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Par de águias das águias recebem dois filhotes na Califórnia | Califórnia

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Par de águias das águias recebem dois filhotes na Califórnia | Califórnia

Coral Murphy Marcos

As águias chamadas Jackie e Shadow estão no meio de abraçar dois novos membros de seu ninho depois que alguns filhotes eclodiram entre segunda à noite e terça -feira de manhã, restaurando a esperança depois que os corvos comiam seus ovos há dois anos.

O par de águias carecas em Big Bear Valley, na floresta nacional de San Bernardino em Califórnia Acolheu seu primeiro filhote depois de dias de antecipação. O processo de eclosão começou no dia anterior com o primeiro pip visível, que é uma rachadura na casca de ovo.

A primeira rachadura foi seguida por um segundo PIP na segunda -feira de manhã. Milhares de espectadores sintonizados no Webcam ao vivo do Nestoperado pelos amigos sem fins lucrativos de Big Bear Valley, e viu como Jackie estava na ponta dos pés, rolando os ovos de tempos em tempos.

“Shadow felizmente virou os ovos para dar a Jackie uma férias matinais”, lê um atualizar publicado na terça-feira a partir da organização sem fins lucrativos.

Shadow tentou várias vezes assumir a incubação, mas Jackie foi investido demais para sair. No meio da manhã, o par de águias ouvidas ouviu pequenas gorduras e os bicos dos filhotes eram visíveis através das rachaduras.

À medida que o dia avançava, Jackie trouxe um peixe em preparação para a alimentação. Ao anoitecer, a primeira garota emergiu totalmente às 23h26 da segunda -feira.

“Nas primeiras horas da manhã, o Chick #1 havia se tornado uma bola fuzz fofa, pois é a cobertura de um casaco cinza macio”, diz uma terça -feira atualizar pela organização sem fins lucrativos.

Na terça -feira de manhã, uma segunda garota foi trazida para o mundo. O filhote começou a fase final da eclosão, conhecida como “zíper”, usando seu dente de ovo para quebrar uma linha reta ao redor da concha enquanto empurra com os pés.

Cerca de uma hora depois, sua pequena asa espiou e, às 4h29, a segunda garota emergiu totalmente.

“Logo depois, Shadow chamou de distância e Jackie parecia estar feliz anunciando que agora ele era papai para 2 novos filhotes fofos”, lê a atualização de Friends of Big Bear Valley.

O terceiro ovo ainda está dentro do período esperado de eclosão, pois marca o dia 35 de sua jornada entrando no mundo.

A webcam ao vivo do ninho captura as águias adultas desconhecidas enquanto eles continuam compartilhando tarefas de incubação, pegando os pássaros em seus altos e baixos. Em 2023, os corvos devoraram os ovos de Jackie e Shadow, com sorte, ainda não há filhotes por dentro.

As jornadas atraentes do par de raptores de criação, transmitidos ao vivo no YouTube e no Facebook da Califórnia, atraíram Centenas de milhares de espectadores Desde o início da pandemia covid-19.

Águias, as águias vivem até 30 anos na natureza, De acordo com o Serviço de Peixes e Vida Selvagem dos EUAe os esforços de conservação viram as espécies se recuperarem fortemente da beira da extinção há 40 anos. O serviço Relatório mais recente Estima que os números quadruplicaram desde 2009, para 316.700 aves, incluindo 71.400 pares de nidificação.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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