivo-chefe do BCE e uma vez crítico vocal dos cem durante seu tempo em Surrey, disse anteriormente que a venda “recapitalizará o jogo do condado pelos próximos 20 a 25 anos”, desde que o dinheiro seja usado com sabedoria. O jogo recreativo deve receber 10% dos recursos da venda.
Surrey e Warwickshire foram contatados para comentar.
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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