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Os quatro agentes da DGSE detidos no Burkina Faso foram libertados graças à mediação marroquina

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O caso minou a Direção-Geral de Segurança Externa (DGSE) durante mais de um ano. Segundo um comunicado de imprensa do Ministério dos Negócios Estrangeiros marroquino, publicado na madrugada de quinta-feira, 19 de dezembro, o capitão Ibrahim Traoré, chefe da junta no poder no Burkina Faso, “respondeu favoravelmente” ao pedido de libertação dos quatro agentes da inteligência francesa detidos em Ouagadougou, desde dezembro de 2023, graças à mediação do rei Mohammed VI. O Presidente da República, Emmanuel Macron, conversou quarta-feira com o soberano cherifiano para a “calorosamente obrigado pelo sucesso da mediação”confirmou o Elysée à Agence France-Presse.

Os quatro homens foram presos no dia 1é Dezembro de 2023, após a sua chegada a Ouagadougou. Embora tenham vindo em missão oficial à Agência Nacional de Inteligência do Burkina Faso, com a qual a DGSE continuou a sua cooperação, apesar das altas tensões entre a França e o Burkina Faso, foram acusados ​​de espionagem e intenções desestabilizadoras. As autoridades do Burkina Faso criticaram-nos por não terem obtido os seus vistos respeitando o canal diplomático oficial. Também encontraram nos telefones de agentes franceses – que não tinham sido “limpos” antes da missão, como normalmente prevê o procedimento – fotos de locais considerados sensíveis na capital e números de telefone de contactos em zonas críticas do país.

Em Paris, certos funcionários reconheceram prontamente uma “série de erros” prejudicial, mas todos estavam convencidos: a prisão destes agentes foi sobretudo um pretexto utilizado pela junta do capitão Traoré para romper definitivamente com a França. Chegando ao poder através de um golpe de Estado em Setembro de 2022, o oficial golpista de 36 anos virou as costas à antiga potência colonial para selar uma aliança forte com a Rússia. Poucas semanas antes da detenção dos quatro agentes da DGSE, cerca de vinte membros do GRU, a inteligência militar russa, chegaram a Ouagadougou para trabalhar ao lado da Agência Nacional de Inteligência. “Os russos provavelmente sussurraram para os burquinenses: “são eles ou nós””estimou uma fonte de segurança francesa há um ano.

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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