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Pacientes do PS que aguardam cirurgias ortopédicas começam a fazer procedimentos na Fundhacre

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Os pacientes do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) que aguardavam para fazer procedimentos cirúrgicos traumatológicos e ortopédicos vão ser atendidos na Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre) a partir desta-segunda-feira (2).
A Fundhacre disponibilizou uma sala exclusiva para essas cirurgias que vai funcionar de segunda a quinta-feira.

“Nós conseguimos entrar em um acerto com a Fundação e nós já iniciamos a transferência dos pacientes que estavam aguardando cirurgia no Pronto-Socorro”, disse o diretor do Huerb Areski Peniche .

De acordo com o diretor, as emergências e a falta de salas de cirurgias acabou gerando uma fila de pessoas aguardando por esse tipo de procedimento.

“O Pronto-Socorro tem uma limitação de três salas de cirurgias, e essas salas são dedicadas prioritariamente para o atendimento da emergência. As cirurgias que são pra depois, elas até podem ser feitas no PS, mas vai precisar da disponibilidade da sala. E de um tempo pra cá, essas salas vêm tendo menos disponibilidade”, explica.

Ainda segundo Peniche, há muitas pessoas esperando para concluir o tratamento. “Esse cronograma vai se estender até a gente conseguir normalizar o atendimento. E que não tenhamos mais pacientes represados, aguardando há algum tempo”, disse.
As cirurgias, conforme explicou, estão com acúmulo já faz alguns meses.

“Dado o número de atendimento que tem acontecido, nós estávamos com uma dificuldade. Para se ter uma ideia, tem dias que nós chegamos a ter 8, 10 pacientes dando entrada. Então nossa capacidade não é suficiente para fazer o atendimento da emergência e os pacientes que precisam ser reabordados”, explica.

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PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

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Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

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