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Pai entrega filha morta em hospital e pede para ser preso

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Uma menina de seis anos deu entrada no Hospital Naval Marcílio Dias, na Zona Norte do Rio, já sem vida. Ela foi levada ao local na tarde de sexta-feira (02/08/2019) pelo próprio pai, Rodrigo Jesus da França, e a madrasta. O homem pediu para ser preso em seguida, segundo reportagem do jornal O Dia. O temor dele era que fosse linchado por cerca de 15 pessoas que o aguardavam do lado de fora da unidade de saúde.

Segundo servidores do hospital, Mel Rhayane Ribeiro de Jesus, 6, apresentava várias marcas de correntes, feridas pelo corpo, sinal de abuso sexual no ânus e estava com orelha cortada. A menina também parecia desnutrida e tinha hematomas pelo corpo.

O pai afirmou que a criança havia recebido um “corretivo” e estava de castigo, quando parou de respirar. Em outra versão, disse que a menina morreu por ter batido a cabeça.

O pai vivia com a criança há seis meses. A mãe teria perdido a guarda após denúncias de que a garota sofria abusos sexuais. O pai da vítima foi detido e conduzido à Delegacia de Homicídios da Capital (DH).

De acordo com informações da unidade policial, foi instaurado um inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Mel. “Diligências estão sendo realizadas em busca de informações que possam ajudar a esclarecer o fato e parentes estão sendo ouvidos na especializada. As investigações estão em andamento”, destacou a Polícia Civil, em nota.

JORNAL O DIA

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Governo Bolsonaro avalia mudar Constituição para congelar salário mínimo

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O Ministério da Economia, de Paulo Guedes, analisa retirar da Constituição a obrigatoriedade de que o valor do salário mínimo seja corrigido pela inflação, para então autorizar o seu congelamento provisório em situações de “aperto fiscal”.  Uma das hipóteses é que o valor fique travado por dois anos. Proposta atualmente está em tramitação no Congresso. Informação foi confirmada nesta segunda-feira (16) por Bernardo Caram, da Folha de S.Paulo.

O salário mínimo já não tem mais a obrigatoriedade de ser reajustado acima da inflação, pois tal regra caiu esse ano no governo Bolsonaro. Agora, a nova mudança iria além, permitindo o congelamento do valor, sem reposição da inflação. No entanto, a Constituição define que o salário mínimo deve ter reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.

A teoria de Paulo Guedes é que, como o governo tem gastos atrelados ao salário mínimo, como as aposentadorias, a medida traria alívio ao Orçamento em situações de “aperto fiscal”.

A medida será incluída na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que altera regras fiscais e tem autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ). O texto atualmente está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara e é debatido por um grupo de parlamentares, representantes do Ministério da Economia e técnicos de Orçamento no Congresso.

FONTE: FOLHAPRESS

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BRASIL

Com o Brasil vivendo surtos de doenças, governo Bolsonaro quer reduzir compra de vacinas em R$ 393,7 milhões

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Com o Brasil vivenciando um surto de sarampo, além do aumento dos casos de febre amarela, o Ministério da Saúde quer reduzir as despesas com a aquisição e distribuição de vacinas em R$ 393,7 milhões no próximo ano. A proposta de corte está contida no projeto de lei orçamentária que foi encaminhada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional no final de agosto. 

O valor é 7% inferior aos R$ 5,3 bilhões previstos para este exercício e ainda poderá ser encolhido, já que R$ 1,4 bilhão, do total de R$ 4,9 previsto para 2020 terá sua liberação condicionada a uma aprovação legislativa extraordinária. 

Por meio de nota, o Ministério da Saúde que apesar do corte orçamentário “não faltarão recursos para a aquisição de vacinas”. Ainda segundo a pasta, o governo está “ampliando as aquisições e recompondo os estoques com preços mais baixos dos que inicialmente estavam previstos”, o que justificaria a redução orçamentária para   das vacinas no próximo ano. 

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