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Os viajantes europeus no Reino Unido devem ter uma autorização de viagem a partir de abril

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Os viajantes europeus no Reino Unido devem ter uma autorização de viagem a partir de abril

Aeroporto de Heathrow, em Londres, em 22 de novembro de 2007.

Os europeus que desejam ir para o Reino Unido devem ter, de 2 de abril, a uma autorização de viagens, e pode solicitá -lo a partir de quarta -feira, 5 de março. Custará 12 euros.

Esta autorização de viagens eletrônicas (Autorização de Viagem Eletrônica, ETA) já é necessária para todos os visitantes não europeus fornecidos ao Visa para entrar no Reino Unido. Semelhante ao ESTA necessário para ir para os Estados Unidos, a ETA pretende fortalecer a segurança na fronteira, explica o governo britânico.

A partir de quarta-feira de manhã, nacionais de cerca de trinta países europeus, incluindo todos os da União Europeia (UE), com exceção da Irlanda–iniciam as etapas para obter esse gergelim para o Reino Unido, que deixou a UE em 2020.

O pedido pode ser feito em L’Application «UK ETA» ou no Site do governo britânicoonde o requerente deve fornecer informações sobre sua identidade. A obtenção dessa autorização de viagem, digitalmente ligada ao passaporte, é geralmente feita em alguns minutos, de acordo com o Ministério do Interior. Atualmente, custa 12 libras (12 euros), mas o governo planeja aumentá -lo para 16 libras em uma data que não foi especificada.

O mesmo sistema fornecido para os países da UE

O ETA permite que você fique no Reino Unido por seis meses no máximo. Ele autoriza várias viagens ilimitadas por dois anos, mas a solicitação deve ser renovada no caso de uma mudança de passaporte. Não diz respeito às pessoas que vivem no país.

Em janeiro, tornou -se obrigatório para nacionais de cerca de cinquenta países e territórios, incluindo Estados Unidos, Canadá e Austrália. O sistema foi lançado em 2023, primeiro para os cidadãos do Catar, antes de serem estendidos a outros países do Golfo. Cerca de 1,1 milhão de ETAs foram emitidos no final de 2024, de acordo com o Ministério do Interior.

O governo britânico explica essa medida pela necessidade de “Fronteiras seguras”em “Digitalizando o sistema de imigração”. “A expansão da ETA para o mundo inteiro confirma nosso compromisso de fortalecer a segurança através da tecnologia e da inovação”comentou sobre o Secretário de Estado para migração e cidadania, Seema Malhotra.

A partir de 2 de abril, todos os viajantes precisarão de um ETA ou um visto para ir para o Reino Unido. Os passageiros aéreos que passam pelo Reino Unido sem passar os controles de fronteira britânicos-como são possíveis no aeroporto de Heathrow em Londres e o de Manchester, estará isento dessa autorização. Mas aqueles que passam pelos outros aeroportos do país e devem passar as verificações de segurança para o pouso precisarão de um ETA.

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A UE planeja estabelecer o mesmo tipo de sistema, com Etias (Sistema de Informação e Autorização da Europa de Viagem), uma autorização para viajar para trinta países europeus, cuja entrada em vigor deve ocorrer em 2026.

O mundo com AFP

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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