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“Papudinha” é fechada e presos são transferidos; veja

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Após criação da Polícia Penal, UP4 é fechada no AC e presos são transferidos.

Transferências começaram há duas semanas e devem ser encerradas nesta quinta-feira (16).

Foto: Após criação da Polícia Penal, presídio é fechado no AC e presos são transferidos — Foto: Reprodução Rede Amazônica.

Com a criação da Polícia Penal, a Unidade Prisional 4 (UP4), conhecida como “Papudinha”, deve ser fechada, em Rio Branco, segundo informou o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN).

De acordo com o presidente do Iapen, Lucas Gomes, na unidade tinha pelo menos 160 presos. Destes, nove vão ser transferidos para o presídio de Senador Guiomard e os outros para o presídio Francisco D’Oliveira Conde (FOC), na capital Rio Branco. As transferências começaram há duas semanas e devem ser encerradas nesta quinta-feira (16).

Com aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a direção e segurança dos presídios passam a ser exclusivamente da Polícia Penal, que antes eram os agentes penitenciários.

Depois de quatro anos, os policiais militares, que foram convocados para reforçar a segurança nos presídios durante uma onda de ataques e conflitos entre facções criminosas no Acre, começaram a deixar os presídios do estado.

Gomes informou ao G1 que os presos levados para o interior são os que possuem nível superior, policiais, e quem está preso por pensão alimentícia.

“Somente esses nove tinham direito à prisão especial. O restante, são presos que foram pra lá circunstância de trabalho. Eles tinham comportamento melhor”, explica.

Gomes acrescenta que em Senador Guiomard há vagas sobrando. E no FOC há dois prédios que estavam desativados e é pra onde os outros estão sendo levados.

“A gente não tinha servidores para poder ativar esses prédios, mas com ida desses servidores lá da UP4, a gente consegue ativar os prédios novos que têm capacidade para quase 450 vagas”, disse.

Ainda conforme Gomes, trata-se de uma medida administrativa racionalizar o uso da força de trabalho que tem hoje.

“Temos o advento de ter sido aprovado a polícia penal e torna-se um trabalho exclusivo dela a segurança dos presídios, e também impede contratação provisória”, informa. Por Alcinete Gadelha, G1 AC.

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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