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Pamonha gigante, de 1 kg, feita em Goiânia, impressiona internautas; vídeo

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A pamonha gigante, de 1 kg, é feita em Goiânia. E tem gente que consegue comer o pamonhão todo sozinha. – Foto: @goianiaindica/Instagram

Imagina uma pamonha gigante, de 1 kg? Isso mesmo! Ela existe, é feita em Goiânia e deu o que falar na internet. É tão grande que dá para alimentar quatro pessoas, mas tem gente falando que come sozinha!

Feita na Moni, a Fantástica Fábrica de Pamonha, a superpamonha viralizou nas redes depois que o influencer Matheus Engelman, do “Goiânia Indica”, foi até o restaurante para mostrar o preparo da iguaria.

Enrolada na tradicional palha, ela é cozida por uma hora, até ficar no ponto certinho. Quando Matheus desenrolou o “pamonhão” deu pra sentir o cheiro daqui de casa. (rs) Eita delícia!

Do tamanho da fome

Quando o Márcio, que trabalha no local, abre a panela, dá pra ver três bitelas de pamonha lá dentro. Junto com a palha, o alimento chega a pesar 1,8 kg.

“Aqui tem três, mas tem muito mais na outra panela aí”, avisou.

É tanta pamonha que chega a cobrir um prato inteiro. Você daria conta?

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Que 4 nada!

Ela realmente é imensa e dá vontade de comer tudo.

“4 pessoas? Eu olhando e pensando: rum, eu consigo comer isso sozinho fácil!”, brincou uma seguidora.

Outro destacou que ficaria bravo se não fosse convidado para comer.

“Como alguém tem coragem de comer isso e não me chamar?”.

Pamonha patrimônio cultural

Doce com ou sem queijo, salgada, à moda, frita ou cozida, a pamonha é tão tradicional em Goiás que virou patrimônio cultural imaterial.

Em todo o estado, são mais de 11 mil pamonharias, fora as das feiras e as temporárias.

“Quem é que não gosta de uma pamonha quentinha, minha gente? O melhor dessa delícia goiana é que fazer ela sempre reúne toda a família em volta do tacho”, disse o governador Ronaldo Caiado nas redes sociais, no final do ano passado.

Origem pamonha

A origem do nome da pamonha é curiosa e vem da palavra pamunã. Do tupi, significa pegajoso e grudento.

No Brasil, o prato é muito consumido na região centro-oeste e também no sudeste.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), tornar algo patrimônio imaterial é reconhecer as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas.

Olha que a pamonha gigante de 1 kg:

Reza a lenda que essa pamonha alimenta quatro pessoas. Há quem diga que é só uma! - Foto: @goianiaindica/Instagram

Reza a lenda que essa pamonha gigante de 1 kg alimenta quatro pessoas. Há quem diga que come sozinho. – Foto: @goianiaindica/Instagram





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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre

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2026.09.25 Visita da Academia Acreana de Letras (2).JPG

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.

As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.

“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”

O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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