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Oscar de ‘Ainda Estou Aqui’ não ficará com Walter Salles – 03/03/2025 – Ilustrada
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2 anos atrásem
Fernanda Ezabella
Diferentemente do que circulou nas redes sociais, o troféu que “Ainda Estou Aqui” ganhou no Oscar, ao vencer a categoria de melhor filme internacional, ficará, sim, com Walter Salles, o diretor do filme, afirmou à Folha Rodrigo Teixeira, um dos produtores do filme.
Teixeira conta que enviou um e-mail para a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, para tirar esta dúvida. “A resposta deles é que o Brasil é creditado como indicado, o nome do diretor será listado na estatueta, e a estatueta fica com o diretor em nome de toda a equipe criativa do filme.”
O produtor também perguntou à Academia sobre a possibilidade de fazer réplicas do troféu, para distribuir à equipe. “Vamos ver se pode. A Academia ainda não me respondeu. Se tiver réplica, quem tem direito são os produtores. A produção, aliás, não precisa declarar a estatueta à Receita Federal. Isso porque prêmios são isentos de imposto, segundo a legislação brasileira.
A reportagem entrou em contato com o Ministério da Cultura, que confirmou o que Teixeira disse. A pasta disse que desconhece uma suposta regra de que a estatueta teria de ficar com o governo e que, “caso ela ficasse com o governo federal, os vencedores do Oscar seriam consultados sobre a destinação desejada”.
Ao ser questionado da possibilidade de o troféu ficar na casa onde o filme foi gravado, que a Prefeitura do Rio de Janeiro prometeu comprar para transformar num centro cultural, Teixeira disse que “isso não é a realidade”. “O Oscar é do diretor”, ele acrescentou.
Este é o segundo filme de Teixeira que recebe um Oscar, após “Me Chame pelo seu Nome”, receber o troféu de melhor roteiro adaptado em 2017.
Colaboraram Matheus Rocha e Pedro Martins
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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