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Pacientes diagnosticados com dengue podem ficar imunes ao vírus da Zika, aponta estudo

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A pesquisa foi elaborada pela Famerp, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (SP), a Universidade Federal da Bahia e universidades do Texas, Pittsburgh e Califórnia, nos Estados Unidos.
Pacientes diagnosticados com dengue podem ficar imunes ao vírus da Zika, aponta estudo
Quando o vírus da Zika e a microcefalia explodiram no Brasil, principalmente no nordeste, em 2015, pesquisadores acreditavam que a dengue facilitaria a infecção por Zika.

Os pesquisadores utilizaram dados de 1.453 moradores da comunidade Pau de Lima, em Salvador (BA), que convive como vírus da dengue há pelo menos 30 anos e foi uma das principais áreas afetadas pelo vírus da Zika em 2015.
“Era uma hipótese razoável, mas a realidade em Rio Preto mostrava que não porque era para ter casos de Zika gravíssimos aqui e não tivemos. Nesse estudo específico, acompanhamos uma comunidade na Bahia e percebemos que a Zika explodiu lá, mas a distribuição não era uniforme”, afirma o pesquisador da Famerp, Maurício Lacerda Nogueira.
De acordo com o pesquisador, ao perceber a distribuição da Zika na Bahia descobriram que o anticorpo antidengue protegia contra o vírus.
“Quanto mais anticorpo antidengue a pessoa tinha, mais protegida ela estava. Diferentemente do que se achava, ao invés da dengue facilitar a Zika, a dengue estava protegendo contra a Zika”, afirma.
Este foi o primeiro estudo a relacionar as duas doenças com seres humanos. Antes uma pesquisa da Famerp já havia indicado que uma infecção por dengue não necessariamente leva a um quadro mais grave de Zika.
“O momento ainda é de entender o que aconteceu, até hoje não se explica com detalhes porque tivemos aquele grande número de casos de microcefalia no nordeste. A próxima etapa agora é estudar o quanto ela protege, por quanto tempo, de que forma, isso terá grande influência no desenvolvimento de vacinas tanto para dengue como para a Zika.”
Mas o pesquisador afirma que nem toda a pessoa que teve dengue está totalmente imune ao vírus da Zika.
“Não significa necessariamente que quem teve dengue não vai ter Zika. Quanto mais anticorpos a pessoa tem, mais protegida está. A maioria das pessoas infectadas por Zika tinha anticorpos e não desenvolveu a doença. Existe uma proteção, não é absoluta, mas é muito relevante

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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