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Os ucranianos temem perder o apoio dos EUA como Trump-Zelenskyy Clash Shocks World | Notícias da Guerra da Rússia-Ucrânia

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Uma briga dramática entre os líderes americanos e ucranianos levanta preocupações sobre a ajuda contínua dos EUA para o esforço de guerra da Ucrânia.

Incertos e cautelos Match de gritos dramáticos no escritório oval entre os presidentes dos EUA e da Ucrânia.

Uma audiência global assistiu em choque como uma entrevista coletiva na sexta-feira entre Volodymyr Zelenskyy e Donald Trump destruiu relacionamentos americanos-ucranianos já frágeis.

Os dois líderes e o vice-presidente dos EUA, JD Vance, entraram em conflito com diferentes visões de como acabar com o conflito de três anos com o presidente ucraniano, buscando garantias de segurança de um governo Trump que fez uma inversão de marcha na perspectiva externa dos EUA, alinhando-se à perspectiva do presidente russo Vladimir Putin.

Os ucranianos, muitos deles endureceram por três anos de guerra, reuniram-se em torno de Zelenskyy, mas também expressaram consternação sobre o futuro de nós, apoiando o esforço de guerra de Kiev como forças russas maiores e mais bem equipadas marcha através de Swaths of the Oriente.

“Duvido que possamos ficar sem a ajuda americana. Eles nos ajudaram muito com armas e dinheiro. Talvez a Europa nos ajude ”, disse Liudmyla Stetsevych, 47, moradora de Kiev, à agência de notícias da Reuters.

“Trump e Putin estão dividindo o mundo – é o que eu diria. Eu não sei o que virá disso, ”

Outros ucranianos também expressaram esperança de que a Ucrânia Aliados na Europa Aumentaria o apoio político e militar se os EUA se afastassem.

“Muitos países europeus manifestaram seu apoio à Ucrânia, esperamos que eles aumentem e aumentem a ajuda para a Ucrânia, especialmente equipamentos e munições militares”, disse à Reuters Alina Zhaivoronko, de Kiev.

A União Europeia, o Reino Unido e a Noruega ultrapassaram os EUA em termos de ajuda militar e não militar cumulativa à Ucrânia, como eles forneceram e prometeram mais de US $ 204 bilhões em ajuda em comparação com os US $ 183 bilhões dos EUA, de acordo com o Instituto para o Estudo de Guerra.

Ainda assim, os EUA fornecem armas importantes de defesa aérea e inteligência muito necessária para as tropas ucranianas. Muitos em Kyiv temem que, sem o apoio de Washington, as perspectivas do esforço de guerra da Ucrânia sejam sombrias.

Zhaivoronko disse que os ucranianos são “muito gratos” aos EUA “pela ajuda que recebemos todo esse tempo e continuam recebendo agora. Mas nossa dignidade, nossa honra, deve ficar acima de tudo.

“Foi um choque desagradável, como se estivéssemos em um banho frio. Foi um formato de discussão muito inesperado. Mas há dois lados nisso. Diplomaticamente, o presidente Zelenskyy deveria ter mantido as normas e as regras. Mas, por outro lado, foi uma provocação ”, disse ela.

Nataliia Serhiienko, 67 anos, aposentada em Kiev, disse que acha que os ucranianos aprovam o desempenho de seu presidente em Washington, “porque Zelenskyy lutou como um leão”.

“Eles tiveram uma reunião acalorada, uma conversa muito acalorada”, disse ela à Associated Press. Mas Zelenskyy “estava defendendo os interesses da Ucrânia”.

Em sua reunião com Trump, Zelenskyy exigiu repetidamente que qualquer acordo com os EUA deve incluir garantias de segurança concreta para a Ucrânia, que violar um acordo de cessar -fogo. No passado, o presidente ucraniano disse que Moscou violava acordos de trégua 25 vezes, inclusive durante o primeiro mandato de Trump.

Mas, após a briga em frente às câmeras, Zelenskyy deixou a Casa Branca abruptamente sem assinar um acordo de minerais muito elogiado. Mais tarde, ele se recusou a se desculpar pelo explosão, dizendo que lamenta a cuspida pública e queria que Trump estivesse mais do lado da Ucrânia.

“Os americanos não conhecem a situação real, o que está acontecendo aqui”, disse Ella Kazantseva, 54 anos, à Reuters em frente a um mar de bandeiras no centro de Kiev comemorando os mortos de guerra da Ucrânia.

“Eles não entendem. Tudo é lindo para eles. ”



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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