NOSSAS REDES

ACRE

Para mitigar os impactos das mudanças climáticas é preciso consciência, é preciso união!

PUBLICADO

em

Janine Brasil

Um dos maiores desafios globais da atualidade são as mudanças climáticas e as formas de mitigar suas consequências às pessoas e ao meio ambiente. Aumento das temperaturas, eventos extremos e alterações nos ecossistemas podem ser citados como alguns dos principais desafios desse fenômeno que traz alterações nos padrões climáticos do planeta e que afeta a humanidade e o meio ambiente de várias formas.

Assim como em todo o mundo, o Acre sofre com esses impactos, com períodos de grandes cheias e secas severas, por exemplo. Mas, como tentar minimizar, de fato, esses impactos? Cabe apenas ao governo lançar políticas públicas, fiscalizar, autuar possíveis infratores, lançar projetos e planos de conservação e preservação? É preciso uma união de forças entre todos os poderes e, principalmente, um engajamento da população, que é a mais afetada com esses impactos, além do meio ambiente, é claro!

O governo do Acre vem fazendo a sua parte, atuando com a elaboração de políticas públicas, execução de projetos sustentáveis, operações de combate a crimes ambientais para tentar conter os impactos dessas mudanças climáticas.

Aproveitando que hoje, domingo, 16, é o Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, bora falar um pouco sobre o que tudo isso significa.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), “as mudanças climáticas são transformações a longo prazo nos padrões de temperatura e clima. Essas mudanças podem ser naturais, como por meio de variações no ciclo solar. Mas, desde 1800, as atividades humanas têm sido o principal impulsionador das mudanças climáticas”.

Essas mudanças ocorrem principalmente devido à emissão de gases de efeito estufa (GEE) – queima de combustíveis fósseis, desmatamento desenfreado -, que reduz a capacidade do planeta de absorver CO₂ agravando o aquecimento global , entre outros.

Com algumas soluções simples, outras não, o engajamento da sociedade e o trabalho intenso do poder público são alternativas para mitigar esses impactos. Dentre eles o reflorestamento e a conservação, com a restauração de florestas e a preservação de biomas naturais, que ajudam a capturar o carbono da atmosfera. Mudanças no consumo, como reduzir o desperdício, reciclar e adotar hábitos sustentáveis fazem a diferença nos danos e impactos ao meio ambiente.

Além disso, políticas públicas e acordos internacionais, que estabelecem metas para limitar o aquecimento global com a redução das emissões de GEE no contexto do desenvolvimento sustentável. A COP-30, que será realizada em Belém (PA), em novembro, será um importante espaço de acordos, discussões e resoluções, a fim de traçar alternativas globais contra a crise climática.

Em pormenores, o fato é que as mudanças climáticas são uma realidade difícil de encarar, porém, é fácil perceber suas consequências, e seus impactos afetam a todos. É preciso uma ação global urgente, com a união de governos, setores privados e os indivíduos, juntos, adotando práticas sustentáveis garantindo um futuro mais equilibrado e seguro para as próximas gerações. É preciso consciência, é preciso união!

Janine Brasil é especialista em assessoria de comunicação, especialista em jornalismo digital, assessora de Comunicação do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), atuou como editora-chefe do Portal de Notícias G1 Acre por 10 anos, foi professora do curso de jornalismo do Iesacre/Uninorte por 7 anos, é apaixonada por jornalismo ambiental, gosta de séries, livros e rock

Visualizações: 39



Leia Mais: Agência do Acre

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

PUBLICADO

em

Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

Continue lendo

ACRE

Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.

O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.

Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS